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Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos — Attraction in Região Geográfica Imediata de Belo Horizonte

Name
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Description
Nearby attractions
Sabará Historical Center
R. Luís Cassiano, 20 - Centro, Sabará - MG, 34505-010, Brazil
Casa Borba Gato
R. Borba Gato, 71 - Centro, Sabará - MG, 34505-830, Brazil
Gold Museum
R. da Intendência, s/n - Centro, Sabará - MG, 34505-480, Brazil
Chafariz do kaquende
R. da República, 68-124 - Centro, Sabará - MG, 34505-130, Brazil
Solar do Padre Correa
R. Dom Pedro II, 200 - Centro, Sabará - MG, 34505-000, Brazil
Nearby restaurants
Padaria Vô Pedro
R. Comendador Vianna, 310 - Centro, Sabará - MG, 34505-340, Brazil
Cê qui sabe
R. Mte. Caetano, 56 - Centro, Sabará - MG, 34505-320, Brazil
Quintal do Ouro - Rota 66
R. do Carmo, 66 - Centro, Sabará - MG, 34505-460, Brazil
Bitaca Sanduíches
R. Princesa Isabel, 21 - Centro, Sabará - MG, 34505-820, Brazil
Barril Chopperia Pizzaria e Churrascaria
Av. Pref. Serafim Mota Barros, 178 - Centro, Sabará - MG, 34505-420, Brazil
Restaurante do Amigão
R. Jorge Urbano Benfica, 181 - Centro, Sabará - MG, 34505-390, Brazil
Sebastião - Sabará
R. João Batista Campanha, 34 - Terra Santa, Sabará - MG, 34505-535, Brazil
Bella Pizza
R. João Hamacek - Praia dos Bandeirantes, Sabará - MG, 34525-000, Brazil
Nearby hotels
Pousada Villa Real
Av. Pref. Serafim Mota Barros, 76 - Centro, Sabará - MG, 34505-440, Brazil
Pousada Solar dos Sepúlvedas
R. da Intendência, 371 - Centro, Sabará - MG, 34505-480, Brazil
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Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
BrazilMinas GeraisRegião Geográfica Imediata de Belo HorizonteIgreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Basic Info

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Praça Melo Viana, s/n - Centro, Sabará - MG, 34505-000, Brazil
4.7(196)
Open 24 hours
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spot

Ratings & Description

Info

Cultural
Scenic
attractions: Sabará Historical Center, Casa Borba Gato, Gold Museum, Chafariz do kaquende, Solar do Padre Correa, restaurants: Padaria Vô Pedro, Cê qui sabe, Quintal do Ouro - Rota 66, Bitaca Sanduíches, Barril Chopperia Pizzaria e Churrascaria, Restaurante do Amigão, Sebastião - Sabará, Bella Pizza
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Casa Borba Gato

Gold Museum

Chafariz do kaquende

Solar do Padre Correa

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(772)

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Casa Borba Gato

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4.4

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Gold Museum

Gold Museum

4.6

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Chafariz do kaquende

Chafariz do kaquende

4.8

(339)

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Wed, Jan 7 • 8:30 AM
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Wed, Jan 7 • 5:45 PM
Belo Horizonte, State of Minas Gerais, 31365-450, Brazil
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Fri, Jan 9 • 9:30 AM
Belo Horizonte, State of Minas Gerais, 30190-006, Brazil
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Nearby restaurants of Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

Padaria Vô Pedro

Cê qui sabe

Quintal do Ouro - Rota 66

Bitaca Sanduíches

Barril Chopperia Pizzaria e Churrascaria

Restaurante do Amigão

Sebastião - Sabará

Bella Pizza

Padaria Vô Pedro

Padaria Vô Pedro

4.5

(236)

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Cê qui sabe

Cê qui sabe

4.1

(156)

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Quintal do Ouro - Rota 66

Quintal do Ouro - Rota 66

4.3

(151)

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Bitaca Sanduíches

Bitaca Sanduíches

4.7

(14)

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Reviews of Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos

