shabby chic joint & grandma’s comfort food. muquifo is one of the many colorful portuguese words that means fleapit. in this case a shabby chic shack incredibly fun. it’s hip nowadays to be shabby, almost run down in appearance, but incredibly chic in details. so you enter thru a very agreable terrace that only needs a little more separation from the sidewalk. past the kitchen, there’s a small salon with an old, delabré look &, if I’m not wrong, an even smaller garden with few tables & some horrendous kitchen exhaust duct. the tables have a rustic feeling, the leather table mats & dishes have the restaurant logo, the cutlery has the old feeling of vintage silverware & they serve fish with a fish knife. I entered the restaurant saying lightly to myself ‘it’s a fleapit endeed’ but in a few moments, while I was having sardines escabeche using a fish knife, I was totally won. I can’t stand having fish with the improper cutlery. ok. I’m a prissy & spoiled brat. so what?! the right cutlery, eating fish in a shabby chic, grandma-style dining room: that’s class! I had the prix fix menu they serve at lunch and the escabeche was delicious: the PF with fish was simple & incredibly satisfing. PF is a pre-prepared dish with a main ingredient -fish, in this case- rice; farofa, a perfectly seasoned & toasted manioc flour; some delicious greens, I think it was broad leaf endive; and beans in a separate bowl. nothing elaborate but really enjoyable. 4 stars until my next visit at nite: the dinner menu promises more complex experiences. simple but great lunch...
Read moreA comida é muito boa. Muito mesmo, a fama da chef é merecida. Entretanto, peca na quantidade: pelo preço, a porção poderia ser maior. Fui no sábado, esperei na demorada fila que se forma à frente do restaurante. Até aí, normal – a chef é famosa, a comida é bem avaliada e a localização é boa; além disso, estamos em São Paulo... então é de se esperar que se forme fila. Entretanto, os problemas começaram ali mesmo: eu, minha namorada e um casal de amigos pedimos o carpaccio, 2 refris e 2 "águas da casa" (opção que consta no cardápio como gratuita) para consumir ali fora, enquanto aguardávamos pela mesa. Nosso pedido chegou, mas as águas vieram em caixas; se você conhece São Paulo, você sabe que se a água tá numa caixa, você tá prestes a tomar uma água superfaturada. Pedimos que o atendente revisasse o pedido, pois havíamos pedido a água gratuita – foi só então que nos foi informado que essa opção só é válida após termos a mesa. Sinceramente, não entendi o porque desse critério, uma vez que já estávamos consumindo ali... mas ok, aguardamos a entrada. Detalhe que fazia muito, muito calor nesse dia. Quando finalmente chegou nossa senha, fomos à mesa, localizada em um salão nos fundos do restaurante, onde pra nossa surpresa estava ainda mais calor que na rua. O garçom nos explicou que ali era mais quente mesmo, devido à coifa da cozinha, que fica localizada adjacentemente. Pra piorar, o ventilador sequer oscila, pois "o pino quebrou", segundo fomos informados. Pedimos então que assim que liberasse uma mesa no salão inferior, onde tem ar-condicionado, que fôssemos avisados para que pudéssemos nos sentar lá. O garçom concordou. Quando aproximava-se a hora do fechamento da cozinha, veio nos apressar para que pedíssemos sobremesas - estávamos na metade da nossa refeição, sequer sabíamos se iríamos querer pedir uma sobremesa - para que pudéssemos consumi-la no salão inferior, onde ele supostamente nos sentaria no sofá. Deu a entender, não sei se de propósito ou por acidente, que nesse momento uma coisa estava condicionada à outra - e não deu outra: optamos por não pedir a sobremesa e assim a promessa do sofá de frente ao ar-condicionado foi curiosamente esquecida pelo funcionário. Eventualmente (e só depois que eu mesmo tomei para mim a tarefa de abastecer meu copo e de meu amigo com a jarra da "água da casa", que por algum motivo não quiseram deixar na nossa mesa mas também não vinham oferecer, mesmo a gente reclamando que estávamos desidratando ali, no quente salão), nos ofereceram uma mesa na calçada. Ali por perto, pelo menos havia um ventilador de teto fixado em nossa direção, o que ajudou, mas a essa altura dois de nós já havíamos até terminado de comer. Assim que terminamos todos, pedimos a conta. E que bom que conferimos: as águas da caixa, que mandamos de volta antes de nos recusarem a água gratuita, constavam ali. Pedimos que o erro fosse corrigido, pagamos e fomos embora, sentindo pena de ter sido uma experiência tão aquém do esperado, especialmente considerando quão fácil teria sido proporcionar outra - à altura tanto de nossas expectativas quanto do valor que gastamos lá. A conclusão é, também, uma pena: apesar de a comida ser boa, não tenho certeza que retornaria. Por sorte, a chef tem outros restaurantes aos quais podemos...
