Casa da Glória ou Passadiço
O passadiço, ou Casa da Glória, talvez seja a construção mais representativa de Diamantina e, ainda que não exista precisão histórica, a estimativa é de que foi erguida entre 1.755 e 1.8ØØ. O prédio de curioso aspecto já teve diferentes serventias: pertenceu à igreja e foi morada de bispos, funcionou como educandário feminino e orfanato, um instituto alemão (Eschwege), e também já fez parte da Universidade Federal de Minas Gerais. A obra é uma viagem no tempo. O primeiro prédio foi construído no século XVIII e era de propriedade de Josefa Maria da Glória, quem deu nome à edificação. Aproveitei para circular entre os cômodos, e claro, atravessar o histórico passadiço de madeira por dentro. É um cartão-postal de Diamantina, trata-se na verdade de duas casas, cada qual construída em épocas distantes em lados opostos da rua. A mais antiga pertenceu à Coroa Portuguesa e depois, a Dona Josefa Maria da Glória, dai o nome. Foi também residência de intendentes e do primeiro bispo de Diamantina. O famoso passadiço data dos tempos das irmãs vicentinas, a partir de 1.876 e sua função era preservar as internas dos olhares alheios, principalmente dos rapazes, quando atravessassem a rua. Em 1.969, alemães compraram a casa e fundaram o Instituto Eschwege, e em 1.979, o Ministério da Educação e Cultura incorporou a casa à UFMG. No local, estão em exposição objetos de época, mobiliários, obras de arte sacra, além de peças ligadas ao estudo da geociência. Em 2.ØØ1, a UFMG transformou o Centro de Geologia Eschwege em Instituto Casa da Glória, com o intuito de ampliar a sua área de atuação da Geologia para cartografia e turismo. Hoje o local é sede do Instituto Casa da Glória (ICG) e oferece abrigo a estudantes para pesquisas de campo na área da geologia. Uma simples passarela, mas, ímpar, e aqui já funcionou um convento e um internato, e as áreas externas dos alojamentos podem ser visitadas. Casarão restaurado hoje se tornou local para estudantes. Agrega um bom acervo de histórias, pedras e estudos. Não tem muitos móveis, visto que foi transformado em Faculdade por algum tempo. Mas conservou um piano, um relicário e o famoso passadiço, ponte em a vida e suplício de meninas de antigamente. Ícone da arquitetura colonial de Diamantina e um dos maiores símbolos da cidade, o Instituto Casa da Glória está entre as melhores atrações locais. A construção colonial é composta por dois casarões interligados por um belo passadiço de madeira. Mais tarde, a casa passou às mãos das Irmãs de São Vicente de Paulo e começou a funcionar como educandário. O edifício vizinho, construído no século XIX e onde funcionava uma casa de jogos, também foi adquirido pela irmandade para se tornar um orfanato. De posse dos dois prédios, as religiosas mandaram construir a bela passagem que interliga os dois. Fora igrejas, é difícil ver uma...
Read more#sundays tripping around the northeast of @minasgerais with @ingrid1ray in a most famous school and a remarkable place of the history of @diamantina_minasgerais and nowadays this place is managed by @ufmg and this architectural structure is very well in these days cause their construction was about the barroque time from the 17th century and it's a return do the past to remember the old times around the city. Worth it and recommend to visit...😎😎😎
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Read moreCosntuido inicialmente com o objetivo de preservar e garantir a privacidade das freiras vicentinas, que poderiam atravessar de um lado ao outro da rua sem serem vistas, atualmente, o Pasadisso da rua da Glória é um dos principais pontos turísticos de visitação e ainda se tornou o cartão postal da Cidade. Construído por volta dos anos de 1875 ele ainda continua seguro, aberto ao público e objeto de contínua preservação do patrimônio histórico e cultural da região. Não se pode ir até Diamantina sem subir a ladeira da rua da Glória, contemplando desde longe esta belíssima construção. E, ao chegar no local vivenciar a experiência de atravessá-lo, olhar por sua janelas e parará para adimirar, voltar no tempo e imaginar como ele era utilizado no primórdios de sua construção... E depois admirar e exminar, cuidadosamente, esta construção centenária de vários ângulos imaginando as histórias ocorridas naquele lugar. Experiência extraordinária. Como eram as pessoas daquele tempo, o que pensavam.... o que sentiam.... Da para fazer o percurso a pé saindo do centro histórico, mas não é tão perto tem morro (ladeira).... assim é preciso planejar a visita. Vale...
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