Visitamos o Parque no dia 10.09.23. Fizemos uma compra da loja e fomos muito mau atendidos. Houve certa gentileza da 1ª atendente após perceber que realmente iríamos comprar na loja ao lado do restaurante Gruta dos Índios. Após esse atendimento com venda, o pagamento precisava ser efetuado no caixa do restaurante, localizado no interior deste. A funcionária do caixa não se mostrou muito solícita e parecia não estar com vontade de passar as mercadorias no caixa. Deu o valor total, diferente do informado pela atendente da loja e quando foi questionada pareceu não gostar. Retirou o produto da embalagem e quando percebeu que o valor da mesma era diferente do que ela havia repassado disse: "colocaram etiqueta de R$ 185,00, mas que o valor correto era 195,00" . Fez -se um silêncio, como se ela esperasse que sua fala fosse o suficiente para que eu desconsiderasse a legislação, o valor repassado pela vendedora e da própria etiqueta do produto e pagasse o valor informado por ela. Como continuei olhando para ela, esperando que diante a função que executava, ela tivesse o conhecimento da Lei 10.962 - artigo 5º: “No caso de divergência de preços para o mesmo produto entre os sistemas de informação de preços utilizados pelo estabelecimento, o consumidor pagará o menor dentre eles”. Entretanto, para meu espanto ela, parecendo impaciente, disse que me daria um "desconto de dez reais". Mas não foi um desconto, foi o exercício do direito do consumidor, pagar o valor mais baixo. Foi constrangedor passar por essa situação diante de outros clientes que estavam em refeição no restaurante. Entendo que o pagamento da loja no restaurante possa atrapalhar, em virtude da demanda, mas isso não foi determinado pelos clientes e sim pela própria administração que estabelece o mesmo caixa para ambos. Além disso, na própria loja tem uma placa solicitando que se busque o atendimento no restaurante. Caso a funcionária não tenha ficado satisfeita com o valor do produto, deveria ter questionado quem etiquetou o produto e não constranger o cliente. Com certeza, nosso intento aqui não é reclamar pela cobrança de dez reais a mais, mas sim da conduta da funcionária, que agiu totalmente contrária à legislação vigente, em virtude desse valor. Enfim, lugar lindo, mas NÃO retorno...
Read moreA Gruta dos Índios de Santa Cruz do Sul é, na verdade, uma paleotoca. A constatação foi feita por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), integrantes do Projeto Paleotocas, coordenado pelo professor Francisco Buchmann. O geólogo Heinrich Frank e a graduanda de Geologia Camila Althaus estiveram no local na semana passada e, após a análise das feições existentes nas paredes da gruta, de um levantamento fotográfico e de uma avaliação da fauna, chegaram à conclusão de que o local é uma paleotoca, ou seja, um abrigo subterrâneo cavado por preguiças gigantes da chamada megafauna. Em todo o continente Sul-Americano existiam, até 10 mil anos atrás, animais de grande porte conhecidos como megafauna. Eram mastodontes, camelos, cavalos, ursos, tigres, lhamas, um animal semelhante a um rinoceronte sem chifres (Toxodon), preguiças gigantes e tatus gigantes. As preguiças gigantes tinham pesos a partir de 800 kg, portes de um touro adulto e patas com garras do tamanho de uma picareta. Na região existem paleotocas em Boqueirão do Leão, Bom Retiro do Sul, Agudo, Tabai e em Fazenda Vilanova. Conforme os pesquisadores da UFRGS, devem existir outros locais semelhantes em Passo do Sobrado e Vale Verde, onde os morros areníticos são muito propícios à existência e preservação de paleotocas. Para os pesquisadores, o reconhecimento da gruta de Santa Cruz do Sul como paleotoca ajuda a compreender a origem destas cavidades e a concluir sobre o modo de vida das preguiças gigantes. Os dados coletados serão comparados às paleotocas de Santa Catarina e Minas Gerais, onde já foram localizadas várias com as mesmas dimensões. Em breve, a equipe voltará ao local para efetuar uma medição detalhada das câmaras preservadas no...
Read moreCom certeza um dos melhores lugares de Santa Cruz do Sul. Natureza magnífica, lugar aconchegante e um excelente atendimento. Pedimos entrecot e picanha com acompanhamentos. Também duas caipirinhas uma de limão e outra de kiwi. Não precisamos esperar muito visto o pronto atendimento. Permanecemos entre 19:00 e 22:00 horas ao som de um DJ com músicas anos 80 no deck lado de fora do restaurante. O parque fica no meio de um corredor ecológico e é uma área de grande umidade. É um parque quase no meio do Cinturão Verde. O Cinturão Verde foi delimitado através do Decreto Municipal N° 4.117, de 26 de maio de 1994. Trata-se de um corredor de preservação ambiental Não é uma Área de Preservação Ambiental ou uma única área de preservação permanente. O Cinturão Verde é, na realidade, composto por propriedades públicas e privadas. A área é intocável, mas possui restrições e regras específicas para sua utilização. Quem entra no parque vê a primeira hidráulica municipal, instalada em 1907. Foi no final dos anos de 1990 que ocorreu o desligamento das hidráulicas originais da rede pública. A Gruta dos Índios de Santa Cruz do Sul é, na verdade, uma paleotoca. A constatação foi feita por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que o local é uma um abrigo subterrâneo cavado por preguiças gigantes. Quem chega no parque não tem como não não ficar maravilhado com sua beleza de cenário. A gente sente uma sensação de paz e sentir-se bem. Nos falta comprometimento com a natureza e com o mundo, precisamos uma mudança de cultura, principalmente adoção de atitude construtiva em relação a preservação do meio ambiente. Torço por dias melhores para esse belo parque. Torço que ele aumente em tamanho e...
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