Estive entre os dias 3 a 11 de maio em visita à Rondônia a fim de conhecer o Forte Real Príncipe da Beira, no município de Costa Marques. Aproveitei para dar um giro pela cidade de Porto Velho e conhecer o que ela tinha de melhor, cafeterias, restaurantes, atrações como o descuidado Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e o surpreendente Museu Internacional do Presépio. Fui convidado por amigo da região a visitar o pub onde se tocava rock. Gostei da boa impressão que a casa causou de início, decoração sui generis, banda perfeita, cervejas artesanais de diversas partes. Quando terminei de tomar um rótulo da Louvada Cervejaria, pedi água da casa para limpar o paladar e assim tomar a próxima que havia pedido. Uma atendente trouxe água mineral e tentei explicar que queria água filtrada, aquela que qualquer estabelecimento oferece em outras cidades do país, a chamada água da casa. No que a atendente chamou a dona do estabelecimento e esta afirmou que o Código de Defesa do Consumidor não obrigava a casa a dar água para seus clientes. Tentei explicar novamente, e citei leis que garantem água da casa em cafeterias, bares, restaurantes... e que talvez eles não soubessem disso. De qualquer forma, usando bom senso, nem de lei precisavam para oferecer água a um cliente que, além de pagar para entrar no estabelecimento(25 reais), tinha dinheiro para pagar um rótulo que custou 30 reais e outro a 20 reais. Ao retornar para o hotel, tentei entrar em contato pela conta por meio das redes sociais, printei e enviei notícias das leis que garantem água da casa. A partir de então, o que tinha sido apenas um mal-estar descambou para baixaria. A primeira contra-argumentação foi um xingamento. Fiquei sabendo que os prints do diálogo que tinha enviado a algumas pessoas que conheci na cidade tinham sido postados em grupos locais das redes sociais. O estabelecimento soltou uma nota de esclarecimento tentando me vilanizar: disseram que eu tinha 'exigido' água filtrada, uma imagem até ridícula de se ter; que eu era 'coisa mandada' de alguém; como se não bastasse o grau de mania de perseguição, que eu estava querendo manchar a imagem da cidade e do estado; chegaram a me caluniar e dizer que eu tinha editado o diálogo e que a parte presumidamente indecorosa do meu turno tinha sido retirada (um especialista da área de tecnologia facilmente consegue provar a veracidade do diálogo, além de identificar os aparelhos envolvidos na conversa. Desafio o estabelecimento a fazermos a averiguação); na nota, o pub diz que eu tinha tumultuado o lugar por conta de um copo d’água, o que posso negar, ainda que com algum constrangimento, pois estava acompanhado, logo, tenho testemunhas, mas me pergunto por que não chamaram os seguranças do lugar para me retirar do estabelecimento se tinha eu causado problemas? Isso definitivamente não ocorreu. No entanto, em nenhum momento da nota de esclarecimento, eles negaram que tinham sido inadequados, para dizer o mínimo, ao tratar com um cliente. Ainda que fosse o caso de um ato desonesto da concorrência, há outras maneiras de administrar uma situação indesejada. Deixo aqui esse registro para que fiquem atentos e se for possível deixem para pedir a água da casa em outro lugar. De Porto Velho e de Rondônia, não tenho nada a dizer a não ser que fui bem tratado em todos os outros lugares, da feira de artesanato nos galpões da Madeira-Mamoré a uma cantina de italianos que furaram uma rocha para...
Read moreMedieval Vibes, Epic Bands… But Premium Pricing… Pub Bar Informal is pure magic! Stepping inside feels like entering a fantasy tavern—think bottle-lined walls, eclectic medieval decor, and expertly crafted cocktails. We visited on Wednesday, and the energy was electric thanks to two incredible rock bands that were the absolute hit of the day! Staff were friendly, and the house drinks (like their mojitos) are must-tries. Heads-up: There’s a cover charge (worth it for the live music!), and premium spirits come at steep prices. Our group was stunned when our tab for one bottle of Buchanan’s whiskey and a coconut water totaled about 750 reais—far beyond Porto Velho’s typical pricing. Go for the unbeatable vibe and live shows, but confirm high-end drink prices upfront...
Read morePrimeira vez q fui, achei a energia do lugar boa, a "decoração" (entre aspas pq a ideia dos objetos mediaveis, as histórias por trás, inclusive daquele trono lá q é um baú e tal, perfeito. Mas do que adianta querer expor tudo isso e não manter pelo menos sem poeira? Não dá nem de tirar foto, os vidros todos manchados. Tipo, pra que investir, expor e não cuidar?), a música... Muito bom, de verdade. O valor das bebidas não é lá essas coisas de cara, achei na média (ao contrário de um bar de beira de esquina que fui, onde só a dose da tequila era R$ 30 (???)). Quero ir mais vezes e me arrependo de não ter ido antes. Ah, o único ponto negativo é aquele caixa lá. Entendo que querem a casa cheia, mas acredito que esteja na hora de pensar em uma solução ali, por que se querem entupir o lugar de gente, nenhum cliente é obrigado a ouvir do cara lá "sou só um gente!". A culpa é de quem q tu é só um? Então, é de se...
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