Passei por minha primeira internação e foi complicado por inúmeros fatores. Paradoxalmente, TODOS os funcionários c/ quem tive contato desde a entrada até a alta foram extremamente empáticos, prestativos, carismáticos e gentis. Ainda assim, houveram situações decepcionantes, a equipe parece pequena p/ demanda d pacientes.
Cheguei ao hospital com mal-estar repentino. No PS informaram q os exames prévios não tinham alteração, mas como o mal-estar persistia após remédios fortes, fiquei em observação. Na internação descobri q estava com sinusite mal curada.
Deram antibiótico+corticoide, mas a administração foi confusa. Houve um intervalo de mais de 32h entre a 1° e 2° dose. No meio tempo percebi a falha, apesar d não ser minha responsabilidade, perguntei a 3 pessoas diferentes até conseguir uma resposta. Disseram q “medicações eram apenas se houvesse mal-estar”, mas nunca vi antibiótico ser ministrado assim, ainda + sendo um tipo q normalmente é dado por no máx. 5 dias. Em casa tomei por 7 dias, totalizando 9 dias. A infecção aparenta ser persistente e ainda houve a má administração do remédio, gera receio.
Outro ponto delicado foi o quarto compartilhado, fiquei c/ uma pessoa q claramente precisava d apoio psiquiátrico. Tinha má higiene, msm com a limpeza constante da equipe, a pessoa usava o banheiro de um modo q o deixava constantemente sujo e fedido. A roupa íntima q tds viam, estava com sujeira q aparentava ser d dias... Tbm houve um episódio em q a pessoa mencionou querer um item não seguro, oq me deixou em situação de apreensão e reportei a enfermagem, ao informar, pareciam já estar acostumados com tal paciente, mas eu não! Após o episódio minha pressão subiu.
Somado a isso, o banheiro tbm começou a ter leve cheiro de cigarro, prejudicial p/ mim, apesar d ser internação, aparentemente cada um faz oq quer e é torcer p/ ter jogo d cintura (e saúde) p/ mediar este tipo d cenário. Cogitei pedir troca d quarto, mas levando em consideração tudo oq estava acontecendo (isso é "só" o resumo), tive receio d ir p/ um quarto pior e eu já estava c/ o emocional abalado devido ao mal estar q culminou na internação, então me pareceu + "seguro" ficar onde já havia familiarização. Somando fatores emocionais e d higiene, comecei a ter dificuldade pra comer.. e a comida não ajudava tb, adivinhar os ingredientes era um desafio, parecia vômito. Itens embalados tinham qualidade tão ruim, q a procedência chegava a ser duvidosa. Fora q contei nos dedos qdo serviram salada ou fruta, q inclusive, não possuíam variedade. A pós internação tb não deixou a nada a desejar como experiência ruim. Como sai de lá sem hipótese concreta e sequer resultados de tds os exames, comecei a solicitar relatório p/ o meu médico de família p/ finalmente ter uma análise d confiança. Me deram informações desencontradas. Liguei pra tentar obter o relatório, ngm sabia informar nd, liguei novamente p/ internação, onde uma funcionária chamada Rose não teve sequer a capacidade mental de compreender oq eu estava solicitando e me dispensava. Em um momento pensei q ela havia desligado o telefone na minha cara (talvez até tenha), mas conseguiu ser mais desagradável ainda e o tel não desligou, então, ela ficou lá um bom tempo reclamando do SAC e das pessoas q ligam, pessoas essas q não só estão pagando por um serviço (às vzs fazendo sacrifício p isso), mas q tbm estão lidando com algo delicado e precioso: a saúde. Um desperdício d tempo e dinheiro pra sermos tratados assim e CONTAR COM A SORTE p/ se recuperar. Até agr não consegui relatório (ou similar) dos dias na internação, nem resultados q saíram durante (se é que houve um controle dos dados). Estou indo p/ 7° semana de sintomas, c/ retorno de outras dores e com oscilações de cognição cada vez + frequentes. Espero q ngm passe por esse tipo de experiência, sofra sequelas ou tenha a vida levada por conta do descaso e d uma lógica q não consegue equilibrar lucro e seriedade no serviço. Pelo q vi, a equipe, na sua maioria, fez oq pode, mas são poucas pessoas. No fim, tds saem prejudicados, pacientes e...
