Este Hospital já foi bom! Se vcs tem parentes idosos não levem até lá. Minha mãe deu entrada neste hospital com dor de hérnia de disco com 83 anos, e o médico passou uma série de remédios, inclusive morfina, sendo que idoso, se deve ter cuidado com medicação e nos liberou, 1 dia após voltamos ao hospital com a mesma dor porém brigamos com o médico que mal olhou pra minha mãe e já medicou novamente e a dor não passava , mais morfina, exigimos a internação dela , uma vez que fazia 2 dias que não se alimentava, e ele a internou a contra gosto ficamos até as 4h da manhã mesmo com o convênio liberado para um quarto , um descaso total e o que aconteceu? Minha mãe teve um rebaixamento de consciência, caiu a pressão para 2, e fomos para uti , e ficou 3 dias sem acordar, quando acordou, num quadro de delliryum que médico nenhum sabia explicar e nem nos dar o motivo disto. Tivemos alta e fomos para casa com delliryum e tudo, passamos 15 dias trocando a noite pelo dia , e voltamos para o hospital, e foi aí que os nossos problemas se agravaram, uti, pressão baixíssima, broncoaspiraçao, alta para a semi uti deles, que diga- se por passagem deixa muito a desejar, onde minha mãe se infectou com uma bactéria KPC, vejam bem, super bactéria, e voltamos para uti, escaras pela parte sacra se abriram e passamos 88 dias naquela uti , na luta pela vida. Entubaram, desentubaram , fizeram traqueo, e ela foi perdendo a reserva que já não tinha. O pior ainda está por vir, quando simplesmente decretaram que não teria mais jeito, os srs médicos da uti vinham nos pressionar dia sim e dia não, dizendo que ela não responde ao tratamento, acho que queriam que tomássemos alguma atitude drástica, poxa era nossa mãe ali. Sem empatia, com vozes mansas, lobos em peles de cordeiro, vcs pensam que estão preocupados com vc, com o paciente e com a família? Claro que não, querem desocupar lugar. E depois de tudo ainda sedaram ela , após outras intercorrência inesperada por eles, e aí a coisa piorou de vez, porque parece que tinham colocado um X na porta, e não davam mais atenção para nós, a enfermagem mal falava conosco. Isto é paliativo ? Estão enganados, colocam o paciente em conforto e deixam o paciente por último, afinal está sedado mesmo. Ah e não adianta reclamar, o médico acha -se no direito de gritar com os familiares, dizendo que devemos deixar a mãe da gente descansar, oras é a mãe dele ? Ou vc reclama para a chefe da enfermagem ela fala , olha sinto muito que estejam passando por isto. Mentira, não sentem nada, estão acostumados com familiares que não questionam , não reparam em nada, fazem o que querem. E no final , no dia que ela partiu , ligaram, foi num domingo, dizendo que o médico queria falar com a família, entrei na Uti e ninguém me falou nada, e quando abro a porta e falo ,oi mãe cheguei , me deparo com minha mãe falecida na cama, coberta com um lençol e os aparelhos desligados. Quase desmaiei, não tiveram cuidado, não tiveram amor ao próximo, respeito, empatia, consideração, nem médicos nem enfermagem, aí depois que comecei a chora e gritar , apareceu uma fisio dizendo olha ela estava fraquinha. Vcs acham realmente que ninguém sabia que havia ocorrido um óbito ? Pra abrir a porta normalmente? Ai depois que o a m* tá feita chamam psicóloga para acalmar a gente, e vem a enfermeira chefe, o médico dizer descansou, me poupe . Na real eles determinaram dia , hora ,por todas conversas nas entre linhas, sabíamos eu e minhas irmãs, que a sensação que temos é que tem que desocupar leito. O sac não funciona, ninguém é punido, fazem o que querem. Sentimos muito, perdemos nossa mãe, ela entrou no hospital com uma dor de nervo ciático e praticamente não saiu de lá. Transcrevo aqui a Indignação de nós 3 filhas, eu, Luciana e Alessandra Kalajian. Estamos aguardando retratação do hospital se os gestores desta unidade tiverem o mínimo de responsabilidade e o cuidado com seus pacientes ,podem nos chamar que iremos com prazer relatar pessoalmente tudo que ocorreu, apesar que a nossa mãe não...
