Depois de dois anos tendo uma Aima Ku Yan acabei me tornando fã da mobilidade elétrica, especificamente das scooters. Mas ainda há muito a evoluir para se encaixar no mercado brasileiro. Em especial a carenagem. O motor é Bosch, da Alemanha, mas toda a carenagem é chinesa. Tenho constantes problemas com a carenagem, que quebra facilmente. Todas as peças de plastico já quebraram, parafusos caem enquanto você dirige. Mas a minha avaliação vai para a loja, que também é a central no Brasil, que nunca me ajudou quando precisei. Acionei eles umas 5 vezes. Sempre se esquivam e tentam tirar mais dinheiro de você. Mesmo colocando chineses lá eles não conhecem o funcionamento do equipamento. Eu mesmo fiz todos os reparos que precisei, muitas vezes com peças de moto, que são mais baratas. Até com o disjuntor original tive problema, que veio solto. Isso tudo indica que também não fornecem treinamento pros vendedores. A Aima pode conquistar um belo espaço no Brasil no futuro, mas por ora é isso. O atendimento no zap é mero enfeite... Quem me atendeu chegou a dizer "da minha parte não posso fazer nada". Pois a conclusão é essa: Se for comprar o produto...
Read moreComprei uma moto lá, e mesma mentia no velocímetro a velocidade real, marcava 60km/h mas real era 40km/h....Devolvi e troquei por um outro modelo, aí com poucos meses bateria precisou ser trocada, e logo pastilha de freio se desfez e estou desde janeiro tentando trocar simples pastilha de freio que eles não tem e já estamos em maio, sempre empurra para final mês seguinte alegando que tá pra chegar e nunca chega, sem contar que bateria que trocaram já deu pau de novo, e lógico eles não tem tbm bateria pra trocar ... Paguei quase 10 mil numa coisa que e quase descartável. Já indiquei muitos amigos que tbm comprou e se arrependeu. Hoje eu falo que não vale pena, compra uma moto combustão que sai mais barato e não dá tanta manutenção e acha peças...
Read moreTive uma experiência insatisfatória com a empresa.
Após adquirir uma moto elétrica, na AIMA Minas, precisei levá-la três vezes à assistência técnica em um curto período.
Passados mais de 30 dias, formalizei meu direito à restituição, com base no Código de Defesa do Consumidor.
A empresa, no entanto, devolveu o produto sem minha autorização, o que me levou a registrar a situação pelos meios legais cabíveis.
Deixo este relato como referência para que outros consumidores possam avaliar com mais...
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