Caro viajante, escrutine este relato como um conto preventivo e prossiga por sua conta e risco sabendo que você foi avisado!
Na expectativa inane de comer um bom pão de queijo com mortadela e muçarela neste vil estabelecimento - covil do sete peles e micélio do mal na Terra - para preservar minha energia (e sanidade) em um voo nacional de classe econômica, fui furtivamente furtado de 30 contos e forçado fustigantemente a forçar um sorriso farto e fatalizar meu futuro fedorento.
Por falta de uma expressão melhor, o pão de queijo desceu quadrado! Um fio de suor glacial escorreu pela minha testa e me provocou calafrios arrepiantes aliado ao cálido ferver no meu estômago - inexperiente às forças sobrenaturais do pão de queijo.
O dano era irreparável e o futuro estava dotado de uma mescla de incerteza e horror sigiloso.
Para não traumatizar o caro viajante com um relato pormenorizado dos eventos gráficos que indelevelmente marcaram o vaso no próximo dia, em uma paródia grotesca de ilustres como Pollock e Kandinsky, reiterarei a máxima: o pão de queijo desceu quadrado.
Não é a toa que colocaram o vil estabelecimento logo em um aeroporto: é para você voar o mais longe...
Read moreDissemos que estávamos com pressa. Escolhemos produtos que já estavam "prontos" para não demorar.
A moça (sozinha no balcão) tirou o pedido, passou o cartão de crédito e ficou parada. Disse que a estufa estava quebrada e os produtos vinham de outra loja. Pedimos pra cancelar o pedido, já que tínhamos pressa. A moça disse que pra cancelar tinha que vir a gerente (da outra loja). Quando a tal gerente chegou, trouxe os produtos (frios) e disse que se fosse cancelar ia demorar outros 20 minutos (absurdo!) e que nós é que estávamos errados por estar com pressa. Resultado: não devolveram o dinheiro e nos forçaram a aceitar os produtos (frios).
Nem dá pra dizer que foi pressa da loja. Estava vazia. Foi má-fé não avisar que os produtos vinham de outra loja e iam demorar. E má-fé de não cancelar a venda e forçar a gente a ficar com...
Read moreSou, professor , sacerdote católico, idoso, tenho TDAH. Sofri humilhação indescritível na loja do aeroporto Salgado Filho por Bruno e Eduarda. Deboches, risos, péssimo atendimento e falta de respeito. Tudo isso porque o foco deles eram as brincadeiras internas e o celular. Quando pedi respeito, Bruno me hostilizou ainda mais e Eduarda corroborou com a situação. Lastimável em qualquer lugar, contudo em um Aeroporto Internacional reflete a nossa imagem, neste caso, escrota. Eles estão ganhando pouco? Salário não está em dia? Faltou treinamento onde priorize a urbanidade e o respeito!? Que decepção heim CASA DO PÃO DE QUEIJO DO AEROPORTO SALGADO FILHO! SUGIRO TREINAMENTO HUMANIZADO...
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