O Forte de Santa Catarina foi construído na foz do rio Mondego, em Buarcos, concelho da Figueira da Foz, e desde 1961 que está classificado como Imóvel de Interesse Público. Tem uma planta triangular, com dois baluartes de cauda-de-andorinha em cada vértice excepto a Norte, onde tem só um meio-baluarte. Há ainda reminiscências de uma fortificação mais antiga. Virada a Leste, a porta-de-armas é simples, tendo apenas uma placa evocativa da tomada do forte por populares a uma guarnição francesa em 1808. Na parada há uma interessante capela, ligeiramente mais antiga que o forte e dedicada a Santa Catarina, além de casernas e do paiol, e de um farolim desactivado. Aberto ao público, está a ser maioritariamente explorado como bar.
A Baía de Buarcos é um fundeadouro natural abrigado pelo Cabo Mondego: com águas calmas e areais extensos, tinha condições para um pequeno porto e Buarcos desenvolveu-se com a pesca, à sombra do castelo de Redondos, do qual pouco resta. Dom João I, mais tarde, mandou fazer defesas costeiras que incluíam já um fortim neste local. A sua rápida obsolescência motivou os povos de Buarcos, Montemor-o-Velho e Coimbra a exigir melhor numa audiência perante Dom Filipe I em 1585. O rei deu razão às queixas e ordenou a construção de um conjunto de fortificações na baía, onde se incluíam as muralhas abaluartadas de Buarcos e este forte.
Apesar do interesse geral (a construção contou até com verbas da Universidade de Coimbra, da diocese e do Mosteiro de Santa Cruz), a construção acabou por chegar inacabada à Restauração da Independência, tendo até permitindo um grande ataque de corsários ingleses que, em 1602, desembarcaram sem grande oposição, saqueando Buarcos e outras povoações. Os projectos foram revistos em 1643 e a Guerra da Restauração obrigou à sua conclusão rápida. No entanto, sem quaisquer incidentes, este novo forte estava já semi-abandonado em 1680.
Na Primeira Invasão Francesa, em que Portugal quase se deixou invadir por Junot, o forte foi ocupado por uma força francesa. No entanto, meses depois, foi cercado por cerca de duas centenas de homens, entre populares, ex-soldados, clérigos e voluntários do Batalhão Académico. Eram comandados pelo sargento de artilharia Bernardo António Zagalo, e por Inácio Caiola, sargento de infantaria. Sem opção, os franceses renderam-se no dia a seguir, 27 de Junho, e foram presos. Meses depois, o forte deu cobertura ao desembarque britânico na praia de Lavos.
Com mais ou menos dificuldades, o forte foi-se mantendo em uso até perto do fim do século XIX, quando estava obsoleto e foi cedido à Marinha, em 1888, para nele se erguer um farol, que seria desactivado em 1991. Em 1911, o restante foi cedido ao Instituto de Socorros a Náufragos e ao Ténis Clube Figueirense. Em 2013, a Câmara Municipal da Figueira da Foz requalificou-o e adaptou a funções de...
Read moreSe trata de una torre cilíndrica de hierro fundido de aproximadamente 10 metros de altura, con barandilla protectora y linterna. Se encuentra todo pintado en color rojo y es un claro ejemplo de tourelle francesa.
El faro se instaló en el fuerte en 1888 y se dejó de cumplir las funciones como ayuda a la navegación en 1969.
Está catalogado como edificio de interés público por el...
Read moreUn lugar ideal para ver el atardecer en Figueira da Foz, tiene una terraza arriba súper chula para tomar algo e incluso comer. En nuestro caso probamos las patatas con Bacon y queso y luego para beber una sangria de Mango, muy fresquita y...
Read more