Existe um cartaz na frente da empresa com o valor de rodízio de 39,90 mas esse valor não é para os finais de semana, nesse caso deveriam remover o cartaz dali nos dias que o valor é maior. Essa atitude induz o cliente ao erro, mas é tão comum nós estabelecimentos comerciais atualmente. Se você mesmo reconheceu que acontece muito do cliente não ler a placa e olhar só valor e entrar, significa que alguma coisa está errada. Mas você prefere atribuir esse erro só ao cliente, acho que é uma falha de ambos os lados. Você por não entregar tanta clareza na sua publicidade, e minha por não ter prestado atenção plena naquela informação que você disponibilizou. Durante a noite, com fome e com pressa acho que poucas pessoas ficam tão atentas aos detalhes, no dia que eu estive aí, ainda estava chovendo. É até leviano da sua parte dizer q eu como cliente sou responsável único e exclusivo por isso.
Abaixo estou disponibilizando uns trechos interessantes sobre como proceder corretamente nesses casos. Se quiser tentar, pode ser que os seus clientes não saiam mais frustrados e nem sejam chamados de desatentos por você.
Lei nº. 10.962/2004 e o Decreto 5.903/06 vieram regulamentar, em âmbito nacional, sobre a fixação de preços nos produtos e serviços.
Em linhas gerais, estas normas estabelecem premissas básicas relativamente às informações dos preços dos produtos, tais como:
a) correção: a informação deve ser verdadeira, de modo que não induza o consumidor em erro;
b) clareza: a informação deve ser entendida com facilidade;
c) precisão: a informação deve ser exata e deve estar física ou visualmente ligada ao produto, sem nenhum embaraço físico ou visual;
d) ostensividade: informação de fácil percepção, que não exija nenhum esforço na sua assimilação;
e) legibilidade: a informação deve...
Read moreFomos ontem a noite, sábado, não conhecíamos. E, infelizmente, não foi legal, não gostamos! Que pena! E o porquê disso? Talvez pela falta de mão de obra qualificada de alguns garçons, principalmente uma mulher, que realmente "jogava" as pizzas nos pratos e encostava o acessório de servir no meu prato, então óbvio encostava em todos os pratos das outras pessoas... QUE NOJO! Fiz "o teste" e depois não quis mais pizzas que ela trazia... Não reclamo p/garçom pois como naquelas piadas q contam, sabe como é né, podem ficar "chateadinhos" e fazer o que bem entendem na comida da pessoa... Mas essa mulher, fui obrigada a pedir para cuidar, que estava jogando as pizzas... estava sujando tudo pela distância e tal...até dentro do meu copo caiu! Uma pessoa sem treinamento p/ a função... Fora isso, vários garçons gentis... Mas a ETERNIDADE p/chegar a nossa mesa, o rodízio...nossa! DEMORADO é pouco! E quase NADA DE VARIEDADE, e a comida toda estava ruim! Que pena! Entre uma pizza e uma massa, nossa, a DEMORA era demais...e quando chegava, estava fria, queimada... Das massas passaram apenas penne e yakisoba(salgado ainda), o galeto c/gosto ruim...infelizmente para o meu gosto, só comi algumas minúsculas fatias de pizzas. A última que era doce, de bombom estava gostosa, "com gosto do bombom" e por isso estava ótima! Então amigos é isso, eu não vou voltar mais, pois não gostei de tudo isso...ainda bem que o casal de amigos q nos convidou é muito divertido e entre a demora de servirem a mesa, a gente conversava e ria muito... Se tivéssemos ido só eu, marido e filha, acho que teríamos ido embora rapidinho, pois na primeira DEMORA NA ETERNIDADE de servir, teríamos desistido. Ah e tinha fila de espera na chegada, ficamos na rua, de pé um tempão,aguardando uma mesa. Até pensamos que por ter fila, já dava aquela impressão que poderia ser tudo bom mesmo, mas foi só...
Read moreEu e minha família éramos clientes regular da casa, tanto no almoco que gostávamos muito das carnes, como do jantar. Até ontem no jantar quando aconteceu um acidente com meu bebe que poderia ser evitado. Meu bebe caiu da cadeirinha de alimentação que escorregou porque não tem borracha nos pés e o piso é escorregadio pra ela, e não tem nenhum dispositivo de segurança na cadeirinha, mal deu tempo de comer um frango a passarinho que tinha acabado de nos servir e o refri pra que o acidente tivesse acontecido. Nenhum garçom se dispôs a ajudar/apoiar/socorrer ou dar um mero apoio moral, o que fez eu me sentir mal e ir pagar a conta que pra ser justo, pois estávamos com fome e na comemos, deveria cobrar apenas o refri que o garçom abriu, porém o gerente queria cobrar o valor integral e ainda de forma abusiva e ilegal ficou discutindo colocando a culpa na gente, que estávamos apavorados querendo ir pra emergência levar nosso bebe mas ter que pagar por não comer é prática abusiva e ilegal que meu marido preferiu pagar logo pra que pudéssemos ir embora. E que fique claro é obrigação prevista em lei e no código de consumidor que o restaurante deve ter caiderinha para as crianças de todas as idades. Que fique como denúncia à vigilância sanitária para não acontecer o pior as próximas crianças. E para o gerente que me fez passar mal por já estar Preocupada com meu filho ele discutia nos culpando do acontecido, segue o que está previsto em lei: “De acordo com a Lei 16.837, aprovada no dia 8 de fevereiro, os cadeirões de restaurante deverão ser reguláveis, seguindo os padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): precisam ter apoio no piso, sistema de travas, tiras nos ombros, na cintura e entre as pernas da criança, evitando assim...
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