4.7
(196)
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5.0
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(Deve-se à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Barra do Sabará, fundada em 1713, a iniciativa da construção da igreja, em substituição à primitiva capelinha de madeira. Para a construção da capela definitiva foi concedido um terreno à Irmandade, conforme carta régia datada de 10 de maio de 1757, vindo a mesma a adquirir ainda, nove anos mais tarde, terreno ocupado por duas casas particulares. Em 1767, teve início a preparação do terreno, em local próximo e para trás da antiga capela, e no ano seguinte foi firmado contrato com o mestre Antônio Moreira Gomes para as obras de alvenaria e cantaria, as quais deveriam obedecer ao risco apresentado pela Irmandade. Tratava-se provavelmente de um projeto ambicioso, uma vez que sua estrutura nunca chegou a ser concluída. A falta de recursos da Irmandade, agravada por fatores econômicos e sociais como a decadência da mineração e a Abolição, resultou na lenta evolução das obras, até sua definitiva paralização. Desta forma, os trabalhos contratados com o mestre Antônio Moreira Gomes, se estenderam até 1780, quando finalmente são concluídas as obras da capela-mor e da sacristia, cuja benção ocorre no ano seguinte. A partir daí as obras sofrem várias interrupções, sendo depois retomadas através de sucessivos contratos firmados com Leonardo de Moinhos, em 1798, mestre Antônio Ferreira da Costa, em 1805, mestre Antônio José Dias, em 1819, e mestre pedreiro Antônio José da Silva Guimarães, em 1856. Entre esse ano e o de 1878, os Irmãos do Rosário não mediram esforços para concluir as obras da igreja, mas foram impedidos pela dispersão religiosa dos negros, fruto da Abolição que se daria mais tarde. A singularidade da igreja do Rosário reside na nave, supondo tratar-se da primitiva e humilde capela de taipa. De fachada autônoma, conservada e mantida, apresenta as paredes em taipa e encontra-se inserida na estrutura maior e de pedras da nave inacabada, não se sabendo a época de sua construção. Germain Bazin sustenta a hipótese da mera conservação para o culto "da primitiva e humilde capela de taipa ", até que se desse o definitivo acabamento do edifício. Essa velha parte da igreja, ainda hoje utilizada como nave, corria risco de desabamento quando, a 5 de julho de 1807, se determinou a reforma de seu engradamento e telhado, e ainda a construção do adro. A planta da igreja inacabada é composta por duas secções retangulares, a primeira, correspondente à nave, é alargada nos lanços laterais da fachada pelas bases das torres e a segunda corresponde à capela-mor e sacristias laterais. Pequena capela, de volume autônomo e forma retangular, encontra-se inserida no corpo da nave, a partir de sua metade e até o arco-cruzeiro da estrutura inacabada. Ao adro da edificação inconclusa, dá acesso uma escada em dois lances, que lembra a escadaria monumental do Santuário de Congonhas. A estrutura da construção inacabada é em alvenaria de pedra, com enquadramento dos vãos em cantaria. A fachada é constituída pela porta principal, duas aberturas superiores para janelas e duas seteiras em cada flanco de base de torres. A pequena capela ou parte coberta da nave apresenta fachada rústica, porta simples encimada por janela com pequena grade de madeira torneada, cunhais e vãos em madeira. Internamente, possui piso de assoalho comum, teto forrado de esteira caiada e coro bem rústico. O arco cruzeiro, elemento de ligação entre a antiga capelinha e a capela-mor, é em pedras. A capela-mor, parte concluída da estrutura definitiva, possui piso em campas, enquadramento dos vãos em cantaria e teto de tábuas, em caixotões, com pintura decorativa. As duas sacristias se comunicam com a capela-mor. A ornamentação interna é pobre, constituída pelo altar-mor em madeira lisa, com dois pequenos nichos laterais e tribuna do trono delimitada por pintura tosca, simulando colunas, encimada por um desenho simbólico. A antiga capelinha apresenta dois altares laterais rústicos, em tábua lisa, com nichos...

