Eu sempre faço questão de fazer minhas avaliações pq eu mesma sigo sempre conselhos de outras pessoas. Acho que o Feedbacks da Internet é muito útil. Eu mesma estou numa cidade aonde eu não conheço absolutamente nada. E de primeira segui a sugestão do YouTube. Vou até deixar aqui, pra você não irem!!!! (Restaurante boteco do caranguejo) ATENDIMENTO PÉSSIMO. Comida cara e nada atraente. E detalhe poucas opções. (Uns 15 minutos do barari). Nós saímos super frustrados. Aí desistimos voltar para o hotel. Sem menos esperar e nem tínhamos mais interesse de ir a lugar nenhum. E nós separamos com o BARARI. Aí paramos pra ver sem compromisso. Já de entrada FOI MUITOOOOOOO BEM RECEBIDOS (pelo rapaz que fica no estacionamento) rapaz muito receptivo e simpático… Ao entrarmos fomos abordados por outro funcionário, super simpático tbm. (Nos falamos que entramos apenas pra olhar, e agradecemos) mais 4 passos que demos, outro funcionário. (Dando boas vindas e caso precisasse poderia chamar) eu achei surreal o atendimento, totalmente diferente do que havíamos passado no outro. ÚNICO PONTO NEGATIVO, que você paga 40 reais por pessoa (eles justificam que é a pulseira, mas é tipo um pagamento pra entrar no estabelecimento) MESMO ASSIM, COMPENSA TAAAA!!!!! Lugar é mágico, muito agradável! Após as 16 h eles cobram 20 por pessoa. Que foi o nosso caso. + couver. Nós gostamos muito, e foi oq a gente tem de bom pra falar e recomendar da cidade. Meio que esse restaurante salvou nosso passeio na cidade. AHHHHH DETALHE, nós comemos uma pastinha empanada de caranguejo, SURREAAAAAL DE BOA, e outro detalhe mega importante. Chegou em 15 minutos. (Quentinho). Enfim. Deixo aqui minha sugestão pra quem procura igual a mim, e outro parabenizar a equipe e a gestão. Vocês são...
Read moreGostaria de registrar minha insatisfação em relação à experiência extremamente desagradável e constrangedora que meu grupo e eu tivemos no estabelecimento na noite da virada do ano.
Estávamos em um grupo de oito pessoas, todas de fora da região, e escolhemos o Barari como um dos locais para celebrarmos o Réveillon. Ao chegarmos, não fomos devidamente informados sobre o funcionamento do local. Alguns amigos do grupo entraram na frente, enquanto os últimos — entre eles, eu — fomos recebidos com uma taça. No entanto, ao questionarem sobre uma pulseira que não possuíamos, não fomos impedidos de entrar.
Poucos segundos depois, um homem que parecia ser responsável pelo estabelecimento se aproximou de maneira extremamente agressiva. Quando informamos que não tínhamos a pulseira, ele imediatamente nos mandou sair, sem qualquer tipo de explicação. Ele fez isso de forma desrespeitosa, nos expulsando publicamente.
Tentei sinalizar para os demais membros do grupo que já haviam entrado, mas a abordagem continuou de forma grosseira. A humilhação foi tanta que mesmo os demais integrantes do grupo, que já estavam dentro do estabelecimento, foram expulsos no meio dos demais clientes. Mesmo explicando que estávamos dispostos a pagar para regularizar nossa situação, o funcionário continuou com atitudes humilhantes, retirando a taça de minha mão de maneira ríspida, jogando bebida em nós, molhando nosso grupo, e quebrando as taças no chão. Ele ainda gritou, nos expondo.
Esse tipo de atendimento não condiz com o padrão mínimo de respeito que qualquer cliente espera de um estabelecimento, especialmente em uma data tão significativa quanto a...
Read moreHoje estava com muita dor no ombro esquerdo. No final da tarde, resolvi ir à praia e dar um mergulho. Lembrei-me da recomendação de minha amiga Gláucia: - Dá umas braçadas que melhora. Foi o que fiz. E qual não foi minha surpresa ao receber de Deus a prescrição de ir dançar no Barari. Nem discuto, só obedeço. E lá fomos nós, eu e minha parceira de dança, Raquel. Eu já havia denominado Barari como o lugar mais “good vibe” de Guarapari. Mas parece que minha filha encontrou um descrição bem melhor: “folheto de Testemunha de Jeová”(se não sabe do que se trata, olhe no Google), onde pessoas, crianças e animais convivem em perfeita harmonia em meio à natureza. Felizes! Sim, esse lugar existe. Lá não importa a idade, a cor, o tamanho, a altura, a largura, a forma, a vestimenta, o cabelo, a opção sexual, se está só ou não e as marcas que o tempo tenha deixado no seu corpo ou no seu coração. O que realmente importa é a alegria contagiante que acontece quando seres humanos se unem com o objetivo de celebrar a vida e vibrar amor. Lá se pode ver o sorriso das almas sobreviventes de tantas lutas (“pois cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”) refletido nos lábios, na dança, no canto. O encanto acontece. Já vi sol se pôr, lua nascer, tufão, tornado, chuva, céu estrelado... Sempre deu bom. Lugar abençoado. Eu só tenho a agradecer a Deus e à família Barari por ter tornado esse empreendimento um “negócio social”, e diria até de utilidade pública, apesar de ter fins lucrativos. Porque quem lucra mais somos nós, que recebemos inúmeras curas nessa linda terapia em...
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