Não existe pertencimento sem conhecimento histórico e cultural. Não existe pernambucano quando não se sabe o que é ser pernambucano: suas origens, suas influências, seus heróis e as lutas que moldaram este povo.
Quem não conhece, quem não vive, quem não se identifica com essa herança não é pernambucano — é um agregado, alguém que ocupa o solo sem compreendê-lo e que repete palavras vazias como se isso bastasse. Dizer que “Pernambuco é meu país” sem carregar sua memória é uma blasfêmia contra a própria identidade.
O verdadeiro pernambucano conhece cada marco, cada nome e cada feito que ergueram não apenas os alicerces, mas a sociedade pernambucana. O agregado, ao contrário, acha que basta falar “oxente” e “visse”, posar com um bolo de rolo ou declarar amor ao cuscuz. E mesmo isso faz de forma superficial, sem saber de onde vieram tais tradições.
Ser pernambucano não é caricatura, não é imitação. É consciência, é raiz, é sangue e é...
Read moreMuito preservadas as construções. Contato com a natureza. Belas paisagens. Marco histórico. Estrada de acesso está mal cuidada e não tem local para lanches ou refeições por perto. Existe no local umas mesas de concreto onde pode-se fazer pic nic. Recomendo o lugar para quer gosta de Contato com a natureza. Do mirante avista-se ao longe a Barragem...
Read moreNo local não existe um museu, apenas uma pequena capela vazia e uma escola de ensino fundamental. Foi nesse lugar que em 3 de agosto de 1645 aconteceu a primeira batalha entre os Holandeses que, na época dominavam Pernambuco, e os Portugueses saindo vencedores esses últimos. O passeio vale mais pela paisagem e visitação de...
Read more