Mosteiro de Santa Maria das Júnias A origem do Mosteiro de Santa Maria das Júnias é incerta, no entanto, alguns autores defendem que este surge de um ermitério fundado no século IX. Em termos tipológicos enquadra-se no estilo românico, apresentando uma só nave com capela-mor de paredes retas e planta retangular, embora apresente também características do estilo gótico. Até meados do século XII os monges de Santa Maria das Júnias seguiram a regra beneditina, posteriormente, adotaram a regra de Císter. Quanto à filiação, esteve ligado, em períodos alternados ao Mosteiro de Osseira (Galiza) e ao Mosteiro de Santa Maria do Bouro. Uma inscrição gravada em dois silhares na fachada lateral Norte da igreja é a única data segura que se dispõe, «Era Ma Ca L XXXVa» que deve ser lida como «Era Hispânica de 1185, Anno Domini de 1147». Curiosamente, esta é a data que Dom Afonso Henriques conquista Lisboa aos mouros, com a preciosa ajuda do então Bispo do Porto, Dom Pedro Pitões. Nas inquirições régias de D. Afonso III, em 1258, é referida uma doação de D. Afonso Henriques ao mosteiro e em 1271 este recebe 100 libras deixadas em testamento por D. Afonso Ill. No final do século XV, depois da morte do abade Dom Gonçalo Coelho, o mosteiro entrou em decadência, tendo sido abandonado por volta de 1520, ano em que o comendatário Estêvão da Costa, clérigo secular, tomou a seu cargo o governo da Igreja de Júnias. Nos dias 27 e 28 de janeiro de 1533 o mosteiro foi visitado por Dom Edme de Saulieu, abade de Claraval. Segundo os relatos de Bronseval, que o acompanhou, à excepção da Igreja, as dependências monásticas encontravam-se em ruínas e despojadas de monges. Em 1566é retomada a vida monástica, passando a ter como abade regular Dom Valeriano de Villada. Apesar de haver documentos que nos informam sobre várias campanhas de reforma entre 1726 e 1728, segundo nos informa o visitador de Osseira, o Mosteiro encontrava-se em grande decadência, acabando mesmo por se extinguir a sua atividade em 1834 / 1935, tendo como último monge Frei Benito Gonçalves, que até falecer passou a ser pároco de São...
Read moreA somehow eerie experience. It's like around 500m walking down in a rocky path after the parking area. I went there in the end of the afternoon ... I was almost alone. A few more there. It's a very very old place (IX century?) In ruins . Except the monastery itself everything else almost has no walls.. Its located way down in a small creek valley surrounded by trees with almost no light in that time of the day.. I didn't see anyone when I arrived down there. so.. it's was kind of creepy. ... But it was a great experience. My advice is to do the same... Go alone in the end of the afternoon.. not night. It's a tricky path. Either way..it's beautiful and a must see if you visit...
Read moreThe Convent of Santa Maria de Júnias, in the lands of Barroso, already existed in the ninth century, long before the foundation of the nationality, and had a rich history until recent times. Today, it is in a shocking state of degradation. A sign informs that it is an "unstable ruin" in "risk of collapse," an explicit way of announcing that it is likely to fall down and nobody cares. In a few years, we will only be able to watch it as a video show at the Montalegre Museum: the real monument will have disappeared. Sad generations, those that must watch in multimedia, in the aseptic seclusion of a museum, the treasures their...
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