Chegávamos aos fundos do restaurante em busca de uma vaga quando fomos abordados por um dos funcionários, que nos ofereceu uma das "vagas reservadas para pousadas" em local público e bloqueada por cones, desde que comêssemos no restaurante. Entramos para avaliar o local, que possui cadeiras e guarda-sóis à beira-mar, e um deck agradável. Estávamos em 3, e perguntamos sobre o cardápio, onde constava filé de peixe com purê de banana da terra por R$189,00. Perguntamos se era bem servido, ao que o funcionário nos respondeu "serve bem vocês 3". Decidimos ficar, demos uma volta pela rua comercial próxima e voltamos para o almoço. Nos sentamos na praia, e passada uma hora, perguntei sobre o estado do pedido. Outro funcionário voltou um tempo depois dizendo que "estão terminando o arroz". Mais 20min até nos chamar para comer no deck. Nesse tempo todo, daria para ter plantando e colhido o arroz. Quando finalmente chegou a comida, surpresa! Mal alimenta duas pessoas, que dirá três. Imediatamente me levantei e fui buscar o cardápio, já pensando em que outro prato mal servido e superfaturado iria ser obrigado e pedir. Pedimos uma porção de lula a dorê por R$149,00. Claramente não foi o suficiente para matar a fome. Enfim, o que têm de beleza natural, têm de desonestidade e lentidão no atendimento. Não teríamos nos importado em pedir mais comida nem pagar por ela. Mas no desespero de manter alguns turistas para o almoço, passam uma péssima imagem do povo dessa região. Se tivessem sido sinceros, eu não estaria escrevendo essa avaliação.
E o pior de tudo: ao fechar a conta e me recusar a pagar a taxa de serviço, que ademais é de 12% (faz-me rir), insistiram que eu a pagasse, e quando questionei o porquê, disseram que os garçons não recebem salário, apenas o valor da taxa de serviço! Quando informei a senhora que essa prática é ilegal, ela calmamente me respondeu "todos aqui fazem desse jeito", referindo-se aos restaurante da orla, e que "os meninos concordaram com isso antes de começarem a trabalhar aqui". Disse, ainda, que eles "recebem ajuda de custo". Ou seja, além de desonestos e praticando preços abusivos, "empregam" pessoas sem remuneração de acordo com o...
Read moreTERRÍVEL. FUJA. Estive no dia de hoje 21.03.24 nesse quiosque e sinceramente me faltam palavras. Tudo começou quando fomos abordados na chegada de trindade por um rapaz, que trabalha nesse quiosque e nos ofereceu uma vaga do estabelecimento com a condição de consumirmos algo lá depois. Achamos que poderia valer a pena. Não pagariamos o estacionamento local (30 reais) e poderíamos beber e comer algo. ERRO NOSSO. Após irmos na praia do meio fomos no quiosque. Ambiente bem ruim, a praia de frente ao quiosque é péssima. Como tínhamos combinado pedimos um almoço. Contrafilé pra dois acompanhado de fritas, feijão e arroz pelo valor ABSURDO de 159 reais. E posso afirmar sem medo de ser injusto. Foi umas piores refeições que comi. Com certeza foi o pior custo beneficio em 38 anos de vida. Três bifes apenas, porção de fritas pequena, arroz com gosto de PLÁSTICO e feijão com gosto esquisito, parecia temperado só com cominho. Saímos com fome. Recomendo fortemente que não vá nesse quiosque. Pare no estacionamento da associação, pague 30 reais e depois procure um local com calma pra comer. Aqui não...
Read more[19/12 18:40] Marcelinho: No restaurante "O Teimoso" em Trindade, um funcionário conduziu-nos a uma mesa na Praia dos Ranchos, onde portávamos um cooler com bebidas. O funcionário permitiu o consumo das bebidas sem problemas e serviu uma caipirinha de saque. Após 1 hora e meia, ao pagar a conta de 56 reais apresentada pelo primeiro funcionário, outro funcionário exigiu o pagamento adicional pelo espaço (mesa), alegando ser regra do local. Esse pedido contradisse o acordo inicial feito com o primeiro funcionário, chamado Daniel. Diante da recusa em pagar a taxa, o segundo funcionário, de forma ameaçadora, ordenou que nunca mais retornássemos ao local (praia). [19/12 18:44] Marcelinho: Desde outubro de 2003, com a entrada em vigor da Lei nº 4.198/03, está proibido às casas noturnas, bares e boates do Estado do Rio de Janeiro, condicionar o fornecimento de produtos e serviços a limites quantitativos, bem como ao fornecimento de outro produto ou serviço, ainda que a título de consumação mínima. Ou seja se quiser ir num lugar onde a malandragem contra turista manda vá...
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