Read moreO restaurante é um clássico da região do jardins, conheço desde que era uma portinha na rua da Consolação, com 3 ou 4 mesas próxima à calçada, mas não conhecia essa nova unidade , bem maior e bem mais no "hype". A proposta continua a mesma, um restaurante familiar, com um cardápio e frases divertidas pelo restaurante, que fazem menção aos avós provavelmente dos donos. A qualidade da comida e dos drinks é inquestionável, tomei um aperol, um clericot e comi o polvo, incríveis. Mas algo mudou. Algo que já vivenciei em outros restaurantes de São Paulo. Algo que eu considero o "efeito Hype". Quando cheguei na porta do restaurante, estava abarrotada de clientes sentados nos assentos externos ou em pé, aguardando na fila de espera. Pedi o menu para o segurança da porta,que sem nenhuma palavra ou muito menos sorriso, foi com não tão boa vontade, aparentemente, buscar um pra mim. Algo que já havia acontecido comigo com o mesmo Sr. Eu queria confirmar se era aquilo que eu estava afim de comer, pq já conhecia o restaurante e o cardápio. Logo que peguei já vi imediatemante que satisfazia meu apetite e aí foi quando me referi a uma senhora, que acredito ser a gerente/ uma das donas ( isso apenas o que suponho por ser um restaurante familiar). Pedi uma mesa pra 1 pessoa. De imediato ela me disse 60 a 90 min de espera. Disse ok e me sentei em um dos bancos, onde já havia um rapaz. Pedi um drink para um atendente muito simpático. Rapidamente um outro banco, em frente e metade do que eu estava, vagou, pulei para lá. Claramente esse novo banco caberia alguma pessoa que estivesse me acompanhando,as jamais uma pessoa desconhecida. Enquanto estava ali, próximo da porta, vi grupos variados de pessoas chegando, prioridades por lei, grupos pra 7 pessoas, e todos recebiam a mesma resposta em relação ao tempo, 1 a 1,5 hora de espera. Me perguntava, como uma.mesa pra 1 pessoa pode demorar tanto quanto pra 7 pessoas. Nesse momento que estava ali observando e tomando meu drink, a Sra "gerente/dona" , pediu de forma aparentemente irritada, ou não me querendo ali, que eu desce lugar pra que outras pessoas também sentassem ali. Respondi que estava bem e que dificilmente alguém ia querer sentar se comigo. Percebi claramente que minha presença incomodava. Aí pensei, será que é por que 1 lugar pode ocupar lugar de pelo menos 2 pessoas? Até 7 ? Pelo que foi dito? Ou será pelo "efeito hype" , que faz o prestador de serviço achar que não precisa de " QUALQUER cliente"? Também trabalho com "serviços" e sei bem dessa tentação. Claramente ela percebeu que fiquei incomodado, e como faço muitas vezes, comecei a gravar algumas coisas para minha revisão. Foi quando fui chamado para minha mesa, exatamente 8 minutos depois da minha chegada, e não 90 min, como previsto. Por que ? Só eles poderão dizer! Uma vez alocado ,recebi nada menos que um tratamento cuidadoso e eficiente, ressaltando o garçom que me atendeu. No final, apesar do estresse inicial, a experiência foi boa. Mas deixo aqui os questionamentos: deveríamos evitar locais que estão no hype !? Donos de locais que estão no hype, deveríamos prestar atenção...
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