Marco da ocupação inicial da cidade do Rio de Janeiro pelos portugueses, o Morro da Conceição formava, juntamente com os morros do Castelo, de Santo Antônio e de São Bento, um quadrilátero onde a cidade cresceu por três séculos, a partir da sua fundação em 1565. Seu modo de vida particular, semelhante aos tradicionais bairros portugueses, se manteve apesar das profundas transformações urbanas ao seu redor. Enquanto os morros do Castelo e de Santo Antônio foram total ou parcialmente derrubados e o Centro da cidade estabeleceu-se como área de comércio e negócios, o Morro da Conceição permanece como lugar de moradia, rodeado por prédios que o escondem parcialmente dos transeuntes.
A origem de seu nome deve-se a uma pequena capela em homenagem à Nossa Senhora da Conceição, construída no topo do morro, em 1590, pela devota Maria Dantas. Anos mais tarde, Maria Dantas doou aos frades do Carmo a capela e as terras do entorno para a construção de um convento.[3] Em 1659, os monges capuchinhos franceses iniciaram a construção do que veio a tornar-se, várias décadas depois, o Palácio Episcopal.
O lado noroeste do morro, onde se ergue um segundo pico menos proeminente, também já foi chamado de "Morro do Valongo". Essa distinção foi usada até o começo do século XX, até a fundação do Observatório do Valongo em 1926.
Sobre o Morro da Conceição, havia as Baterias do Morro da Conceição e do Morro do Valongo para...
Read moreJuntamente com Castelo, Santo Antônio e São Bento, o Morro da Conceição era um dos quatro morros que delimitavam o Rio de Janeiro colonial até o século 18, quando a cidade, aos poucos, começou a avançar rumo ao Campo de Santana/Central do Brasil. Ali ficava o Paço da Conceição, residência dos Bispos do Rio do século 18 a princípios do século 20, quando o Palácio de São Joaquim, na Glória, foi construído e passou a exercer tal papel. Hoje o palácio está integrado ao Forte da Conceição (também de origem colonial) e pertence ao Exército Brasileiro. Passear pelo Morro da Conceição e admirar suas ruas e casario antigos é como estar num lugar à parte no Centro do Rio de Janeiro. Todo carioca deveria conhecê-lo, até por ser, junto com o Morro de São Bento (onde estão os beneditinos e seu mosteiro) um dos antigos marcos delimitadores da antiga cidade colonial que ainda restam (o Morro do Castelo, berço da cidade, foi desmontado na década de 1920; e o Morro de Santo Antônio, nas décadas de 1960/1970, restando apenas a pequena elevação onde se encontra o convento franciscano). Vale a visita. Vale o passeio. Vale aproveitar a paisagem. Para...
Read moreMorro da Conceição marco da ocupação inicial da cidade pelos portugueses; até hoje, a maioria das casas têm estilo das tradicionais casas portuguesas. Com seus azulejos e Santos Católicos nas fachadas. Muitas com suas fachadas tombadas. A origem do nome vem de uma pequena capela em homenagem à N.Sra.da Conceição, construída em 1590, por uma devota, Maria Dantas. Anos mais tarde, ela doou aos frades do Carmo a capela e as terras do entorno, para a construção de um convento. Saiba mais no nosso Tour "Morro da Conceição e Mosteiro de São Bento", ou...
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