A Cacau Show começou na páscoa de 1988. Quando Alexandre Tadeu da Costa, um rapaz com 17 anos de idade, filho de pai tecelão e mãe vendedora de produtos de beleza em domicílio, resolveu revender chocolates. Logo Alexandre conseguiu uma encomenda de 2 mil ovos de 50 gramas. Sua maior surpresa ao chegar com o pedido na fábrica foi que não havia possibilidade de produzir ovos com esse peso. Para honrar o compromisso assumido, resolveu produzir os ovos por conta própria, comprou a matéria-prima e contratou uma senhora que fazia chocolate caseiro. Após três dias, com jornadas de trabalho de 18 horas, o pedido foi entregue. Depois da experiência, Alexandre percebeu que havia um mercado muito pouco explorado de chocolates artesanais e resolveu investir nisso. O lucro da primeira encomenda, aproximadamente US$ 500,00, foi o capital inicial para Alexandre criar a Cacau Show. Na época, o empreendimento se estabeleceu em uma sala na empresa dos pais do fundador, no bairro da Casa Verde, em São Paulo. Porém, logo depois passou a pagar aluguel pelo espaço. Costa se orgulha em dizer que, durante toda a história da empresa, em nenhum momento, contou com capital externo ou empréstimos bancários. Nessa época, o processo de produção era bem precário: ele e um amigo produziam e saíam vendendo as guloseimas em padarias, contando também com a ajuda de revendedores. Porém, foi preciso mudar a estrutura de distribuição, pois, para o tipo e o custo do produto vendido, ficava muito caro o sistema de comissões e de prazos de pagamento habituais ao canal de venda domiciliar. Foi nesta época que Alexandre optou por atender diretamente a pequenos pontos-de-venda, como bares e lanchonetes, sem contar com a intermediação de atacadistas ou distribuidores. A experiência de sair vendendo pessoalmente, de loja em loja, foi considerada insubstituível pelo empresário, pois graças a ela, hoje ele sabe exatamente como se vende, conhece profundamente o mercado e o perfil dos compradores, as dificuldades e oportunidades encontradas, podendo, portanto, preparar seus vendedores da melhor maneira para o dia-a-dia nas ruas. Além de vender o produto, buscou também informações técnicas: como fabricar, conservar, embalar, e assim por diante. Nesta busca de aperfeiçoamento da qualidade, fez cursos de vários tipos, desde aqueles oferecidos por grandes fornecedores e revendedores de chocolate em barra até cursos tipicamente voltados para donas de casa. Um momento difícil para a empresa ocorreu no verão de 1992. Como é natural e ocorre em todos os verões com produtos à base de chocolate, a venda dos produtos da marca caiu acentuadamente. O produto parou de rodar no ponto de venda e, devido à sua curta vida útil, começou a estragar. Todos os produtos deteriorados foram trocados sem qualquer ônus para o varejista. Até aí era uma situação tradicional de verão, quando frequentemente é necessário “colocar dinheiro” na empresa; foi então que a crise se instalou, porque não havia caixa suficiente para cobrir as despesas. Mais uma vez, Alexandre não ficou parado reclamando, nem saiu atrás de empréstimos para cobrir as despesas. Ao contrário, buscou oportunidades de longo prazo. Como o fim do ano se aproximava, comprou uma máquina para fazer panetones, e vendeu-os; montou quiosques em feiras de natal para oferecer não só seus chocolates, mas também produtos adequados à temperatura do verão, como salgadinhos e sucos, adquiridos de terceiros: ou seja, quando a situação de seus produtos se complicou, a empresa mudou, rápida e temporariamente sua oferta ao mercado para poder suprir os problemas e sair em...
Read moreFui três vezes só em janeiro na loja e o atendimento a noite é péssimo. Fui na semana que estavam ofertando panetone e não tinha barra de chocolate mil folhas perguntei ao atendente e o mesmo me respondeu que não tinha. Minha filha foi a noite e o mesmo funcionário foi pegar pra ela no estoque ( oi? Como assim pra mim as 17h não tinha e pra ela as 18h apareceu?) Atendentes repondo a mercadoria, conversando entre si (um rapaz e uma moça) e nem vieram dar auxílio. Totalmente diferente do atendimento da loja de Vicente de Carvalho. Creio que estão precisando de um curso de atendimento ao cliente. A loja faltando diversos produtos no dia 25/01/2025 barra de chocolate mil folhas, pistache, mezzo, trufa de mezzo, waffer recheado tradicional ou seja péssimo atendimento e fazia. Creio que a dona tem que avaliar melhor quem ela coloca pra atender seus clientes pq isto pode...
Read moreLamentavelmente, senhores da Franquia Cacau Show Ferry Boat Praça das Nações Unidas S/N Bairro Vila Lygia Guarujá SP Brasil, reclamo-vos, de hoje, quinta-feira, 24/03/2022, embora sabedor do excesso de trabalho das funcionárias dali, de uma ocorrência surreal; digitei-as sob mensagens e áudios de WhatsApp e telefonemas entre as partes, de forma correta e coerente sobre três pedidos. Num deles, a Sra Thuanne e a Sra Viviane, atrapalharam-se no "rabiscar," coitadas, enviando 16 picolés zero adição de açúcar Cacau Show La Creme e 2 Ovos de Páscoa zero adição de açúcar Cacau Show La Creme 180g cada ao "Multi-Imagem," inadvertidamente, quando em verdade seria e é "Top Imagem incrustado no Hospital São Lucas Av Ana Costa 168, 1° Andar, Santos SP Brasil." Após inquirição, declinaram quê erraram; depois, "caíram em contradição!" "É o...
Read more