Estive pela primeira vez no Panelinha no último sábado, dia 7 de janeiro e confesso que, apesar de todas as excelentes recomendações que recebi do local, as notícias de um serviço de mesa lento me deixaram apreensivo com a experiência, diante da fome provocada por uma manhã de passeios pelas cachoeiras próximas. Porém, todos os temores que eu tinha desapareceram quando cheguei ao Panelinha e fui, juntamente com minha família, rapidamente acomodado em uma das mesas do salão simples e decorado com itens da cultura mineira, como entalhes em madeira e pinturas coloniais, inclusive um autêntico estandarte de Folia de Reis. Assim instalados, fomos atendidos com extraordinária amabilidade, pela Dona Dina, uma das proprietárias e que também responde pela cozinha do local, que se encarregou de explicar alguns dos itens do cardápio, batizados com nomes característicos como “tutu da preta”. Diferentemente de outros restaurantes da cidade, a proposta do Panelinha é proporcionar uma experiência gastronômica plena e adequada aos ingredientes locais, segundo receitas tradicionais da culinária mineira. O cardápio privilegia pratos de grande paladar e apresentação elegante, em que os produtos mais simples como a costelinha de porco e o angu ganham uma preparação elaborada que revela todas as nuances do sabor de cada ingrediente, em resultados apetitosos. O grande destaque da farta refeição com preços justos foi a picanha, em porções que podem ser para uma ou três pessoas, como a maioria dos pratos do cardápio; o corte foi apresentado em uma travessa de pedra negra, acompanhada por fritas e uma incrível farofa de farinha de milho, e revelou-se um prato sensacional em que o sabor característico da picanha ganhou um quê de mineiridade, que representou um diferencial de paladar. A carne de porco é outro ponto alto do cardápio, preparada de forma a destacar o sabor e a textura dos cortes oferecidos com o tempero mineiro e os pratos de acompanhamento, como o arroz soltinho e o feijão de caldo grosso e saboroso, que não ficam atrás e surpreendem pela leveza das preparações. Os pratos degustados apresentaram uma harmonia de sabores, texturas e preparos que revela uma técnica culinária apurada e elaborada ao extremo, típica dos grandes chefs de cozinha. Que ninguém se engane com a localização do estabelecimento, com o serviço familiar ou com a simplicidade da apresentação do cardápio. Os pratos que Dona Dina faz chegar à cada mesa são tesouros de sabor incríveis, verdadeiras alquimias culinárias que, somadas à paisagem circundante e o carisma da proprietária, fazem de uma visita ao Panelinha uma das experiências gastronômicas mais ricas e prazerosas que se pode ter em São Thomé das Letras. A todos os que visitarem a cidade, fica um convite: saibam que ali há uma jóia oculta, esperando para encantar os amantes da boa mesa, que responde pelo nome...
Read moreInfelizmente a minha experiência não foi boa. No dia 22 de abril decidi conhecer o restaurante porque o cheiro que vinha dele era maravilhoso. Fui bem atendida pela senhora que estava organizando o local. O problema todo foi com a refeição: meu marido e eu pedimos contrafilé com fritas e arroz + suco natural de laranja. Demorou muito para servirem, mais de 1h e 30min. E o que me deixou mais desanimada foi o fato de perceber que pessoas que chegaram bem depois estavam sendo servidas primeiro! Parece que estavam priorizando aqueles que pediram o carro chefe. Quando começaram a entregar nosso pedido, esqueceram do suco. As batatas estavam murchas e encharcadas. A carne também não estava legal... muito dura! O que ajudou um pouco foi o arroz, que estava saboroso. O cardápio é bastante variado, e talvez esse seja o problema... de primeira o nosso pedido havia sido moqueca de peixe com camarão, mas como não havia todos os ingredientes (fomos avisados 20 minutos depois), acabamos pedindo o prato citado inicialmente. Enfim... muita variedade, mas acredito que é exatamente por isso que encontram dificuldade em dar conta da alta demanda. De qualquer modo, ressalto que gostei do atendimento da senhorinha que nos atendeu assim que entramos, o que não posso dizer da moça que estava no balcão: só ficava no celular o tempo todo, e parecia mal-humorada, sequer deu atenção aos clientes, tanto que nem guardanapo tinha em cada mesa, e só colocou depois que um rapaz que estava na cozinha percebeu e pediu. Saímos bastante insatisfeitos, e não pretendemos voltar. Para quem vai visitar STL e quer desfrutar de uma bela comida mineira, recomendo o restaurante...
Read moreDevido as boas avaliações do restaurante decidi conhece-lo junto ao meu noivo, fomos a primeira mesa a chegar na quarta de cinzas e ele que é apaixonado por comida mineira e estava há mto tempo sem comer uma de qualidade decidiu pedir o carro chefe da casa (tutu da preta), enquanto eu optei pelo feijão tropeiro que dentro da culinária de minas é a minha comida favorita. Oq me fez dar duas estrelas ao restaurante eh que como fomos os primeiros a chegar e o nosso prato demorou MUITO pra chegar e isso já vai causando o desencanto, principalmente vc vendo outras pessoas que chegaram depois sendo servidas antes, mas devido às avaliações em sua maioria positiva apesar disso nos mantemos confiantes em poder experimentar a tal comida mineira tão maravilhosa e a decepação veio, pra mim o pior feijão tropeiro que já comi não pelo fato do tempero mas por ele ter vindo queimado e eu ter contado no meu prato os grãos de feijão que quase não tinham, e para ele que é obcecado por tutu também foi decepcionante pois mais parecia um feijão carioca (os grãos super aparentes no feijão) do que de fato um tutu (que quase não se vê grão e sim o feijão em pasta todo batido). Ou seja a experiência foi desagradável, o valor cobrado pra todo esse stress não foi justo e eu não voltaria no restaurante por conta disso, se vc estiver muito apressado ou com algum compromisso marcado aconselho não passar lá pois poderá se estressar com o...
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