Um clássico em extinção. Comandada pelo sr. Pedro e sr. Cícero (a dupla dinâmica), essa lanchonete/restaurante é o símbolo dos antigos comedouros de supermercados das décadas de 1980/90. Nessa época, as famílias saíam juntas para as compras do mês e faziam a refeição fora de casa no mesmo estabelecimento. O Pastorinho, filial de uma rede nascida de um armazém convertido em supermercado em 1968, é um sobrevivente. Ao chegar à sobreloja (alguns nem sabem que ela existe), é como ver uma fotografia fiel de antigos magazines (Mesbla, Mappin ou Sears). Manequins expondo roupas, eletrodomésticos num canto e louças de cozinha ao lado. Já valeu a visita pelo registro histórico. O ambiente da lanchonete é impecável. Limpíssimo, são quatro balcões de inox formando letras "u", rodeadas por cadeiras estofadas como as das padarias antigas. Tem até o mosquiteiro elétrico (agora numa versáo atualizada). Na parede sobre o largo balcão da cozinha, está um grande relógio - testemunha de tantas refeições e tantos famintos. Vamos à comida? Pratos excepcionalmente bem preparados e muito, muito, muito generosos. A grande maioria dá para dois a três adultos. Por isso, é uma boa pedida para famílias. Hoje, fui de Picanha à Pastorinho. Três filés gigantes acompanhados de cebola temperada numa travessa e acompanhamentos abarrotados na outra (praticamente caindo pelos lados). Picanhas ao ponto, suculentas, bem temperadas com toque de alho, envoltas pelo "molhinho da chapa". Fritas como não via há tempos: secas, macias e saborosas. Farofa com pedacinhos de bacon no estilo caseiro e ponto correto de sal. Tudo isso por R$ 89 (promoção). Se estimarmos que cinco pessoas poderiam dividir o prato e se fartar, cada uma pagaria R$ 18 (apenas!). Outras dicas do extenso cardápio: Bacalhau à Pastorinho e Filé a Parmegiana (épico, gigantesco e famosíssimo). Registro triste: estava vazio e melancólico numa sexta-feira à noite. Algumas unidades Pastorinho já fecharam. Os funcionários pareciam pessimistas quanto ao futuro. Então, por favor, salvem a unidade Pastorinho Vila Mariana! Salvem a lanchonete Pastorinho Café! Prestigiem esse ponto icônico do bairro! Um registro (ainda) vivo...
Read moreÓtima opção “clássica” em São Paulo. Em um ambiente simples - de balcão amplo - porém muito bem conservado e asseado, fartos pratos que servem dois glutões a preços honestíssimos.
Não é à toa que são famosos pelos seus files a parmegiana, mas de todos os parmegiana da casa, o que ultimamente tem mais me encantado é o de beringela, muito bem servido com a tradicional bordinha em purê de batatas. Apesar de não acompanhar, uma bela porção do delicioso feijão da casa faz a diferença.
O “Bacalhau à Pastorinho” recebe sobre suas carnudas e altas postas deliciosa cebola dourada puxada no azeite junto com pimentões vermelhos e azeitonas pretas. Além disso um excelente arroz a grega (com legumes de verdade e não seleta de lata), brócolis e deliciosa batata corada.
O Salmão a portuguesa também é delicioso, assim como o Cação grelhado com alcaparras.
Nas segundas-feiras indico o saboroso e caprichado Virado à Paulista.
Atendimento sempre cortes e ágil, assim como a velocidade que os pratos chegam no balcão. A grande maioria é veterano de casa e a simpatia cativa ainda mais os clientes (aprendam com eles, meninada!).
Custo X Benefício difícil de ser batido. Vale muito a...
Read moreO restaurante/café/lanchonete é bom e segue uma linha de pratos tradicionais sem lugar para coisas afrescalhadas sem gosto e caríssimas. Tem o prato do dia (incluindo sopa no jantar) e pratos 'diários'. Serve porções que muito barzinho metido a grande coisa não serve, como a de bisteca de porco, seu contrafilé à cubana é monumental (4 bifes à milanesa sem miséria) e além de tudo a parte de sorvetes é algo raro hoje em dia... Quanto ao mercado, os preços variam mas tem boas ofertas quinzenais, existe uma ótima variedade de queijos/frios com um balcão de conservas a granel, o açougue e a padaria são medianos e a feirinha é ótima. Por último: não tenho queixa alguma em relação a um só...
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