Única em Portugal por ser uma construção em tijolo. Do projecto românico primitivo susbsiste a cabeceira, tripartida e escalonada quer em altura, quer em dimensão. Nos dois primeiros níveis de arcadas cegas, os vãos caem na mesma prumada, ao contrário do terceiro, cujos contrafortes assentam sobre o fecho dos segundos arcos. Campanhas arqueológicas revelaram todo o flanco esquerdo do corpo, também de ladrilho e com contrafortes exteriores que se ligavam a pilastras interiores adossadas. Os muros exteriores são decorados com grandes arcaduras cegas, de arco duplo a pleno centro, que ritmam horizontalmente a totalidade dos alçados. A decoração é estritamente geométrica, com molduras salientes e frisos em dentes de serra. A cabeceira da igreja não tem paralelo na arquitectura românica portuguesa, ao conjugar a influência da escola borgonhesa, divulgada pelos cistercienses, com o recurso ao tijolo como material de construção, opção também presente nos cubelos do Castelo de Bragança e que a inclui no românico mudéjar, com paralelos em alguns templos do norte de Espanha e de Itália. Também existem similitudes entre a cabeceira de Castro de Avelãs e as das igrejas de S. Martín de Cuellar, em Segóvia, e Peñarandilla, em Salamanca e Medina del Campo em Valladolid e...
Read moreSuch a beautiful monument, older than the city of braganza and it was closed on a Saturday afternoon. Local people said neither Bragança municipality neither the church invest in it, they don't even finance the electricity. Its an absolute shame the negligence local government deals with this situation. Locals said you Could visit it during church time,...
Read moreO Mosteiro de Castro de Avelãs, em Bragança, é um exemplo único em Portugal pelas suas características arquitetónicas singulares. No entanto, é absolutamente lamentável o estado de inacessibilidade em que se encontra. O espaço não está aberto ao público de forma regular — a chave fica à guarda de uma cidadã local que apenas aceita abrir a igreja ao domingo, na hora da missa. Isto é absurdo, considerando que o local atrai visitantes de todo o mundo. Nem a porta principal está aberta, obrigando alguns turistas a atos impensáveis para tentar vislumbrar o exterior. É incompreensível que um património desta relevância esteja à mercê da boa vontade de uma única pessoa. Este mosteiro devia estar preservado e disponível, com um horário de visitas digno, para que todos pudessem apreciar a sua riqueza cultural e histórica. Um verdadeiro tesouro nacional mantido...
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