Read moreEstou escrevendo para alertar outros pacientes sobre o tipo de atendimento do Hospital Samaritano, porque da equipe do hospital não espero mais nada. E pelo que vi, dão respostas protocolares aqui no Google Review. Hoje tive uma das piores experiências da minha vida em termos de um atendimento de hospital. Tinha vários exames agendados e fui orientada a chegar 30 minutos antes para abertura de ficha. Cheguei 45 minutos antes e demorou mais de 30 minutos para eu ser chamada pela recepção. Coloquei minhas preocupações para a pessoa que me atendia, pois estava em um preparo incômodo de jejum, sem poder tomar água e sem poder urinar. A pessoa me atendeu com descaso e disse que eu é que não queria ser ajudada, por isso não me orientaria. No horário em que deveria realizar o primeiro exame, ainda estava na frente da atendente e reclamei que me atrasaria para o exame, ela então sugeriu que eu fosse fazer o exame e que passasse depois o token de liberação dos exames laboratoriais, já que os demais tinham sido liberados. Aceitei a sugestão, fiz o primeiro exame e vi que o token já estava disponível, então solicitei que a atendente que fica em frente à unidade da mulher passasse o token para a recepção. Ela foi extremamente grosseira e disse que os exames ainda estavam sendo lançados. Eu quis mostrar a ela que não, que os exames já estavam liberados no aplicativo. Ela se recusou a receber o token e disse que estava ocupada atendendo outra pessoa. Voltei à unidade da mulher e realizei o exame seguinte chorando, e da mesma forma o exame subsequente. Telefonei ao SAC e pedi que alguém fosse até lá pra me ajudar, mas ninguém apareceu. Segui fazendo os exames até que chegou uma pessoa da recepção, 47 minutos depois que o token já estava liberado, dizendo que me ajudaria. Passei o token a ela e segui pra coleta dos exames laboratoriais, que não estavam com as fichas prontas porque não haviam recebido o token até aquele momento. Eu já estava com bexiga explodindo e no limite de janela de jejum para a coleta dos exames de sangue. Depois de muita pressão, consegui realizar esses exames faltando 1 minuto pra estourar as 14 horas de jejum e não consegui realizar o exame de urina pois ainda tinha um ultrassom que deveria ser feito antes. Fiquei nessa maratona durante 05 horas, fui tratada da pior maneira possível. Quando acabei, fui ao SAC registrar reclamação e quando estava saindo do hospital, tive um lampejo de memória de que meu exame de urina não tinha sido etiquetado. Voltei correndo ao SAC super nervosa e não quiseram me atender porque disseram que tinham outras pessoas na frente. Eu estava aflita e sendo mal atendida desde as 7hs da manhã, não estava chegando naquele momento e solicitando atendimento imediato. Quando percebi que nem o SAC iria me ajudar, corri de volta ao laboratório, onde tive a confirmação de que minha amostra de urina tinha sido jogada no lixo porque estava sem etiqueta. Fiquei em choque, passei 3 horas de incômodo segurando a urina, fui mal atendida por vários profissionais e no final de tudo, jogaram meu exame no lixo. A equipe a todo momento tentou jogar a culpa na burocracia do convênio (o que não era verdade pois o convenio havia liberado os exames) e em mim, não acreditando em minha palavra. A realidade é que o Samaritano tem uma equipe despreparada e desumana. Não...
Read moreAgradecimento ao Hospital Samaritano de São Paulo
Gostaria de expressar minha profunda gratidão ao Hospital Samaritano de São Paulo pelo atendimento excepcional prestado à minha filha de 11 meses durante um momento tão delicado para nossa família. Chegamos à emergência na tarde de sexta-feira e, para nossa surpresa, fomos triados e atendidos sem espera. A pediatra que nos recebeu realizou uma avaliação clínica inicial minuciosa e, conforme já havíamos combinado com o pediatra que a acompanha, solicitou os exames necessários com agilidade e cuidado.
Sabemos que exames em uma bebê tão pequena e debilitada não são fáceis, e confesso que foi um processo difícil para nós como pais. No entanto, vários pontos do atendimento nos trouxeram alívio e confiança. Na coleta de sangue, um dos técnicos demonstrou habilidade impressionante ao puncionar a veia de primeira, mesmo em uma criança tão pequena, o que minimizou o sofrimento dela. Outro momento de grande gratidão foi com o laboratório do hospital: na coleta de urina, algo extremamente traumático para ela devido à desidratação, conseguiram apenas 3 ml de amostra. Ficamos na dúvida se seria suficiente para realizar o exame de urina I e a urocultura, mas, algumas horas depois, tivemos a grata surpresa de que ambos foram realizados com sucesso. Esses resultados foram fundamentais para o diagnóstico e o início do tratamento. Ainda na emergência, com o diagnóstico em mãos, começamos o antibiótico venoso. Foi necessário puncionar outra veia para o acesso venoso, e mais uma vez um técnico extremamente habilidoso conseguiu realizar o procedimento de forma eficiente, garantindo um acesso que se manteve pelo tempo necessário. Após isso, minha filha precisou ser internada, e o cuidado continuou impecável. Durante a internação, ela foi muito bem tratada. Um destaque especial vai para a comida: diferentemente do que se ouve sobre hospitais, a alimentação foi surpreendentemente boa. Até a comidinha da bebê, sem sal, estava saborosa e em quantidade adequada. A fórmula que usamos em casa foi disponibilizada pelo hospital, o que nos trouxe conforto, apesar de um pequeno ajuste necessário no horário, que conseguimos contornar.
Quero agradecer de coração a toda a equipe envolvida – médicos, técnicos, enfermeiros, pessoal do laboratório e da cozinha. Não citarei nomes, pois seria impossível lembrar de todos que fizeram a diferença, mas saibam que cada um de vocês teve um papel essencial para que minha filha estivesse hoje bem em casa.
Para não dizer que tudo foi perfeito, houve um único ponto negativo: a atendente responsável pelo setor de internação, onde os pais assinam a documentação, foi extremamente desagradável, atendendo com má vontade, grosseria e total descaso. Não citarei o nome dela, assim como não citei os nomes dos que nos ajudaram, mas acredito que o hospital saiba de quem se trata, já que no mesmo setor havia um rapaz simpático, que acabou me atendendo, e outra moça igualmente atenciosa. Esse foi um contraste que chamou atenção, mas não ofuscou a excelência do atendimento geral.
No geral, só tenho a dizer MUITO OBRIGADO! O Hospital Samaritano teve um papel fundamental na recuperação da minha filha, e levaremos essa experiência positiva para sempre. Vocês fizeram a diferença em um momento de vulnerabilidade, e isso...
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