Péssima experiência na unidade praça Seans Pena as 19:30hs! Infelizmente não tive a sorte como os demais clientes. Pedi um petisco que veio extremamente salgado e reclamei com o garçom que prontamente falou com o gerente e o mesmo apareceu na mesa ,um homem de óculos e touquinha na cabeça. O mesmo foi super deselegante e mal educado ao me desmentir com a cara mais lavada, falando que o tal petisco não levava sal nenhum. Então eu pedi que ele provasse, mas se negou e teve a audácia de falar que eu não deva ter gostado e estava inventando. Sendo que eu solicitei que trocasse pelo mesmo tipo, mas sem sal. Gerente despreparado, grosseiro e desrespeitoso. Ficou o tempo todo falando ironicamente e se balançando como numa tentativa de me intimidar. Acredito que uma pessoa dessa não represente o estabelecimento, a não ser que o ou os proprietários não se importem nesse tipo de atendimento ao cliente. Fica aqui minha insatisfação e critica...
Read moreO espaço ficou fantástico. Porém, vai precisar ser revisto os valores e quantidades da comida. Não vai adiantar cobrar o valor que desejar. Aqui na Tijuca não se compara ao Humaitá, o outro restaurante da rede. Se os donos vierem com a mente do Humaitá, em 1 ano terão a resposta desejada, casa vazia. A porção de batata é algo surreal da falta de noção. Acho que no BK come-se muito mais por 15 reais. Pagar 42 reais numa porção que até uma criança come sozinha, é falta de noção mesmo. Não nego que a qualidade da comida é fora de série, mas a quantidade e valor precisarão ser equilibrados. A explicação que me foi dada que na cozinha existem 15 funcionários...isso não diz nada. Coloque o valor decente para a quantidade de comida farta e aí todos terão seus empregos garantidos por longo prazo. Esse ponto que hoje se encontra o restaurante já foi de tudo, nada dá certo aí. Façam diferente e olhe as necessidades da Tijuca. Aqui...
Read moreOntem, à noite, desacompanhada, sentei em uma mesa na varanda do restaurante e aguardei que alguém me servisse. Um casal chegou depois de mim, sentou em uma mesa próxima e prontamente foi atendido. Como a garçonete passou por mim para atender ao casal, cheguei a pedir uma coca-cola, mas sequer fui ouvida. Ao perceber a discriminação em razão do gênero, levantei-me e passei pela mencionada garçonete, a fim de que ela verificasse que eu estava indo embora por insatisfação. A mesma olhou-me, mas continuou inerte. Acabei indo para o restaurante que se situa na mesma calçada. Diante deste fato, gostaria de alertar ao estabelecimento que uma mulher pode, sim, se sentar em um estabelecimento para consumir sem estar à espera de ninguém, apenas para desfrutar de prazeres, como um bom petisco, uma boa bebida e uma boa música. Sugiro que, em um mundo aberto a novas individualidades, prestem atenção também ao consumidor que...
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