Read moreDia 02/05 cheguei no PS infantil às 13:50 com meu bebê de 9m, ele teve diagnóstico de bronquiolite há uma semana e ainda tossia e tinha tido febre. A demora no atendimento é até de se esperar pois todo lugar tá assim, mas pra chegar na parte infantil você passa pela de adulto e é um corredor cheio de gente doente!! A sala de espera infantil minúscula , várias mães em pé com bebê de colo. Triagem feita de qualquer jeito, pra pegar saturação de um bebê precisa ter paciência mas encaixam o oxímetro e tiram em segundos, passei na consulta 16h, a médica foi atenciosa e o examinou bem, passou exames de sangue e raio x, ao coletar o exame de sangue todos enfermeiros sem luva ! Não vi ninguém lavar a mão, perguntei “só faltou a luva né” ninguém me respondeu ao menos um: mas lavamos as mãos. Sai do hospital às 19:30 com o diagnóstico que o pulmão estava limpo e deveria fazer inalação e anti alérgico em casa. Meu bebê passou a noite inteira com febre alta, acordou cansado e com dificuldade para respirar. Dia 03/05 voltei no hospital e na triagem já deixei claro que ele não estava respirando bem , pra fazer a saturação direito, estava baixa 92% e me pediram pra aguardar na recepção! Passaram outras pessoas pra fazer ficha na frente e não deram prioridade, reclamei aí que fizeram minha ficha e fui direto na sala da médica, de lá fomos direto pra medicação e a internação na uti foi solicitada, ele só foi medicado com aerolin e paracetamol , quando a internação saiu a médica do ps ligou para a médica da uti e falou que já tinha dado prelone para o meu filho e NÃO DEU! eu ouvi ela desligando e falando “disse que demos porque sabia que ela ia falar que precisava dar” ! Um absurdo, como mentem sobre uma medicação importante?! Depois que fomos para a UTI tudo melhorou, parece outro hospital, o atendimento médico é impecável, enfermeiras e técnicas muito boas , solicitas, carinhosas e atenciosas , são pessoas que percebemos que trabalham por amor , em destaque a técnica Suely que nos recebeu com todo carinho que um bebê de 9 meses indo para a uti merece , que mulher atenta aos horários, a seguir os protocolos, ela realmente me chamou atenção pelo amor no que faz. Dia 07/05 meu filho saiu da uti e foi para pediatria (enfermaria), novamente o atendimento caiu , cheguei lá às 16:20 avisando que meu filho já havia tomado os medicamentos das 16:00, ele estava fazendo uso de aerolin de 4 em 4h, as 17:50 o pai estava com ele e fui tomar banho, sai do banho e a técnica tinha feito o aerolin (COM INTERVALO DE 2hrs) eu a chamei a enfermeira para questionar e ela levantando a voz para mim falou que na UTI a rotina era uma e lá e outra! Eu falei que isso era um absurdo, concordo alterar os horários mas deve haver uma análise na superdosagem de medicação, sendo que na UTI me falaram que no primeiro dia ele ainda iria com a mesma prescrição até a visita médica do dia seguinte, a enfermeira alterou sozinha?! Pra conciliar com o plantão delas ?! No dia seguinte recebi a visita da médica que passou que iria diminuir a dosagem de prelone, as 10 a técnica veio com a dosagem anterior e questionei , ela me respondeu “ ontem vc já recusou 3 medicação, ontem foi ontem hoje e hoje” de forma GROSSA , eu respondi a mesma altura dizendo que a médica reduziu HOJE, mas que esperaria elas atualizarem na prescrição delas. Dia 8 uma técnica chegou falando que aplicaria Rocefin no meu filho, ele não fazia uso desse medicamento ha 3 dias!!! Estava com o amoxilin , se eu não questionasse não sei o que aconteceria com meu filho com um antibiótico super forte sendo que já estava usando outro, fui falar com a enfermeira e ela ao menos se desculpou, me mostrou uma observação antiga do prontuário, pedi para tirar pra não ter outro engano. Dia 9 meu filho teve alta, eu gostaria de ter falado com a fisioterapeuta pois ele estava precisando de fisioterapias para soltar o catarro do pulmão, mas a médica disse que o pulmão estava limpo e deu alta, tenho fé em Deus que ele vai continuar bem, mas temo que essa alta tenha sido para...
