CONSTRANGIDO A PAGAR 12% DE GORJETA NO CANASTRA ROSE BAR BOTAFOGO No dia 15/07/2023 fui convidado mais uma vez para uma festa no Canastra Rose Bar Botafogo. Chegando lá, pedi uma garrafa de vinho vendida por R$ 85,00. Como regra da casa, o pagamento deveria ser feito na hora. Para minha surpresa, o valor cobrado foi R$95,20, ou seja, 12% de gorjeta ao invés dos 10% previstos na lei. Eu sei que essa prática foi adotada para cobrir os custos advindos da implantação da lei da gorjeta, que passou a cobrar impostos sobre as gorjetas, há mais de cinco anos. Porém, eu também sei que seu pagamento é opcional, tanto os 12% quanto os 10%. Eu também sei que isso foi naquela época e já passou tempo suficiente para o mercado ajustar seus preços e cobrar os 10% previstos em lei. Eu também sei que esses impostos cobrados sobre as gorjetas favorecem a aposentadoria dos trabalhadores da área, então ninguém está perdendo nada. Além disso, é sabido que, além do pagamento ser opcional, taxas superiores são consideradas abusivas pelos órgãos de defesa do consumidor. Por outro lado, o pagamento da taxa de serviço é opcional e o estabelecimento não pode exigir ou forçar o pagamento. Não pode dificultar a venda, impor constrangimentos ou qualquer outro estratagema para obter os 12% cobrados. Pois foi justamente isso que aconteceu: Na compra da segunda garrafa de vinho, questionei o garçom sobre a cobrança dos 12%, ele respondeu que a casa cobrava 12%, eu lhe disse que não era isso que estava previsto na lei e eu queria pagar os 10%. Ele me disse absurdamente que se ele cobrasse só 10%, a casa descontaria do salário dele o restante. Eu lhe disse que a prática seria ilegal. Rispidamente, ele me disse que se eu não quisesse pagar a taxa, eu poderia fazer a compra junto a atendente que fazia a cobrança na entrada da casa, e se recusou a me vender. Eu não estou reclamando por causa de R$ 1,70, que é a diferença dos 12% para os 10%! Eu estou reclamando pelo descumprimento da lei, e pelo constrangimento a que será submetida qualquer pessoa que exigir o cumprimento da lei, como eu fui. Só piora, e para outra garçonete que veio atender o grupo, fiz o mesmo questionamento e relatei a conversa com o garçom. Pasmem! Ele confirmou, mas disse que não era assim. Que lá na entrada, eu deveria dizer que eu só queria pagar os 10% e a atendente chamaria o gerente para autorizar, o que é completamente ilegal, já que o consumidor tem o direito de pagar mais ou menos que os 10% sem haver qualquer questionamento, justificativa ou demanda. Para uma terceira garçonete, após ela realizar a cobrança dos 12%, eu pedi que ela informasse ao gerente que eu faria uma reclamação aqui nesse site. Ela argumentou pela cobrança e a cada vez, eu lhe dizia que era ilegal. Quando eu lhe contei sobre os outros dois atendimentos, ela me disse que o cliente não era obrigado a pagar, porém não fez nenhum movimento para estornar a compra com os 12% e refazer a cobrança com os 10%. Para minha surpresa esta garçonete sumiu, foi atender do outro lado do salão, e não a vimos mais. Daí, apareceu outra que não estava lá desde o início da noite. Ou seja, trocaram de lugar... Como eu pude perceber, não é uma prática isolada de um garçom. Trata-se de uma orientação interna do Canastra Rose Bar Botafogo (@canastrarose). De que adianta montar um bar “legalzinho”, dito instagramável, ornamentado com paredes descascadas e basculho de obra, iluminado com luz âmbar para a verdadeira imagem do local não aparecer nas fotografias, quando a lei mais elementar, que rege as relações entre consumidor e estabelecimento, é descumprida? O melhor do brasileiro, é quando ele cumpre a lei! Neste dia me senti enganado e constrangido no Canastra Rose Bar Botafogo... Uma pena! Mais uma para a lista dos locais para não ir e não indicar... P.S.: Eles apagam os comentários negativos de suas redes sociais ignorando os clientes e impedindo qualquer melhoria, e não respondem as reclamações em sites...
