Figueira da Vila localizado na Rua 1, lote 2 - Vila Planalto, fone 3081-0541, próximo ao Restaurante Traíra sem espinha. O restaurante trabalha com cardápio e sua especialidade são cortes de carne uruguaias, argentinas e brasileiras. Está instalado no térreo, de um terreno de esquina com estacionamento próprio na lateral e ruas adjacentes. Antes da entrada, existe uma varanda com mesas onde também se é servido. Ao entrar no estabelecimento, nota-se, envidraçado, o tronco da árvore figueira, que cobre todo o restaurante e até alguns vizinhos, muito bonito. Possui ar condicionado, porém nem todos estão à disposição. O interior é propositadamente escuro, porém o salão principal necessita de uma pequena reforma e nova disposição das mesas e móveis, bem como, conjuntamente uma pequena modernização na iluminação. Como já observado, o Figueira da Vila, tem como característica, cortes de carne uruguaia e argentina e brasileira, podendo ser acompanhadas com: arroz, purê de batata, salada, etc. O Chef que montou o cardápio não está mais no restaurante, mais deixou um bom legado. Ainda com relação aos pratos, o cardápio permite variar entre opções de pratos individuais ou duplos, permitindo assim, dois (2) casais experimentarem até quatro (4) pratos em uma visita. O preparo, sabor e apresentação dos pratos, surpreenderam, pois até sermos servidos, o ambiente escurecido não estava agradando (a mim). São incritos no ifood. As bebidas são geladas, optamos por caipirosca. O serviço dos garçons foi bom, onde não apresentou críticas. O funcionamento é de terça feira a domingo de 12h às 24h e o contato é 3081-0541. Tanto a limpeza/higiene dos talheres, pratos, paredes, chão, banheiros e dos funcionários, não foi observado nada que desabone. Finalizando, tanto a conta como a nota fiscal não demoraram ... 👍. Com excessão do ambiente mais escuro que o normal, não foi encontrado nada que desabone o restaurante Figueira da Vila, portanto RECOMENDO. Há!! Os preços ... um pouco acima dos demais restaurantes da Vila Planalto, mas vale a...
Read moreUma das piores experiências. Não dá pra confiar totalmente nas avaliações do Google sem um relato. A péssima experiência ocorreu numa segunda-feira onde eu e a minha família éramos os únicos clientes do restaurante, sério, não tinha mais ninguém. Outra dica, se estiver com pouco movimento o local, melhor ir para outro. No meu caso, sentei e fui atendido, pedi recomendação da casa para não ter erro, o garçom estava com dificuldade para entender. Feito o pedido aguardamos. Falaram que empanada iria demorar, mas veio rápido. Havia pedido o bife de chorizo e bombom da alcatra. Em um determinado momento fui ao banheiro, no caminho da pra ver a janela da cozinha e a parrilla, para a minha surpresa, a parrilla estava limpa e desligada... sim não estava acesa, não tinha ninguém operando hahahaha mas tinha uma chapa de aço em cima do fogão com 2 carnes. Não podia acreditar, fui até o banheiro e voltei, será que tinha me enganado? Quando voltei a minha mesa. Chamei o garçom para confirmar, e ele falou que na segunda-feira ele não ligavam a parrilla, mas que se eu aguardasse 40 min eu receberia a minha carne. Ou seja, se eu não tivesse visto, teria sido feito de trouxa. Impressionante, como tratam o cliente. Se o movimento é fraco, não abra na segunda-feira, se quer abrir explique ao cliente o que ele vai receber, mas tentar enganar não pode. Na mesma hora liguei no Toro, a atendente explicou que só poderia atender até às 22h, pois teriam que fazer uma manutenção. Resolvi ir no Toro e foi a melhor decisão. Na Figueira da Villa não volto mais. Fico imaginando a qualidade da carne que eles utilizam. A única coisa certa que fizeram foi não me cobrar o que tinha consumido até o...
Read moreSou cliente, ou melhor, era cliente assíduo desse restaurante. Infelizmente não posso mais fazer elogios a um restaurante cujo dono se mostra conivente com o desrespeito aos seus próprios clientes. Cheguei para o almoço por volta de 12:30h e, após nos sentarmos na varanda, o garçom veio nos avisar que o “cliente” que também estava na varanda iria ascender um Charuto. Caso eu me incomodasse com o cheiro, teria a “opção” de sair da varanda e ir para dentro do estabelecimento. Eu sempre almocei naquela varanda. Avisei que ficaríamos na varanda e se o odor do charuto me incomodasse, entraria. O “cliente fumante” do jeito que estava, permaneceu. Fomos tomados pela indignação. Como assim? A única opção que eu tinha era almoçar do lado de dentro ou ir embora? Resolvemos entrar para evitar o trabalho de procurar um outro local para almoçar àquela altura do campeonato.Por que aquele “cliente” era tão especial assim? Questionei e a resposta foi que aquele era um “cliente assíduo”... Ok. Não vale a pena discutir quando se tem esse tipo de resposta. Importante ressaltar que o dono estava lá, ouvindo a nossa indignação e, do jeito que estava (omisso), permaneceu. Ficamos com a sensação de que esse restaurante era o quintal da casa desse “cliente” assíduo deles... O pior de tudo: o charuto era tão nojento que a fumaça adentrou o ambiente do restaurante. Um absurdo. Resumo da ópera: NUNCA MAIS PISO ALI!!! E recomendo a todos que pensem duas vezes antes de visitar...
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