Cemitério da Consolação, dos Protestantes e da Ordem Terceira do Carmo. O Cemitério da Consolação foi inaugurado no dia 10 de julho de 1858, em consequência da promulgação, por D. Pedro I, em 1828, da lei que obrigava as Câmaras Municipais a construírem cemitérios a céu aberto. Até então os sepultamentos eram executados nas regiões centrais das cidades, dentro e em torno das igrejas. Entre os primeiros enterramentos encontram-se muitos escravos e pobres. Com a fundação de outros cemitérios pela cidade, o da Consolação passou a abrigar jazigos das famílias abastadas de São Paulo que contrataram escultores e artesãos estrangeiros, principalmente italianos, entre os quais Victor Brecheret, Galileo Emendabili, Bruno Giorgi, Materno Giribaldi , Nicola Rollo, Francisco Leopoldo e Silva. O pórtico de entrada, o necrotério, os muros de fechamento, a capela e possivelmente a administração e os sanitários – foram projetados por Ramos de Azevedo no ano de 1902.Também fazem parte do mesmo tombamento os cemitérios contíguos ao da Consolação: Cemitério dos Protestantes, de configuração tipicamente protestante, com sepulturas contidas e discretas, instalado em 11 de fevereiro de 1864, resultado da reivindicação de estrangeiros acatólicos e o Cemitério da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmo, inaugurado em 12 de novembro de 1868 em terreno cedido pela Câmara Municipal a esta irmandade para construção de seu cemitério particular.
Fonte Daisy de Camargo Número do Processo: 16264/70 Resolução de Tombamento: Resolução SC 81, de 30/07/2014 Livro do Tombo Histórico: inscrição nº 350, p. 94, 23/09/200 Obs.: Tombamento originalmente pela Resolução SC 28 de 28/06/2005, DOE 09/07/05 pgs. 35-37, substituída pela Resolução SC 53 de 01/10/2007, DOE 04/10/2007 pgs. 32-34; e, posteriormente pela Resolução SC 81 de 30/07/2014, DOE 31/07/2014, pgs. 64-67, em vigor. Fonte: http://condephaat.sp.gov.br/benstombados/cemiterio-da-consolacao-dos-protestantes-e-da-ordem-terceira-do-carmo/ Outra versão, segundo o site do cemitério. Primeiro cemitério público da cidade, foi inaugurado em 15 de agosto de 1858 com o nome de Cemitério Municipal, com o objetivo de garantir a salubridade e evitar epidemias, substituindo o hábito então recorrente de sepultar os mortos nos interiores das igrejas o Cemitério da Consolação localiza-se na Rua da Consolação, 1660 – Consolação – São Paulo – SP. É a mais antiga necrópole em funcionamento na cidade de São Paulo e uma das principais referências brasileiras no campo da arte tumular .
Fonte:...
Read moreFomos lá semana passada numa segunda-feira onde o MASP fecha! É realmente um museu ao céu aberto.
Foi super legal! O Sr. Renato, que cuida de algumas lápides por lá, falou conosco de bom grado, explicou algumas histórias, materiais utilizados como mármore nobre. A visita guiada é às 14h, se não me engano, eu perdi por poucos minutos, mas fazer uma visita sem roteiro também foi interessante justamente porque muitas pessoas importantes pra cidade estão lá, então você as encontra o tempo todo.
O túmulo de alguém mais velho que encontrei é de 1808, é de um menino, e é muito bonito, alto.
O túmulo da Marquesa, que doou as terras para a fundação do cemitério, fica no centro ao lado da Capela e foi o último que eu vi, por ser mais simples e próximo do centro. Uma curiosidade é que ao lado dela está o túmulo de sua filha e genro, mas que o registro é simples porque foi o historiador que escreveu sobre a Marquesa que verificou que não se tinha registrado o local de sepultamento de sua filha, então ele reencontrou esses registros após 150 anos.
É importante ressaltar que no dia havia um velório na capela, então preferi não visitar essa construção em respeito aos familiares que não sei se está nos moldes da época em que a Marquesa ordenou sua construção.
No dia a dia há muitos furtos e os ladrões passaram de atacar o bronze das lápides para buscar dentes de ouro dos corpos, então vi alguns jazigos com buracos sinistros, mas também há outros com flores recentes, bem cuidados.
O chão é irregular, então é preciso ter cuidado, e alguns jazigos já foram declarados em ruínas pela administração do cemitério que eu posso testemunhar que vi trabalhando com seriedade na manutenção e catalogação dos terrenos.
O menininho santo não está mais lá, visto que seus restos mortais foram transferidos, mas há outro túmulo próximo de outra santa popular: uma mulher vítima de violência doméstica que teria passado a interceder por estudantes. Vi até o agradecimento de uma pessoa que agradeceu por ter ingressado no Itamaraty!
Ah! Há um velário próximo ao túmulo dos Matarazzo, e eu não sabia, então caso deseje fazer uma visita e oferecer uma oração, faça isso nesse espaço...
Read moreFalta de organização quanto as exumações, e controle dos corpos em cada túmulo da família, datas e nomes. Não houve contato da empresa informando a possibilidade de venda do lote, apesar de ter toda a documentação de aquisição do lote. Apenas informação em diário oficial, que a população não lê. Foi alegado abandono, apenar de haver pagamento de jardineiro com o cuidado do local. Quando necessário o uso do lote, falecimento de um ente, foi necessário "readquirir" o lote, por cessão de uso, pelo valor do m2, além, de todo custo do funeral, exumação e enterro, que já é alto. quando tentar resolver na administração, as informações dos corpos ali enterrados são completamente confusas, e, não coincidem com os restos mortais exumados (que acompanhamos para poder entender SE ainda haviam os restos mortais dos nossos familiares). O cemitério bastante degradado, apesar de ser tombado. Serviço de floricultura não existe, quando solicitada coroa, apenas informam que não dará tempo de atender ao pedido, mesmo restando mais ainda horas de velório. Familiares e amigos que buscavam o serviço, não tinham como contratar, e, não foi indicado nenhuma outra opção. falta de manutenção do passeio, infraestrutura de banheiros e sala de espera. Falta de segurança, cuidado do espaço facilmente percebido devidas as placas de identificação estarem enterradas. capela para velório desgastada, aguardando a restauração extremamente necessária. Experiência triste, desgastante, morosa, desorganizada, agravada pela falta de comunicação, despreparo e desrespeito por todo o...
Read more