Fui internada no Hospital São Luiz Morumbi no dia 18/09/2025 para realizar um procedimento estético. Minha experiência foi marcada por negligência, falhas graves de higiene, constrangimento com o uso da comadre, alimentação inadequada, descaso com dor e sono, e pressão indevida para liberar o quarto antes do horário contratado. Somente após registrar reclamações e acionar a ouvidoria é que recebi algum tratamento humanizado.
Inconsistência/risco de contaminação Recebi orientação para fazer a higiene pré-operatória com lenços umedecidos, mas o paciente precisa atravessar o trajeto do banheiro até a cama hospitalar descalço ou com o sapato trazido de casa, já que o hospital não fornece chinelo ou sapatilha descartável. Isso compromete totalmente a profilaxia.
Recuperação negligente Ao relatar incômodo na garganta após a cirurgia, recebi apenas a resposta de que “todos os pacientes reclamam disso”. Só me deram atenção após eu tossir muito, mesmo com diversos pontos no rosto.
Falta de assistência básica A refeição foi entregue após às 2h da madrugada, sem qualquer auxílio, mesmo sabendo que eu mal conseguia enxergar (fiz blefaroplastias superior e inferior) para me alimentar sozinha. Além disso, a dieta fornecida era inadequada para recuperação: excesso de carboidratos e açúcares (arroz, batata, suco industrializado, cupcake e gelatina para o jantar e apenas pães e mamão durante o café da manhã) e quase nenhuma proteína. A presença de uma nutricionista é inútil se não há opções ou adaptação do cardápio às necessidades de um paciente em pós-operatório.
Relatei dor (nível 4) e dificuldade para dormir. O anestesista havia deixado medicação disponível, mas a equipe simplesmente ignorou meus pedidos por horas. Mais tarde, alegaram que não dariam a medicação porque eu receberia alta às 8h30, sem nunca terem me informado disso. Eu havia pago por 24h de internação e contratado enfermeira particular para a alta ao meio-dia, conforme orientação da Clínica Due. Inclusive, houve ainda uma discrepância de R$ 3 mil entre a estimativa apresentada pela clínica e o orçamento enviado pelo hospital às vésperas da cirurgia.
Na primeira vez em que pedi ajuda para urinar, tentaram me levantar, mesmo eu estando tonta pelo efeito da anestesia, o que poderia gerar queda. Só então me trouxeram a comadre, mas a enfermeira demonstrou incômodo com a situação, me deixando constrangida. Em outro momento, acionei a enfermagem novamente porque precisava urinar. Um enfermeiro homem entrou, mesmo eu estando sem acompanhante. Pedi que chamasse uma mulher. Outra enfermeira veio, largou a comadre no quarto e saiu, sem dar instruções adequadas e sem voltar para recolher. Fiz xixi sozinha, na cama, esperando que ela retornasse (vide foto e vídeos). Como não voltou, precisei acionar novamente o botão de chamada. Quando finalmente entraram, a enfermeira recolheu a comadre, despejou a urina no banheiro sem usar luvas e logo depois mexeu no meu acesso intravenoso, ignorando qualquer protocolo de higiene. Além do constrangimento de passar por isso sozinha, ficou clara a falta de preparo e de empatia da equipe.
Além do episódio da comadre, não havia álcool gel ou material para higiene das mãos no quarto. A gaze com soro fisiológico para os olhos — essencial no meu caso — só foi trocada duas vezes em toda a internação. O Ar Condicionado só funcionou próximo das 6:00.
Quando minha enfermeira particular chegou, a recepção insistiu que eu já havia recebido alta, o que era falso. A liberação do quarto pareceu mais importante para o hospital do que a minha segurança como paciente.
Um hospital desse porte não pode tratar pacientes dessa forma. Minha sensação é de ter sido acuada, coagida e desassistida em um momento de extrema...
Read moreNão vá neste açougue.
Estou aqui para relatar os pesadelos dos meus últimos dias.
Dia 23/07 - meu marido deu entrada no pronto socorro com formigamento no braço. Fizeram todos os procedimentos e, como ele possui grau de risco, deram a opção de internar para fazer um exame NO DIA SEGUINTE chamado " Angiotomografia coronariana" com monitoramento da frequência cardíaca ( pressão/eco estavam ok). Sendo assim, como já estávamos no hospital, optamos pela Internação. Fomos informados de que seria UTI para cobertura do convênio.
Aí começa o pesadelo...
Foram várias medicações para que a frequência chegasse inferior a 60 BPM (O QUE NUNCA ACONTECEU)... ACESSOS PARA SORO E CONTRASTE ( UMA DAS ENFERMEIRAS PERFUROU O PUNHO DELE PARA PUNÇAR UMA AGULHA DE 18 CALIBRES.. SÓ MACHUCARAM... PESSOAL EXTREMAMENTE DESPREPARADO)! FORA TODAS AS INJEÇÕES DE ANTICOAGULANTES/ SORO E MAIS SORO/ REMÉDIOS
Eu estava lá e questionei quanto tempo demoraria para alcançar o tal batimento... me informaram que dependia dele, sem previsão, mas que no dia seguinte chegava... hahahahahaha...que piada!
Dia 24/07...UTI.. Espera e mais espera
Dia 25/07 - A médica foi visitar meu marido, que não tinha nem realizado o exame ainda, e informou QUE ELE TERIA ALTA NAQUELE MESMO DIA APÓS A REALIZAÇÃO DO EXAME.... Gente, onde vcs já viram UMA PESSOA QUE SE DIZ MÉDICA, deixar o paciente ainda mais ansioso com uma informação inverídica?
