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Madness Museum — Attraction in Região Geográfica Imediata de Barbacena

Name
Madness Museum
Description
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Bar e Restaurante Nicascius
Rua sargento jose lamounier, numero 67 - Floresta, Barbacena - MG, 36202-849, Brazil
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Madness Museum tourism.Madness Museum hotels.Madness Museum bed and breakfast. flights to Madness Museum.Madness Museum attractions.Madness Museum restaurants.Madness Museum travel.Madness Museum travel guide.Madness Museum travel blog.Madness Museum pictures.Madness Museum photos.Madness Museum travel tips.Madness Museum maps.Madness Museum things to do.
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Madness Museum
BrazilMinas GeraisRegião Geográfica Imediata de BarbacenaMadness Museum

Basic Info

Madness Museum

Av. 14 de Agosto, S/Nº - Floresta, Barbacena - MG, 36202-850, Brazil
4.6(765)
Closed
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Ratings & Description

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Cultural
Accessibility
attractions: , restaurants: Bar e Restaurante Nicascius
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Reviews

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Bar e Restaurante Nicascius

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4.6

(261)

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Reviews of Madness Museum

4.6
(765)
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2.0
7y

Quando criança costumava ir até as proximidades deste hospital, pois era costume dos militares e familiares frequentarem um local conhecido como TIRO, hoje Clube de SubTen e Sgts da PM. Sempre via internos soltos pelas ruas, feridos, vestidos aos trapos, implorando hora ajuda, hora alimento, carinho e atenção. Na época tinha medo como qualquer criança. Mas quando surgia algum interno que talvez estivesse no Hospital Colonia por apenas um surto psicotico ou até depressão, ouvia relatos de agressão maus tratos e abandono. Hoje tenho "ideia" (embora nunca tenha vivido o que viviam) do quê o que aquelas pobres pessoas sentiam e passavam. Pois não sei se era pior ficar no hospital ou aproveitar que os portões ficavam abertos e ir para rua perambular e mendigar roupas, alimentos e atenção, pois os gritos ouvidos na parte externa davam a suspeita de tratamento desumano na instituição e na rua sofriam com a cultura das pessoas de rejeitar e ter preconceito. O resultado é que cansei de ver internos soltos transitando pelas ruas do Bairro Sta Cecília (Antiga Vila Militar) semi-nus sob o frio congelante de Barbacena e serem agredidos, humilhados e tratados piores que animais por moradores a qualquer pretexto, bastava parar proximo a casa de alguém. Eu na época com menos de 9 anos de idade, apenas ficava triste em ver uma pessoa agredir a outra sob alegação de ser portador de uma doença ou algo que eu nem entendia, mas sempre venci o medo e nao neguei pegar um pedaço de pão para aqueles pobres homens que muitas vezes vorazmente comiam o pão em meio ao sangue na boca devido a agressão sofrida. Ainda hoje, mais de 30 anos, sinto no coração e na mente a revolta, a tristeza e a indignação pelo que jamais esquecerei. Este Museu diz muito do passado, mas chamar de Museu da Loucura, é absurdo. Que tal MUSEU DA VERGONHA E...

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5.0
2y

Em um sanatório haviam dois "pacientes" conversando, eles já estavam querendo ganhar alta. Mas não da forma convencional. Então eles planejaram pular o muro no sábado de manhã.

Espertos como eram pensaram, "será que vamos conseguir?" . Então um dos pacientes deu a seguinte ideia: "que tal verificarmos?". O outro concordou.

Então a dupla foi até o muro, chegando no local um dos pacientes tentou pular o muro, e ele conseguiu. E do lado de fora gritou para o outro: "vem, você consegue". Então o outro também pula.

Os dois do lado de fora, após verificar se conseguiam pular o muro, voltam para o lado de dentro.

"Pronto, agora sabemos que é fácil pular esse muro", disse um dos pacientes.

"Sim, mas vamos treinando para que nada de errado" ; disse o outro.

Então assim fizeram durante a semana, por horas a fio ficavam pulando de dentro para fora e de fora para dentro. Passou segunda, terça, quarta e quinta.

Mas na sexta feira choveu o dia inteiro, uma chuvaiada das fortes com ventos de velocidade nunca vista, com granizo e trovões.

A chuva somente parou na madrugada de sexta para sábado.

Ja após a chuva passar, preocupado um dos pacientes disse:"Será que ainda conseguimos fugir de manhã?"

"Não sei, melhor eu ir verificar" assim disse o seu companheiro.

Após alguns minutos, o paciente que foi verificar voltou com uma cara de tristeza e decepção.

"Oque houve?", perguntou o seu amigo.

Então iniciou um diálogo sobre a fuga: "Você não vai acreditar, não vamos conseguir fugir"-

"Mas por que, oque aconteceu?"-

"Cê não vai acreditar... não vamos conseguir pular o muro"

Já ansioso e sem paciência, o paciente que ficou no quarto pergunta: "por que não? treinamos a semana toda para esse momento"

Após um suspiro e de escolher bem suas palavras, o outro respondeu:

"A CHUVA DERRUBOU O MURO!!!!"

VOCÊS FORAM...

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5.0
6y

O Museu da Loucura foi inaugurado em 16 de agosto de 1996, através de uma parceria entre a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Fundação Municipal de Cultura de Barbacena (Fundac). Faz parte do projeto “Memória Viva” e resgata a história da cidade, mantendo em seus locais originais o Núcleo Histórico. Está instalado no torreão do hospital construído em 1922.

É uma importante construção arquitetônica considerada símbolo do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (CHPB), fato que motivou a escolha do local para abrigar o museu.

