The biking path along the lake is simply wonderful! It's well-paved, making it a perfect spot for a relaxing afternoon cycling session. Despite our overcast day, the scenery was breathtaking. I can only imagine how stunning it must be on clear days with a view of Christ the Redeemer in the distance. Whether you're a cycling enthusiast or just looking for a peaceful outdoor activity, this path is a must-visit. Don't miss the chance to experience this scenic biking paradise!
As we were visiting for a short period, we downloaded the Tembici app which allowed us to do bike hires by the minute. It was very affordable and gave us the option of stopping and returning the bikes for a lunch / coffee break somewhere...
Read moreA história da Lagoa Rodrigo de Freitas está intimamente ligada à do Jardim Botânico, outro cartão postal do Rio de Janeiro. Habitada pelos indígenas Tamoios até os anos 1570, a lagoa era conhecida por diversos nomes, como Piraguá, Sacopenapã, Camamducaba, Sacopã ou dos Socós (raízes chatas). Mas a área foi logo conquistada pelos portugueses que, percebendo a fertilidade das terras, instalaram ali um primeiro engenho de açúcar, chamado de Engenho D'El Rei, na área onde se localiza o Jardim Botânico.
Com isso, a partir de 1577, foi criado o primeiro caminho, passando pelo que hoje é o bairro de Botafogo, que ligava o centro à lagoa. Dali, era possível pegar uma embarcação para chegar ao engenho ou às praias, hoje conhecidas como Ipanema e Leblon, ou seguir a cavalo pela estrada que foi aberta entre a lagoa e a encosta do Corcovado.
As terras férteis que se estendiam até os atuais Jardim Botânico e Gávea foram adquiridas, por volta de 1606, por Sebastião Fagundes Varela e nessa época ficou conhecida como a Lagoa do Fagundes. Ele ampliou sua propriedade e ao morrer era dono do que hoje se conhece como os bairros do Humaitá, Fonte da Saudade, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Ipanema e Leblon.
A bisneta de Varela, Petronilha Fagundes (1671-1717), casou-se, em 1702, com o oficial da cavalaria e jovem português Rodrigo de Freitas Melo e Castro (1684-1748), que deu o nome pelo qual a lagoa é conhecida até hoje. A propriedade permaneceu com a família até 1808, quando a Corte portuguesa chegou ao Rio de Janeiro.
D. João VI (1767-1826) desapropriou o engenho da lagoa, que já estava abandonado desde a morte do oficial, o transformou na Fazenda Nacional da Lagoa Rodrigo de Freitas e construiu no local a Real Fábrica de Pólvora. D. João VI funda ainda, no mesmo local, um jardim para aclimatação de plantas exóticas, o Real Horto Botânico, que se tornaria o atual Jardim Botânico do...
Read moreWalkway to around the entire lake.
In several places there are squares, viewpoints, bridges, sports and recreation facilities (clubs on small islands). Bars and restaurants in a few places, but more for the local community than for tourists.
No beach, no one bathes in the lake - salty water.
Views of the surrounding mountains from everywhere.
A walk around the lake will be a good option when you have already seen most of Rio's attractions or if you like long walks.
I felt safe...
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