Pois bem, o tal exame foi realizado por volta das 13:30 -14:00 com o batimento em 62 (informado pela própria enfermeira do plantão horas depois).
Quando cheguei no quarto às 16:00, ele estava feliz e ansioso pela ALTA! PORÉM, SEM NENHUM RETORNO DO EXAME! E o acesso do CONTRASTE.. RETIRADO!!!!!
MAIS TARDE, por volta das 19:00, a tal da enfermeira avisou que O EXAME SERIA REFEITO (novas perfurações, mais e mais remédios, ansiedade e DINHEIRO.... TUDO POR DINHEIRO) pois, como o exame foi realizado com o batimento acima de 60.. o radiologista NÃO CONSEGUIA FINALIZAR O LAUDO/ CONCLUIR O EXAME!
Para finalizar o dia, não tinham médicos disponíveis para dar uma satisfação da irresponsabilidade do hospital.
Dia 26/07 - HOJE...Mais um dia.... aguardando o final do pesadelo... NADA DO BATIMENTO BAIXAR, MUITO MENOS TENTATIVAS DO HOSPITAL EM APLICAR UMA INJEÇÃO (QUE ERA POSSÍVEL COMO ELES RELATARAM) , OUTRO MEDICAMENTO, OUTRO PROTOCOLO!!! Nadaaaa...
Liguei no hospital, falei com uma fulana que não resolveu absolutamente Nada!!! imprestável! Gerente sei lá o que deste AÇOUGUE!
HOJE OS BATIMENTOS ALCANÇARAM 61 POR DUAS VEZES... FOMOS INFORMADOS NA PRIMEIRA VEZ que não tinha vaga para realização do exame e na segunda vez.. NÃO TINHA MÉDICO CARDIOLOGISTA PARA ACOMPANHAR O EXAME AOS FINAIS DE SEMANA.....QUE ABSURDO!!!!
ENFIM... CANSAMOS DE SER TROUXAS...MEU MARIDO PEDIU ALTA E ESTAMOS EM CASA!!! SEM LAUDO, SEM RESULTADOS, SEM NADA!!!! À DERIVA ! SEQUER DERAM O ENCAMINHAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO EXAME EM OUTRO LOCAL SOB A JUSTIFICATIVA..." VOCÊ ESTÁ ABANDONANDO O TRATAMENTO"
LIXOS!
Vale dizer tbm que para os acompanhantes não há alimentação, água, NADA!!!! MUITO MENOS SATISFAÇÃO!
UTI cardiologista Quarto 1624
Informações para ciência do caso! Neste número que vcs deixam nos comentários .. " para ligar e entender o caso" só tem atendentes mal educadas para cumprimento de tabela!
Quero saber da Ouvidoria/dos grandes do hospital.. .ISSO ESTÁ CORRETO? É...
Read moreMinha mãe, que é idosa e estava acompanhada de seu esposo, também idoso e vulnerável, procurou o pronto-socorro do referido hospital com intensas dores abdominais. O atendimento médico inicial foi insatisfatório, realizado por um médico o qual reclamei na ouvidoria do hospital. O médico solicitou exames para Covid-19 e Influenza, o que já causou preocupação em minha mãe devido às suas dores abdominais. Ela expressou à enfermeira, no momento da coleta dos exames, que não desejava realizar nenhum exame que não fosse coberto pelo convênio, e foi informada pela enfermeira de que não havia nenhum exame nessa situação. Apesar disso, após retornar para avaliação, o médico apenas receitou analgésicos e liberou ela, instruindo-a a aguardar os resultados dos exames em casa. Os resultados dos exames, como esperado, foram negativos para Covid-19 e Influenza, e as dores abdominais persistiram. No dia seguinte, 1º de maio de 2025, precisou retornar ao hospital em estado de piora, evacuando sangue e com dores insuportáveis. Desta vez, foi atendida e medicada adequadamente, porém, após alguns dias, recebemos uma cobrança no valor de R$ 398,73 por exames não cobertos pelo plano de saúde, de gripe, quando seu quadro era intestinal. Diante dessa cobrança, entrei em contato com a ouvidoria do hospital, na qualidade de responsável por minha mãe. Informei que ela sempre questiona os exames que realiza, pois é minha dependente e teme ser cobrada por procedimentos adicionais, uma vez que nem ela nem meu pai, que a acompanhava, possuem condições financeiras para arcar com tais despesas. Relatei o ocorrido à ouvidoria da instituição, incluindo o péssimo atendimento recebido pelo primeiro médico, que solicitou exames cujo motivo a médica que a atendeu no segundo dia não compreendeu. Além disso, ressaltei que o único termo referente a cobranças é o mesmo que assinamos na entrada para iniciar um atendimento, sem qualquer especificação clara sobre o que seria cobrado à parte, o que denota, além da má-fé, um enriquecimento ilícito diante de pessoas vulneráveis em um momento de dor, especialmente idosos. Acrescento, dado de extrema relevância, que a Ouvidoria, após solicitação de cancelamento da cobrança de minha parte, não respondeu ao meu chamado (OUV992107) com a negativa por escrito. Me posicionaram que a cobrança era de ordem "legal" apenas por telefone, mesmo tendo eu solicitado o retorno deste modo (por escrito). Um hospital que no mínimo usa de má fé, violando o Código do Consumidor, para tirar dinheiro mesmo de seus clientes/ pacientes... o que é...
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