Subimos pela entrada de Santo Antônio do Itambé. Do final da estrada até o pico a marcação na placa é de 5.3Km. Subida constante com pouco locais planos e mesmo assim curtos a exemplo a lapa do morcego. O último km é o mais íngreme. Trilha com sinalização impecável. Abrigo amplo, simples com janelas e portas com vidros que fornecem um visual bonito mesmo do seu interior.
Banheiro seco sendo necessário jogar serragem conforme informativo impresso. Fica na parte externa e é necessário sair do abrigo.
O abrigo não tem estrutura nenhuma. Leve o que precisar para cozer e dormir. Fomos em período de chuva e portanto tinha água represada ao lado do abrigo. Usamos garrafa pet para pegar água e tomar banho. Também tinha água na pia devido a chuva já que o reservatório é abastecido pela calha das telhas. Às "águas" não são indicadas para consumo. Informação passada pelo guarda parque.
Tem indicação de último ponto de água antes do pico, logo após a lapa do morcego. Não gostei desta água pois tem gosto e cheiro forte. Acabei por pegar água no ponto que fica 200 metros abaixo do abrigo na trilha para Capivari, tem placa. Para acessar a água circule uma rocha pela trilha, tem indicação de placa de madeira com seta branca, cuidado com a cabeça, desça a escada de madeira e encontrará uma mangueira. Água mais clara e com odor bem menor.
Tem acesso a 3 cachoeiras no parque. Fomos somente na rio vermelho pois, a ameaça de chuva forte era iminente, e choveu.
Fomos em 3 carros sendo uma duster automática, renegade e um argo. Somente a duster não raspou o fundo. Havia 2 pessoas em cada carro.
A entrada e abrigo são gratuitos. Para pernoite é necessário agendar.
Não é necessário barraca, aliás é proibido já que não pode montar barraca fora do abrigo e nem no seu interior ou acampar em outro local.
Pessoas com alergia respiratória não aconselho dormir no abrigo pois tem cheiro forte de mofo. Faça bate e volta ou leve medicação.
Choveu forte a noite e o abrigo não molhou.
Por curiosidade a trilha de Capivari são 15.8 km. Indicação de distância na placa ao...
Read moreFicamos em Milho Verde, distrito do Serro. Subimos o pico pela via do Capivari. 2,5 km de subida, em princípio leve, mas logo se torna bem íngrime e assim segue, exigindo força e persistência. A estrada até o pico não é boa, mas da pra ir, mesmo carros normais. A subida do pico e muito bonita: pedras, sempre-vivas, flores típicas de montanha. Fomos em julho, inverno, e mesmo assim vimos muitas delas floridas. Todo percurso e mto bem sinalizado. Há 2 lugares q precisa passar por entre pedras com buracos bem estreitos. Infelizmente, qdo fui, o dia estava nublado e a visão de cima ficou prejudicada. Mas foi ótimo mesmo assim. Destaque especial, mas bem especial: o Genesio, funcionário do parque, simples, sábio, gentil, experiente, dedicado… nota 1000 pra ele. Ah… e bom telefonar pra...
Read moreEssa é uma região com uma concentração enorme de cachoeiras, trilhas, reservas naturais, cultura gastronomia (queijos) e de um povo muito receptivo. Por enquanto, o que não está muito estruturado ainda é um sistema de hospedagem, desde bons campings ou pousadas. No momento, a alternativa mais escolhidas pelos turistas é hospedar em Milho Verde (12km terra de Capivari) e explorar as riquezas naturais da região durante o dia. Mas sem dúvida, esse é o lugar com maior concentração de pontos turísticos naturais da região. Cachoeira da Amaral, Cachoeira do Tempo Pedido, Cachoeira Maria Bruna, Cachoeira três Marias, Cachoeira dos Coqueiros, trilha dos tropeiros, travessia Capivari para São Gonçalo do Rio Preto, Parque estadual do Pico do Itambé e muito, muito mais. Esses são os...
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