I have to say, this place completely exceeded my expectations, especially after reading some of the negative reviews from people who were either just unlucky or perhaps a bit too picky. When I arrived, there was no queue, and while the place was crowded, it was still easy to move round. The vibe is unique and really cool, and the sound system is great. The music was top-notch, so a special shout-out to Augusto (aka Trepanado) for making the night even better—he truly lived up to the high recommendations!
The staff were incredible. I didn't catch their names, but the tattooed guy and what I assume was the manager were absolutely AMAZING! They went above and beyond to make sure I had a great time. The wait for drinks was reasonable, and the cocktails were solid.
Overall, I had an excellent experience and would definitely recommend this...
Read moreFui neste bar com outros 3 amigos neste domingo para celebrarmos conquistas de nossas vidas. O ambiente é realmente bastante agradável e o sistema de som acima da média para os bares de São Paulo. No entanto, um grande inconveniente por parte do serviço e atendimento do bar fez com que nos retirássemos antes do previsto e com um péssimo sentimento de desrespeito.
Para contextualizar, trouxemos charutos importados de Cuba para fumarmos de maneira ritualística e leve em um ambiente que se autodomina receptivo e intimista. Antes de iniciarmos o ritual, conversamos com uma atendente de maneira descontraída que iriamos fumar charutos, e ela sorriu de forma amigável a nós. Além disso, também cordialmente, um outro funcionário atendeu um de nossos pedidos e trouxe um cinzeiro específico para a ocasião. Porém, 30 minutos após, somos recebidos com um balde de água fria por parte de um gerente nitidamente envergonhado dizendo que devíamos apagar os charutos pois o cheiro estava incomodando a maioria no local. Ficamos confusos com o questionamento, pois no mesmo ambiente tinham pessoas fumando cigarros dos tipos mais variados e maconha (cujo cheiro é mais forte que o do charuto, além de ser um produto ilegal). Fora isso, o fumódromo é inteiramente aberto, o que minimiza fortemente o cheiro do charuto. De qualquer maneira, nos sentimos humilhados e com um sentimento de "convidados a se retirar". Até tentamos questionar o porque do charuto ser proibido, enquanto a maconha é permitida, mas ficamos tão sem graça com a situação que decidimos ir embora o quanto antes, sem pagar o couvert artistico e nem o serviço.
Enfim, a sugestão que ofereço para o bar é ser mais cordial e transparente com seus clientes. Se o cheiro do charuto realmente é um incômodo, que tal deixar claro que lá não é lugar para usufruir deste tipo de produto. Agora, o questionamento que mais fica em mim é: se eu tivesse reclamado do cheiro de um marlboro vermelho ou da maconha que os outros clientes estavam fumando, será que o gerente também pediria para...
Read moreChegamos na noite de ontem (06/04) no Matiz com muitas expectativas. Fomos convidadas por algumas amigas que estavam de passagem pela cidade, chegamos mais cedo pois tentamos fazer reservas mas sem sucesso e conhecíamos a fama do local com filas longas e demoradas. Ao chegas, contamos ao segurança que nos recepcionou que iriamos aguardar por mais duas pessoas e ele super solicito falou que não havia problemas e que podíamos aguardar já na fila. Seguimos a instrução. Nossas amigas chegaram e com ela uma moça nos seguiu e explicou, de uma forma externamente abusiva que não podíamos "furar fila" e o que nos dava direito a isso, alegando que "fila de balada" não acontecia isso. Expliquei a situação 2 vezes, e ela começou a alegar que eu estava levantando o tom de voz. Eu estava calma, apenas queria resolver a situação, já estávamos a mais de 2 horas na fila, com fome, só queríamos subir para descansar.
Por fim, ela falou que iria entender a situação e voltaria a falar conosco. Ela esperou chegar nossa vez para nos humilhar, mais meia hora de fila, para chegarmos e ela não nos deixar subir. Um outro rapaz se meteu, sem saber o contexto, alegando ser o dono, nos chamando para "conversar" la fora. A moça, alegou que era a responsável e não havia outras pessoas para conversarmos.
Chegamos cedo, saímos humilhadas, sendo quase meia noite, encontramos outro lugar próximo para jantar, onde fomos extremamente bem tratados.
Eu não recomendo, principalmente pra nós paulistanos que estamos super bem acostumados a ser bem tratados, lugares que são solicitos, que prometem uma boa experiencia e entregam. Matiz é um lugar caro, promete uma boa experiencia, te larga esperando em uma fila no estacionamento, na chuva, pra pagar mais de R$ 40 em bebidas. Outras pessoas saíram falando que é legal mas não tudo...
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