Bar do Abílio! Em cinco de janeiro de 1969 começava a história de um bar que sempre existiu no mesmo endereço, na rua Fonseca Hermes, número 180, quase esquina com a rua Batista de Oliveira. Ali, o simpático Abílio, natural da cidade de Piau/MG, abriu uma mercearia de nome Colorado, vendendo os mais diversos produtos como bananas, galinhas, buchas vegetais, mantimentos e produtos paraguaios. Eu mesmo, que na infância fui morador da rua e vizinho do bar, me lembro da mesa com bananas na porta do lugar sempre que eu passava por ali voltando da escola. Com o passar dos anos surgiu o bar, e com eles os pratos de boteco mais clássicos da casa e daquele pedaço do centro juizforano, como o fígado com jiló, o chouriço e tantos outros que sempre foram acompanhados pela famosa pinga com mel. Sobre a porção de fígado eu, já adulto, me recordo dela servida exclusivamente com cebolas, sempre em rodelas, sem desfazer o anel, resultado do capricho de sempre do Abílio. É uma facilidade pra comer o petisco com a cebola, devidamente pinçada pelo palito junto ao naco de carne macia e suculenta. Pois esse mesmo prato recebeu a sugestão de uma cliente que, apreciadora do fígado com jiló preparado na chapa lá no Mercado Central de BH, sugeriu a inclusão do fruto na receita daqui. Pois não foi fácil achar o ponto certo para incluir esse ingrediente: hora desmanchava, outra vez ficava amargo demais e, no fim voilà: uma receita novinha em folha, com a tradição e a habilidade deste simpático cozinheiro, que prepara tudo com maestria ali mesmo, dentro do bar e bem próximo dos seus clientes. Aqui tudo é feito na hora, “na lata”, ali mesmo na nossa frente E o resultado de toda essa persistência, capricho e habilidade foram coroadas com o título de campeão do concurso Comida di Buteco, quando esse mesmo fígado com jiló levou o caneco na estréia do concurso em nossa cidade, garantindo até a publicação na receita do livro nacional do concurso. Que inveja deve ter ficado o pessoal de BH, né?! Desde então foram mais títulos, clientes novos, receitas campeãs e muita história boa pra contar. E tudo isso será reunido numa comemoração bacana, pra festejar tantas memórias legais e curiosas. Vai rolar uma baita festa no dia 10 de fevereiro, com open food, open bar e com muito samba pra embalar o evento lá na fábrica da Cervejaria Golem. Não tem...
Read morePÉSSIMO: ATENDIMENTO MAIS AMARGO QUE O JILÓ SERVIDO. Esse senhor fofinho da foto, se aproveitou do fato de sermos mulheres e nos constrangeu. Eu e mais duas amigas. Pq? Devido uma confusão, por parte do garçom em atender nosso pedido de uma mísera porção de jiló!!! O Abílio (dono do bar tradicional em Juiz de Fora que leva seu nome) gritou descontrolado com a gente, no meio da rua e na frente de outros clientes, porque não quisemos a porção de carne seca, que ele tinha "esquentado a cara no fogão" para fazer. Sendo que nem foi esse o pedido, já que uma de nós é vegetariana. Estou aqui tornando pública a situação, que poderia ter sido resolvida com uma simples conversa. Até pq eu já tinha até aceitado consumir a tal porção da discórdia, depois que viesse a de jiló (que eu nem gosto). Enfim. Amargamos injustamente com o valor da comanda, e fomos embora, porque tem coisa que a gente engole seco pra não se desgastar mais. Ah! E apesar desse infortúnio, a porção foi muito bem aproveitada (espero) por um senhor que trabalha com reciclados que estava...
Read moreAtendimento ruim. Limpeza ruim, mas as porções são feitas "ao vivo" pelo Abilio. Os tradicionais frequentadores são bem tranquilos. As vezes aparecem uns nóia, mas buteco tem dessas coisas. É um bom buteco que ganhou uma certa fama pelo seu dono. Vida longa ao Abilio. Ele é que faz esse buteco ter vida. Melhor fígado com jiló de buteco. Bem fresco, mas talvez meio oleoso. Não sinto o gosto do jiló, mas é tudo bem limpinho apesar de super simples. Podia ter mais mel na cachaça, que podia ter mais identidade, mas o preço do "mé" é muito bom! Porções um pouco pequenas, mas são muito bem feitas pelo Abílio....
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