Tem como objetivo principal resgatar a história do primeiro hospital psiquiátrico de Minas Gerais, o lendário Hospital Colônia de Barbacena. Oferece um espaço para discussão e reflexão acerca das atuais diretrizes no campo da saúde mental. O acervo do museu é composto por textos, fotografias, documentos, equipamentos, objetos e instrumentação cirúrgica que relatam a história do tratamento ao portador de sofrimento mental.

No espaço existe também, a galeria de arte que oferece oportunidades para exposições de artistas da região e divulgação da grife “Pirô Crio”, composta por trabalhos manuais e de artesanato feito pelos usuários do hospital.

O Museu da Loucura serve de elo entre a instituição e a sociedade, e tem a expectativa de proporcionar a quebra do estigma contra o portador de sofrimento mental, despertando reflexões sobre as fronteiras entre a...

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Rodrigo MRodrigo M
Um pequeno pavilhão dentro do Hospital Regional de Barbacena que retrata a história do tratamento da loucura no Brasil, especialmente na cidade. Possui salas muito bem montadas, retratando fotos, materiais, áudios e textos. A experiência pode ser um pouco desagradável para pessoas mais sensíveis. Destaque para o ambiente onde é descrito o procedimento da lobotomia, extremamente imersivo. Em relação a história contada, bastante impactante, é necessário pontuar a iniciativa das pessoas que lançaram as bases para os tratamentos modernos. Embora algumas técnicas utilizadas tenham sido desumanas, especialmente aos olhos de hoje, o sacrifício de pacientes e profissionais de saúde ao longo do século passado permitiu os avanços modernos que temos atualmente, com destaque para o campo da humanização do tratamento, e precisa ser contextualizado de acordo com o momento vivido. Destaque positivo para os funcionários do local, extremamente prestativos, além da limpeza e organização. O ponto negativo fica em relação a algumas tentativas "sutis" de politização de um assunto tão importante em alguns textos, através do uso de termos característicos da turminha que adora dividir a sociedade em grupos e subgrupos para obtenção de vantagens pessoais, através de cotas e outros mecanismos. Vale a pena um visita. Uma dica: fica praticamente no caminha de quem está na 040 e se dirige para a região turística de Tiradentes e São João Del Rey.
Felipe meloFelipe melo
No passado, a cidade ficou conhecida pelo tratamento recebido pelos internos do Hospital Colônia. Em uma ala do prédio funciona, desde 1996, o Museu da Loucura, com acervo de fotos e equipamentos psiquiátricos, além de pinturas e desenhos feitos pelos deficientes. O manicômio continua em atividade, porém, métodos e tratamentos foram revistos. O Museu da Loucura é ponto de carimbo do Passaporte Estrada Real, e recebeu do site de viagens TripAdvisor o Certificado de Excelência, nos anos de 2017, 2018 e 2019, em razão das ótimas avaliações que obteve. Em 2020, ganhou a certificação Traveller’s Choice (Escolha do Viajante) pelo mesmo site. O museu recebe quase 20 mil visitantes por ano. Durante a visita ao Museu da Loucura, é possível acompanhar a evolução na trajetória da psiquiatria como especialidade médica a partir do século XIX, com destaque para a criação, em 1852, do Hospício Dom Pedro II, primeiro hospital psiquiátrico do Brasil. Em seguida, a exposição traz a inauguração do Hospital Colônia de Barbacena, em 1903, apontando, a partir deste momento, os caminhos e descaminhos percorridos na área da psiquiatria ao longo da história.
Osmar CostaOsmar Costa
Lugar com muito conteúdo para explicar como os humanos conseguem ser cruéis com aqueles que são diferentes ou incompreendidos! No Hospital Colônia de Barbacena, mais de 60 mil pessoas vieram a óbito no século XX por condições de extrema precariedade, sem atendimento médico de qualidade nem saneamento básico e, submetidos a técnicas de dor e sofrimento. As pessoas que entravam eram “indesejadas” na família e na sociedade (homossexuais, negros, prostitutas, pessoas com deficiências). Os indivíduos que não conseguiam resistir eram enterrados no cemitério localizado atrás do hospital, e alguns corpos falecidos eram achados pelas enfermeiras depois de vários dias, apodrecendo; alguns corpos eram vendidos ilegalmente para faculdades de medicina.
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Um pequeno pavilhão dentro do Hospital Regional de Barbacena que retrata a história do tratamento da loucura no Brasil, especialmente na cidade. Possui salas muito bem montadas, retratando fotos, materiais, áudios e textos. A experiência pode ser um pouco desagradável para pessoas mais sensíveis. Destaque para o ambiente onde é descrito o procedimento da lobotomia, extremamente imersivo. Em relação a história contada, bastante impactante, é necessário pontuar a iniciativa das pessoas que lançaram as bases para os tratamentos modernos. Embora algumas técnicas utilizadas tenham sido desumanas, especialmente aos olhos de hoje, o sacrifício de pacientes e profissionais de saúde ao longo do século passado permitiu os avanços modernos que temos atualmente, com destaque para o campo da humanização do tratamento, e precisa ser contextualizado de acordo com o momento vivido. Destaque positivo para os funcionários do local, extremamente prestativos, além da limpeza e organização. O ponto negativo fica em relação a algumas tentativas "sutis" de politização de um assunto tão importante em alguns textos, através do uso de termos característicos da turminha que adora dividir a sociedade em grupos e subgrupos para obtenção de vantagens pessoais, através de cotas e outros mecanismos. Vale a pena um visita. Uma dica: fica praticamente no caminha de quem está na 040 e se dirige para a região turística de Tiradentes e São João Del Rey.
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Osmar Costa

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