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3y

Deve-se à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Barra do Sabará, fundada em 1713, a iniciativa da construção da igreja, em substituição à primitiva capelinha de madeira. Para a construção da capela definitiva foi concedido um terreno à Irmandade, conforme carta régia datada de 10 de maio de 1757, vindo a mesma a adquirir ainda, nove anos mais tarde, terreno ocupado por duas casas particulares. Em 1767, teve início a preparação do terreno, em local próximo e para trás da antiga capela, e no ano seguinte foi firmado contrato com o mestre Antônio Moreira Gomes para as obras de alvenaria e cantaria, as quais deveriam obedecer ao risco apresentado pela Irmandade. Tratava-se provavelmente de um projeto ambicioso, uma vez que sua estrutura nunca chegou a ser concluída. A falta de recursos da Irmandade, agravada por fatores econômicos e sociais como a decadência da mineração e a Abolição, resultou na lenta evolução das obras, até sua definitiva paralisação. Desta forma, os trabalhos contratados com o mestre Antônio Moreira Gomes, se estenderam até 1780, quando finalmente são concluídas as obras da capela-mor e da sacristia, cuja benção ocorre no ano seguinte. A partir daí, as obras sofrem várias interrupções, sendo depois retomadas através de sucessivos contratos firmados com Leonardo de Moinhos, em 1798, mestre Antônio Ferreira da Costa, em 1805, mestre Antônio José Dias, em 1819, e mestre pedreiro Antônio José da Silva Guimarães, em 1856. Entre esse ano e o de 1878, os Irmãos do Rosário não mediram esforços para concluir as obras da igreja, mas foram impedidos pela dispersão religiosa dos negros, fruto da Abolição que se...

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9y

Igreja Nossa Senhora do Rosário (Praça Melo Viana) Construção iniciada em 1768 pela Irmandade dos Homens Pretos da Barra do Sabará, revela a fé e força do negro africano. Os escravos decidiram construir sua própria igreja, mas a decadência das minas de ouro não permitiu que fosse concluída. A obra, iniciada em 1768, foi abandonada com a abolição da escravatura, em 1888. Trata-se de um importante testemunho dos métodos construtivos da época. Sua arquitetura apresenta detalhes das três etapas distintas de sua construção. Possui, em uma das sacristias, o Museu de Arte Sacra com peças dos séculos XVII e XVIII. Quem vê as ruínas da igreja não imagina o que há escondido por trás das grandes paredes de pedra sem reboco, a céu aberto. A muralha, porém, protege uma antiga capela de taipa, de 1713. Na sacristia funciona o Museu de Arte Sacra, com imagens e crucifixos dos séculos 18 e 19.

Funcionamento: Diário, das 09h às 17h.

Fechamento para almoço das 11h às 13h.

Taxa de...