Read moreNo sábado 01/11/25 (5 dias após ficar na internação) minha filha começou a apresentar quadro de tosse, secreção, espirros, desconforto geral. E eu os mesmos sintomas na segunda-feira (7 dias após a internação). Com o passar dos dias pioramos e voltamos ao hospital na quarta 05/11 as 20:28h (a noite justamente para pegar o hospital mais vazio e tranquilo)pura ilusão, o projeto de hospital chamado HSamp estava mais lotado que a UPA, s/funcionários nem pra fazer uma simples triagem, após esperar muito tempo e NINGUÉM SER CHAMADO PARA A TRIAGEM verifiquei que na sala não havia ninguém da enfermagem, questionei a atendente e ela disse que eles estavam lá dentro em atendimento, entrei e questionei o enfermeiro Breno que c/grosseria respondeu que estava atendendo os pacientes da observação e que depois iria para a triagem, que só estavam ele é uma outra enfermeira atendendo. Desci e fui procurar um responsável do hospital...adivinha no período da noite fica largado NÃO HÁ UM GERENTE, UM SUPERVISOR, UM RESPONSÁVEL os funcionários fazem o que querem!! E é notório pq o segurança que estava na porta dos consultórios estava no celular assistindo futebol como se estivesse na sala de casa.Fui buscar ajuda no setor de internação...a preguiça, a lerdeza e má vontade parou exatamente ali, as 2 que estavam ontem até preguiça para digitar no whatsapp tem imagina fazer o "favor" de achar alguém que responda pelo projeto de hospital. Após procurar uma solução na internação, sem sucesso devido a má vontade que as colaboradoras tem de existir, voltei a pediatra para falar com a responsável da enfermagem, devido a todo o escândalo que armei pelo descaso e falta de respeito do projeto de hospital apareceu o chefe da segurança. Ele veio conversar comigo que a responsável pela enfermagem teve que ir a UTI porque uma das crianças havia piorado, ou seja, o setor tinha 2 enfermeiros ficou com 1 e a sala de espera do tamanho de um ovo de codorna só lotando mais e transmitindo mais doenças respiratórias!Vendo a situação e minha filha passando mal gravei um vídeo mostrando a lotação do ambiente e que se minha filha passasse mal em casa que a responsabilidade era toda do HSamp por não atender. Desci e chamei uma viatura da PM para registrar BO por falta de atendimento, negligência hospitalar. Enquanto eu aguardava a viatura chegar o chefe da segurança foi atrás de mim dizendo que havia encontrado um enfermeiro para a triagem que minha filha seria atendida, me deu um formulário para preencher a reclamação ao SAC, que ele próprio entregaria a chefia. Subimos ao setor de pediatria e finalmente foi realizada a triagem e ficha. Enquanto eu preenchia a ficha do SAC apareceu uma funcionária, supostamente da direção com a bolsa no braço, nervosa porque ela estava indo embora e mandaram ela voltar questionando e reclamando com o chefe da segurança, o que consegui ouvir foi "vc quer que eu contrate 200 enfermeiros para trabalhar aqui" entraram nos consultórios e não pude ouvir mais, depois saíram e ele entregou a ficha que preenchi na mão dela, ela por sua vez sendo "a pseudo responsável" deveria no mínimo ter a decência de vir falar comigo mas, não teve capacidade!A médica chamou,foi atenciosa, examinou minha filha e fez a prescrição. Porém, por provável economia do hospital, se quer solicitou um exame para saber se é COVID, influenza ou qualquer outra doença que deve ser notificada aos órgãos competentes. Ou seja, sai de lá sem um diagnóstico. Não sei o que minha filha tem até agora!! Ah outro detalhe eu estou com os mesmos sintomas e quem foi que disse que eu consegui passar no PS adulto? Não tinha funcionário.Tudo largado!! Todos os meus boletos estão pagos em dia e não consigo ter atendimento médico digno, respeitoso e c/qualidade. Estamos eu e minha filha em casa passando mal e sem uma avaliação e exames médicos adequados. Conclusão: se você tiver a BlueMed ou depender desse projeto de hospital é melhor se dirigir ao SUS lá pelo menos o atendimento é de graça, tem funcionário e você não joga o dinheiro do...
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