RECLAMAÇÃO SOBRE PROPAGANDA ENGANOSA E FALTA DE RESPEITO AO CONSUMIDOR – EVENTO NO TERRA SP
Venho por meio desta registrar minha total insatisfação com o evento ocorrido no Terra SP, no qual adquiri dois ingressos “open premium”, um no valor de R$ 70 (antecipado) e outro no valor de R$ 110 (na porta), totalizando R$ 180, com a expectativa de usufruir de um serviço open bar anunciado com destaque, especialmente com a presença da marca Jack Daniel’s, conforme amplamente divulgado nas propagandas do evento.
Cheguei ao local por volta das 23h e consegui consumir apenas um copo de Jack Daniel’s. Ao retornar ao bar por volta de 00h para buscar meu segundo drink, fui surpreendida com a informação de que o Jack Daniel’s havia acabado. Ou seja, em apenas uma hora de evento, o produto principal da divulgação já não estava mais disponível, caracterizando propaganda enganosa, conforme disposto no Art. 37 e Art. 66 do Código de Defesa do Consumidor, que proíbem práticas de publicidade enganosa ou abusiva.
Além disso, não havia qualquer aviso prévio ou visível de que o Jack Daniel’s estaria disponível "até o fim dos estoques", induzindo o público a acreditar que o consumo seria liberado durante todo o evento. Essa omissão é grave e fere diretamente o Art. 6º, inciso III, que garante o direito à informação clara e adequada sobre os produtos e serviços ofertados.
Tentei conversar de forma educada com o gerente chamado Ronaldo, que, além de prestar um atendimento extremamente desrespeitoso e despreparado, afirmou que “nenhum bar tinha mais Jack Daniel’s”, mesmo havendo um bar com garrafas visíveis. Expliquei que não bebo Red Label e que o evento, para mim, havia perdido o sentido, pois paguei por um open bar com a promessa de um produto que simplesmente não foi entregue. Sua resposta foi de total descaso, afirmando apenas que “foi divulgado que seria Jack Daniel’s ou Red Label”, ignorando minha frustração e o prejuízo que tive.
Para completar, nem água havia disponível no open bar, o que coloca em risco até mesmo a saúde dos frequentadores e contraria o mínimo esperado em qualquer serviço de alimentação e bebidas.
Considero que fui ludibriada, pois o evento utilizou o nome da marca Jack Daniel’s para atrair consumidores, entregando algo completamente diferente e de forma enganosa, sem sequer garantir o básico: transparência e respeito ao cliente.
Solicito o reembolso integral do valor pago (R$ 180,00), bem como uma retratação por parte da organização. Caso não haja resposta em até 7 dias úteis, irei formalizar a denúncia junto ao Procon, plataformas de reclamação públicas, e, se necessário, entrar com ação judicial por danos materiais e morais, conforme direito garantido pelo Art. 20 do CDC, que prevê a responsabilidade do fornecedor quando o serviço não é prestado de...
Read moreTive uma experiência horrível hoje no show do The White Buffalo: Na entrada, ficaram implicando com o fato que meu namorado tinha trazido coca e biscoito na mochila. Não queríamos pagar por não vermos nada de errado em levar alimento pra show como sempre fazemos. Porém, fomos coagidos até a chapelaria e o segurança tinha nos falado que tinha que deixar os alimentos lá, até aí nada sobre não poder entrar com mochila (que já tinha sido revistada na entrada). Depois de termos deixado o alimento e a minha mochila na chapelaria, nos abordaram novamente falando que não podia ficar com nenhuma mochila, já que meu namorado tinha ficado com a dele para guardar nossos pertences. Questionamos o fato, já que não sabemos de nenhuma lei que proíbe alguém de entrar com mochila em casa de show e não tinham nos informado isso antes. Simplesmente ficaram nos assediando porque não queríamos pagar pra deixar a mochila na chapelaria, nós estávamos indo pra um show pra relaxar depois do trabalho e conseguiram transformar a experiência em algo ruim nos tratando como se tivéssemos cometendo algum crime por não querer gastar mais com chapelaria. Depois de insistirmos que não íamos pagar e outro casal também ter questionado a regra arbitrária da mochila, nos deixaram em paz como “exceção” a regra Horário do show: o horário divulgado pela casa era de abertura às 19h e nada sobre o horário do show. O show só foi começar às 22h!!! Depois de ler alguns comentários aqui, parece que a intenção da gestão é obrigar as pessoas a ficarem horas com fome na esperança de que gastem com a consumação da casa, que é absurda de cara. Nunca esperei tanto pra um show começar Depois do show, fui buscar minha mochila na chapelaria. Para minha surpresa, fora do saco plástico que tinha deixado anteriormente. Simplesmente te obrigam a usar a chapelaria e você ainda corre o risco de ter sua mochila violada. Felizmente, todas as minhas coisas estavam lá
Depois dos acontecidos de hoje, percebo que o principal problema deste estabelecimento é se preocupar com o lucro a todo custo e esquecerem do fato de que se trata de um espaço de lazer, que deveria oferecer uma experiência positiva e agradável para os seus clientes e não obrigar as pessoas a esperarem horas por um show e coagir os outros a pagar por...
Read moreFui pela primeira vez ontem, 29/6/23, no show do Nando Reis. Como facilidade, é possível deixar o carro na rua, se chegar cedo, ou deixar no estacionamento que fica bem ao lado. O espaço é bem bonito e bem distribui. Fiquei na pista, próximo ao bar central (há outros bares também, assim como caixas). Só senti que, do lugar onde eu estava, o som não estava muito bom - volume e clareza. Dava para ouvir mais as pessoas cantando do que o Nando. Deu para ouvir melhor o cantor/guitarrista e baterista que fizeram a abertura, pois a casa não estava cheia ainda. A impressão que tive é que da pista premium as pessoas tinham melhor qualidade de áudio. Ainda bem que o Nando Reis é um show à parte e essas questões técnicas não me impediram de aproveitar. A iluminação e o telão complementaram o show com lindas transições de imagens. Um ponto que gostaria de citar como pessoa autista: senti falta de um local para clientes como eu, como um espaço reservado, visto que na pista as pessoas estavam gritando muito e empurrando, o que gerou um pouco de mal-estar devido às questões sensoriais. Por pouco não entro em crise, mas vale citar que pela circunstância, sequer conseguia sair do lugar (é um prenúncio de uma crise tal descrição). Uma ideia seria que deixassem reservado o espaço que fica em frente à mesa se controle de som, pensando em acessibilidade. Isso tudo porque eu estava com meu cordão de girassol e carteirinha de identificação - mas senti que nem as pessoas que trabalham na casa sabem do que se trata. É importante que conheçam a lei 13.977/2020, que além de outras coisas, prioriza atendimento em estabelecimentos comerciais (como filas) e mantém o acesso aos serviços públicos e privados, inclusive no que se refere à cultura e lazer. Na entrada, no caixa e no bar não tive problemas, pois cheguei cedo propositadamente, mas fiquei pensando em outras pessoas com deficiência invisíveis, como eu, e que chegaram ao evento mais tarde. Outro ponto que gostaria de saber: por qual razão não há meia-entrada para PcDs, conforme determina o Decreto 8,537/2015? Este regulamenta esse benefício para pessoas com deficiência (neste caso, o Transtorno do Espectro Autista - TEA). Agradeço se...
Read more