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Eurípedes Afonso da Silva NetoEurípedes Afonso da Silva Neto
(Deve-se à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Barra do Sabará, fundada em 1713, a iniciativa da construção da igreja, em substituição à primitiva capelinha de madeira. Para a construção da capela definitiva foi concedido um terreno à Irmandade, conforme carta régia datada de 10 de maio de 1757, vindo a mesma a adquirir ainda, nove anos mais tarde, terreno ocupado por duas casas particulares. Em 1767, teve início a preparação do terreno, em local próximo e para trás da antiga capela, e no ano seguinte foi firmado contrato com o mestre Antônio Moreira Gomes para as obras de alvenaria e cantaria, as quais deveriam obedecer ao risco apresentado pela Irmandade. Tratava-se provavelmente de um projeto ambicioso, uma vez que sua estrutura nunca chegou a ser concluída. A falta de recursos da Irmandade, agravada por fatores econômicos e sociais como a decadência da mineração e a Abolição, resultou na lenta evolução das obras, até sua definitiva paralização. Desta forma, os trabalhos contratados com o mestre Antônio Moreira Gomes, se estenderam até 1780, quando finalmente são concluídas as obras da capela-mor e da sacristia, cuja benção ocorre no ano seguinte. A partir daí as obras sofrem várias interrupções, sendo depois retomadas através de sucessivos contratos firmados com Leonardo de Moinhos, em 1798, mestre Antônio Ferreira da Costa, em 1805, mestre Antônio José Dias, em 1819, e mestre pedreiro Antônio José da Silva Guimarães, em 1856. Entre esse ano e o de 1878, os Irmãos do Rosário não mediram esforços para concluir as obras da igreja, mas foram impedidos pela dispersão religiosa dos negros, fruto da Abolição que se daria mais tarde. A singularidade da igreja do Rosário reside na nave, supondo tratar-se da primitiva e humilde capela de taipa. De fachada autônoma, conservada e mantida, apresenta as paredes em taipa e encontra-se inserida na estrutura maior e de pedras da nave inacabada, não se sabendo a época de sua construção. Germain Bazin sustenta a hipótese da mera conservação para o culto "da primitiva e humilde capela de taipa ", até que se desse o definitivo acabamento do edifício. Essa velha parte da igreja, ainda hoje utilizada como nave, corria risco de desabamento quando, a 5 de julho de 1807, se determinou a reforma de seu engradamento e telhado, e ainda a construção do adro. A planta da igreja inacabada é composta por duas secções retangulares, a primeira, correspondente à nave, é alargada nos lanços laterais da fachada pelas bases das torres e a segunda corresponde à capela-mor e sacristias laterais. Pequena capela, de volume autônomo e forma retangular, encontra-se inserida no corpo da nave, a partir de sua metade e até o arco-cruzeiro da estrutura inacabada. Ao adro da edificação inconclusa, dá acesso uma escada em dois lances, que lembra a escadaria monumental do Santuário de Congonhas. A estrutura da construção inacabada é em alvenaria de pedra, com enquadramento dos vãos em cantaria. A fachada é constituída pela porta principal, duas aberturas superiores para janelas e duas seteiras em cada flanco de base de torres. A pequena capela ou parte coberta da nave apresenta fachada rústica, porta simples encimada por janela com pequena grade de madeira torneada, cunhais e vãos em madeira. Internamente, possui piso de assoalho comum, teto forrado de esteira caiada e coro bem rústico. O arco cruzeiro, elemento de ligação entre a antiga capelinha e a capela-mor, é em pedras. A capela-mor, parte concluída da estrutura definitiva, possui piso em campas, enquadramento dos vãos em cantaria e teto de tábuas, em caixotões, com pintura decorativa. As duas sacristias se comunicam com a capela-mor. A ornamentação interna é pobre, constituída pelo altar-mor em madeira lisa, com dois pequenos nichos laterais e tribuna do trono delimitada por pintura tosca, simulando colunas, encimada por um desenho simbólico. A antiga capelinha apresenta dois altares laterais rústicos, em tábua lisa, com nichos recortados e encimad
J. SantosJ. Santos
Deve-se à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Barra do Sabará, fundada em 1713, a iniciativa da construção da igreja, em substituição à primitiva capelinha de madeira. Para a construção da capela definitiva foi concedido um terreno à Irmandade, conforme carta régia datada de 10 de maio de 1757, vindo a mesma a adquirir ainda, nove anos mais tarde, terreno ocupado por duas casas particulares. Em 1767, teve início a preparação do terreno, em local próximo e para trás da antiga capela, e no ano seguinte foi firmado contrato com o mestre Antônio Moreira Gomes para as obras de alvenaria e cantaria, as quais deveriam obedecer ao risco apresentado pela Irmandade. Tratava-se provavelmente de um projeto ambicioso, uma vez que sua estrutura nunca chegou a ser concluída. A falta de recursos da Irmandade, agravada por fatores econômicos e sociais como a decadência da mineração e a Abolição, resultou na lenta evolução das obras, até sua definitiva paralisação. Desta forma, os trabalhos contratados com o mestre Antônio Moreira Gomes, se estenderam até 1780, quando finalmente são concluídas as obras da capela-mor e da sacristia, cuja benção ocorre no ano seguinte. A partir daí, as obras sofrem várias interrupções, sendo depois retomadas através de sucessivos contratos firmados com Leonardo de Moinhos, em 1798, mestre Antônio Ferreira da Costa, em 1805, mestre Antônio José Dias, em 1819, e mestre pedreiro Antônio José da Silva Guimarães, em 1856. Entre esse ano e o de 1878, os Irmãos do Rosário não mediram esforços para concluir as obras da igreja, mas foram impedidos pela dispersão religiosa dos negros, fruto da Abolição que se daria mais tarde.
