Was More than Impressed. One of those situations where you go in not expecting much, but as soon as I walked in was drawn by the dessert options. Then to hear the two I had my eye on were homemade was just immediately Sold. The octopus "a lagareiro" was so delicious and tender. Service was so friendly. Ok granted they weren't busy but goes to show why you shouldn't judge a restaurant on the Quantity of patrons. We have the option at our fingertips to judge a restaurant fairly based on popular reviews and opinions. I for 1 rate this 1 up there on my list of bests. Love tart and apple tarts were outstanding dessert options!! Clean and...
Read morePoor service ! Too long to wait to order drinks 15-20 mins after arrival ( not busy ) Basic menu with most standard things not on it ( but available ). Asked staff what the mixed grill consisted of , basic incorrect response from him . No condiments with food , asked twice still no service , eventually after asking again they arrived but meal already finished . Waited 25mins for bill to be given the wrong bill from another table ( more expensive one , I wouldn’t normally check !) . Over all failed on all accounts don’t see any reason to eat here there are many around much better than this for the...
Read moreÀ sombra do Aquashow, ergue-se o Restaurante-Bar Sol e Sombra, cujo nome sugere contraste e jogo de luzes — mas onde, no auge do verão algarvio, a experiência gastronómica se revelou mais próxima do surrealismo do que da harmonia.
A receção foi calorosa e cordial, e a primeira impressão prometia um serão agradável. Porém, à mesa, as expectativas começaram a esbater-se diante de uma realidade difícil de justificar: pratos com preço de restaurante de topo — quase vinte euros cada — mas servidos em quantidade e apresentação que não ultrapassariam o registo de uma tasca de bairro modesto.
O polvo à lagareiro chegou tímido, reduzido a três tentáculos magros acompanhados por duas batatas solitárias. A cena, mais do que minimalista, beirava o desolador. Logo a seguir, os secretos de porco foram depositados numa bandeja de alumínio, sem acompanhamento, sem cuidado, sem narrativa visual — uma travessa que evocava mais a ração de um quartel do que o prazer de uma refeição em família.
É verdade que o sabor não se pode negar: a confecção era correta e a qualidade dos ingredientes estava lá. Mas numa refeição, como numa boa peça de teatro, não basta a competência técnica; é preciso encenação, contexto, generosidade. Aqui, o público ficou à espera do clímax. Tudo o resto — pão, bebida, sobremesa — é taxado à parte, e rapidamente a conta alcança valores que não encontram espelho no que chega à mesa. A soma final deixou um travo amargo que nem a simpatia dos funcionários conseguiu adoçar.
Talvez fora de agosto a história seja outra, e a casa encontre um ritmo mais equilibrado entre preço e substância. Mas no verão, quando a lotação e o turismo ditam a lei da pressa e da margem fácil, a experiência é, infelizmente, uma...
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