Read moreConcordo plenamente com os comentários de Natália Famelli e Marcelo Meneses, pois quando cheguei às 19h30 do dia 8 de fevereiro de 2019, coloquei meu nome na lista de espera para uma mesa de cinco pessoas, e havia somente outro nome na minha frente para mesa com a mesma quantidade de consumidores. Por volta das 20h, aceitei ficar em pé com amigos numa mesa do lado de fora onde fomos servidos, e de vez em quando perguntávamos para um camarada que controlava a entrada na porta se já havia perspectiva de um lugar vazio. Quase às 22h, fiz a mesma pergunta de forma eloquente, lembrando que cheguei às 19h30, no momento em que havia apenas a tal mesa de cinco na espera, e supus que outros clientes passaram na minha frente. Percebi que o camarada não gostou, recebi uma resposta cheia de má vontade e rispidez, e, logo depois, falei para ele que estava na casa pela primeira vez e que ele não poderia agir daquela forma. Aí o cara, que acredito ser o mesmo mencionado por Natália Famelli, disse que eu fui "arrogante" e que tinha falado mal do trabalho dele. Pouco tempo depois, uma funcionária veio até a mim para saber do desentendimento e explicar que a dificuldade de lugar aconteceu porque a casa estava muito cheia. Eu disse que eles deveriam ter avisado muito antes, e mencionei a descortesia do controlador da porta. Aí ela ressaltou que não dava para precisar o tempo, e ainda meio que defendeu o cara da porta ao afirmar uma outra versão dele sobre a discórdia. Tempo depois, a mesma funcionária disse que já poderíamos ir para uma mesa, mas recusamos, e, no final, deram uma rodada de três chopes. Não entendo porque esse tal Canastra Rose coloca lista de espera na porta e faz um papelão desse, até porque soube que estava cheio, devido à comemoração de 11 aniversários. Pena, já que o lugar parece ser agradável e animado, com três ambientes, um deles bem transado, e boas bebidas, petisco de carne e linguiça (era para ser batata rosti no lugar da linguiça) e música ambiente ótima. Entra para a minha lista de lugares 'não volto mais', tamanho o desrespeito para, simplesmente, conseguir um espaço no...
Read morePra ser bem sincero eu nem sabia que existiam opções alimentícias na casa. Então estarei devendo essa parte da análise.
Posso analisar os Drinks, que estavam excelentes, apesar da demora excessiva.
Achei a estrutura de atendimento da casa uma verdadeira confusão e confesso que tive um pouco de pena dos garçons e garçonetes.
Não só vive lotada a casa, o que dificulta bastante a passagem dos garçons, a ideia de vc pedir suas bebidas numa mesa onde todos estão em pé e os garçons terem de andar por uma casa lotada de gente carregando as bebidas e ainda terem de lembrar cada pedido... achei cansativo, espero que ganhem absurdamente bem e todos os direitos trabalhistas mais adicional de insalubridade.
A proposta do lugar me parece que foi internalizar o barzinho de esquina(onde todos ficam em pé) para dentro de uma casa com uma decoração bem exagerada e vintage. É bonito? É. É INSTAGRAMÁVEL? É. Mas chegue cedo pois quando lota fica impossível tirar fotos decentes.
O ar condicionado NÃO dá conta, então evite dançar...por sinal quase ninguém consegue mesmo dançar... n é pra isso que o espaço se propõe apesar da música "eletrônica alternativa".
Confesso que acho difícil enumerar pontos positivos, n tem um espaço de respiro um fumódromo adequado (ao menos eu n o vi). Os banheiros porém me pareceram bem limpos apesar dos pesares, e contra todas as estatísticas.(n adentrei o feminino porém, nisso ficarei devendo pois sou do sexo masculino )
Se você gosta de ônibus e metrô lotado esse é o lugar pra ir. Com adicional do fato de que verá sim muita gente genuinamente bonita e com alguma condição (por que os Drinks começam em 35reais). Me fez lembrar aqueles blocos de Carnaval alternativos que lotam em Santa Teresa, é quase um mesmo público.
Achei um charme o ambiente, achei estranha a proposta da casa, e minha necessidade de espaços pra respirar existir sem ser amassado por entre a massa me fez desgostar muito do contexto.
Drinks ótimos, espaço claustrofóbico, n pretendo voltar. Calor humano é bom...
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