Estou conhecendo Capitólio com a irmã e amigos da Dinah Turismo. Está sendo uma experiência emocionante. O lugar é lindo e por ter passado pelo acidente horrível e triste nos traz uma certa tristeza ao ver tanta beleza atrás de uma tragédia. Mas o guia turístico disse que a tragédia trouxe para o local organização e cuidado redobrado. Estamos sendo conduzidas pelo guia turistico Murilo. Um rapaz muito prestativo, atencioso e feliz. Indico esse passeio a todos. Mas tem que está preparados para muita aventura. Na mala trazer sapatilha aquática, tênis e algumas vezes chinelo. Aqui está repleto de cascalho e por isso escorrega e tem que ter atenção redobrada. Roupas de banho , roupas leves e confortáveis. Ficamos no Hotel Vila Rica muito simples mas tem um belo e gostoso café da manhã. Nesse momento de muito calor eles estão sem ar condicionado e estão utilizando ventilador. O problema está por conta de autorização de uma empresa. Mas tenho certeza que dá próxima vez já estará resolvido. Façam esse passeio. A região é cortada por São José da Barra, Passos, Capitólio e Alpinópolis. Todos muitos simpáticos. Recomendo muito. Feliz por não ter escutado uma opinião onde disseram que o passeio não valia a pena. Para viajar é preciso está aberto para os contra tempos, para aventuras e para o certo e o incerto. Gente por favor viagem com...
Read morePaisagens maravilhosas! Encantador como a própria natureza reconstrói o que ser humanos muitas vezes altera! Confesso que sempre quis conhecer esse lugar, porém fiquei muito receoso depois do triste e infeliz acidente ocorrido. Mas infelizmente algumas ações de seguranças só são tomadas depois de trágicos acontecimentos, o que aconteceu em Capitólio com os passeios de lanchas. Agora são obrigatórios coletes salva vidas próximo aos Cânions, com limite de aproximação bem distante dos paredões, entradas limitando o número de lanchas e vistoriadas por fiscais, garantindo os procedimentos agora adotados. Também não é mais permitido banhos nos locais e as lanchas nem podem parar, mantendo uma velocidade baixa só para passar rapidamente pelo local. Mas as imagens são...
Read moreO ponto já foi de acesso público e irrestrito. Há alguns anos, colocaram uma cerca. Em seguida, pessoas apareceram e começaram a controlar a entrada. O passo seguinte foi começar a cobrar a entrada, um preço exorbitante e nenhum retorno ao turista. Não demorou e um 'dono' apareceu, anunciou a construção de um parque enorme e obstou completamente o acesso da população. Agora as máquinas estão destruindo toda a vegetação no entorno para erguer um hotel à beira do lago. Curioso que, em tese, o espaço é serventia pública em função da rodovia e área de preservação permanente porque é parte de um Parna e limítrofe a um curso de água federal. Cadê a fiscalização do poder público sobre as obras? Não é coincidência a quantidade de mortes 'acidentais'...
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