Durante o Carnaval de 2025, eu e minha família fomos expostos a um dos maiores constrangimentos que já sofri em um estabelecimento público. Um garçom deste quiosque nos disse que não seríamos atendidos por ele nem por qualquer outro funcionário do estabelecimento e que deveríamos nos retirar do local. Tudo isso porque minha mãe, uma senhora de quase 70 anos, solicitou que limpassem a mesa suja com areia antes de sentarmos. Uma mesa limpa é o mínimo que se solicita ao utilizar um local onde haverá consumo de comidas e bebidas em um restaurante. Para minha surpresa, notei que essa prática é comum neste quiosque: clientes sendo convidados a se retirar pelos motivos mais diversos, como comprar milho na praia, comprar um espetinho ou até mesmo solicitar que uma mesa seja limpa. Fui reclamar com o dono do quiosque, mas lendo os comentários aqui, percebo que é uma prática recorrente. Meu pai é um senhor com mobilidade limitada, e o garçom, em determinado momento, chegou a ser agressivo conosco. Sabe quando uma situação fica a prestes a sair do controle, do mínimo da razoabilidade? Frequento Caraguatatuba e seus quiosques há 30 anos e nunca fui desrespeitado e mal tratado em lugar algum, exceto no quiosque ponto 7 de Martins Sá em Caraguatatuba. Não é uma questão de um funcionário, como pensei no dia. É um ponto de cultura organizacional imposta pelo dono. Temos relatos como este há mais de dois anos. Se o dono sabe e não se posiciona, a culpa é dele, e isso deve doer no bolso!
Saímos do quiosque 7 e gastamos R$ 450,00 no quiosque 8, que fica ao lado, onde fomos muito bem atendidos. Voltei com a nota e mostrei ao dono do quiosque 7. Farei isso pelos próximos anos. Não voltarei mais lá e recomendo que você e sua família, se não quiserem passar por esse constrangimento, façam o mesmo! Então, lanço campanha de boicote ao mal atendimento do quiosque 7...
Read moreum quiosque totalmente desorganizado, no qual fizeram eu e minha família passar por um constrangimento, citando que estávamos lá no dia anterior e consumimos apenas uma caipirinha, mas nem lá a gente tinha ido, fomos julgados sem saber, somente um atendente quis atender a gente e mesmo assim acabou sendo sem educação depois, ali é um lugar público, e eles sempre tratando com a maior falta de educação perguntando se os clientes estavam com comida e bebida de casa, consumimos ainda duas caipirinhas para ver o tratamento e mesmo assim fomos mal tratados, colocaram a gente em uma mesa em baixo da árvore e o restante um sol, disse que não poderíamos sair de lá ou trocar de mesa, uma falta de respeito e empatia, fomos no quiosque baleia branca e fomos muito bem atendidos e gastamos R$ 500,00 lá, pedimos a filmagem do estabelecimento para comprovar que era a gente que tinha ido no dia anterior e que chamasse o garçom que havia atendido o casal que tinha consumido só uma caipirinha para reconhecer se era a gente, e o dono falou que não podia, a verdade é que vou meter um processo, pq ninguém merece ser julgado antes de ter a certeza, lugar horrível não indico nem para meu...
Read moreHoje, 23 de fevereiro de 2023, presenciamos e por fim vivenciamos algo desconfortável. Para começar, a praia é pública, a areia não tem dono, é um de todos. O quiosque ponto 7 ocupa muito espaço com várias mesas e cadeiras. Quase não teve movimento. Várias mesas e cadeiras vazias. Parecia tranquilo, até que começaram a tentar impor consumação a quem estava em cadeira e mesas do quiosque. Pra quê criar um clima ruim sem necessidade no contexto do dia? Poderia muito bem ter deixado as pessoas usarem a mesa, guarda-sol e cadeiras, não faria falta, não tinha cliente esperando vagar mesas e cadeiras, nem sequer estava fechando o quiosque para recolher esses objetos. Por arrogância e ignorância, o quiosque criou uma situação desconfortável. Impor consumação é PROIBIDO em LEI FEDERAL. Não há lei municipal nem estadual permitindo.
A quem for nesse espaço, não tenham receio, levem suas mesas, cadeiras e guardas-sol, peçam pra tirar as do quiosque, e...
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