valeria souzavaleria souza
Veja mais no Instagram @valeriavvsouza Conta a lenda que a Igreja do Rosário estava no meio de sua construção quando a princesa Izabel assinou a Lei Auréa e libertou os escravos. Com medo da princesa se arrepender e dos senhores não os deixarem ir embora os escravos saíram correndo em busca da tão sonhada liberdade deixando a igreja inacabada. Os senhores ricos da época tentaram prosseguir a construção da igreja, mas não conseguiram, porque eles ordenavam que subissem algumas paredes durante o dia e as almas dos escravos que haviam morrido durante os 118 anos gastos na construção desta igreja derrubavam tudo durante a noite. (Por; Ana Paula Cruz versões contadas por Chiquinho da TV Mur)
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(Deve-se à Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos da Barra do Sabará, fundada em 1713, a iniciativa da construção da igreja, em substituição à primitiva capelinha de madeira. Para a construção da capela definitiva foi concedido um terreno à Irmandade, conforme carta régia datada de 10 de maio de 1757, vindo a mesma a adquirir ainda, nove anos mais tarde, terreno ocupado por duas casas particulares. Em 1767, teve início a preparação do terreno, em local próximo e para trás da antiga capela, e no ano seguinte foi firmado contrato com o mestre Antônio Moreira Gomes para as obras de alvenaria e cantaria, as quais deveriam obedecer ao risco apresentado pela Irmandade. Tratava-se provavelmente de um projeto ambicioso, uma vez que sua estrutura nunca chegou a ser concluída. A falta de recursos da Irmandade, agravada por fatores econômicos e sociais como a decadência da mineração e a Abolição, resultou na lenta evolução das obras, até sua definitiva paralização. Desta forma, os trabalhos contratados com o mestre Antônio Moreira Gomes, se estenderam até 1780, quando finalmente são concluídas as obras da capela-mor e da sacristia, cuja benção ocorre no ano seguinte. A partir daí as obras sofrem várias interrupções, sendo depois retomadas através de sucessivos contratos firmados com Leonardo de Moinhos, em 1798, mestre Antônio Ferreira da Costa, em 1805, mestre Antônio José Dias, em 1819, e mestre pedreiro Antônio José da Silva Guimarães, em 1856. Entre esse ano e o de 1878, os Irmãos do Rosário não mediram esforços para concluir as obras da igreja, mas foram impedidos pela dispersão religiosa dos negros, fruto da Abolição que se daria mais tarde. A singularidade da igreja do Rosário reside na nave, supondo tratar-se da primitiva e humilde capela de taipa. De fachada autônoma, conservada e mantida, apresenta as paredes em taipa e encontra-se inserida na estrutura maior e de pedras da nave inacabada, não se sabendo a época de sua construção. Germain Bazin sustenta a hipótese da mera conservação para o culto "da primitiva e humilde capela de taipa ", até que se desse o definitivo acabamento do edifício. Essa velha parte da igreja, ainda hoje utilizada como nave, corria risco de desabamento quando, a 5 de julho de 1807, se determinou a reforma de seu engradamento e telhado, e ainda a construção do adro. A planta da igreja inacabada é composta por duas secções retangulares, a primeira, correspondente à nave, é alargada nos lanços laterais da fachada pelas bases das torres e a segunda corresponde à capela-mor e sacristias laterais. Pequena capela, de volume autônomo e forma retangular, encontra-se inserida no corpo da nave, a partir de sua metade e até o arco-cruzeiro da estrutura inacabada. Ao adro da edificação inconclusa, dá acesso uma escada em dois lances, que lembra a escadaria monumental do Santuário de Congonhas. A estrutura da construção inacabada é em alvenaria de pedra, com enquadramento dos vãos em cantaria. A fachada é constituída pela porta principal, duas aberturas superiores para janelas e duas seteiras em cada flanco de base de torres. A pequena capela ou parte coberta da nave apresenta fachada rústica, porta simples encimada por janela com pequena grade de madeira torneada, cunhais e vãos em madeira. Internamente, possui piso de assoalho comum, teto forrado de esteira caiada e coro bem rústico. O arco cruzeiro, elemento de ligação entre a antiga capelinha e a capela-mor, é em pedras. A capela-mor, parte concluída da estrutura definitiva, possui piso em campas, enquadramento dos vãos em cantaria e teto de tábuas, em caixotões, com pintura decorativa. As duas sacristias se comunicam com a capela-mor. A ornamentação interna é pobre, constituída pelo altar-mor em madeira lisa, com dois pequenos nichos laterais e tribuna do trono delimitada por pintura tosca, simulando colunas, encimada por um desenho simbólico. A antiga capelinha apresenta dois altares laterais rústicos, em tábua lisa, com nichos recortados e encimad
Eurípedes Afonso da Silva Neto

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Veja mais no Instagram @valeriavvsouza Conta a lenda que a Igreja do Rosário estava no meio de sua construção quando a princesa Izabel assinou a Lei Auréa e libertou os escravos. Com medo da princesa se arrepender e dos senhores não os deixarem ir embora os escravos saíram correndo em busca da tão sonhada liberdade deixando a igreja inacabada. Os senhores ricos da época tentaram prosseguir a construção da igreja, mas não conseguiram, porque eles ordenavam que subissem algumas paredes durante o dia e as almas dos escravos que haviam morrido durante os 118 anos gastos na construção desta igreja derrubavam tudo durante a noite. (Por; Ana Paula Cruz versões contadas por Chiquinho da TV Mur)
valeria souza

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