Barata tropicana, não quero seu sabor.
Rapaz, adoraria que o clima intimista entregasse tudo o que promete. Mas, o mais lamentável, é que não entrega por não fazer o básico. Fui ao bar de forma super despretensiosa pq estava procurando um lugar tranquilo para conversar com o date. De passagem, ouvimos a música (MPB bem tocada e cantada) e, de relance, vimos o espaço com cadeiras na varanda, meia luz, voz e violão, aquelas clássicas mesinhas de madeira, tudo do jeito que os madaleners gostam pra pagar de pessoas simples. Então, decidimos entrar.
Era quarta-feira à noite, comecinho de janeiro e o bar estava completamente vazio. Mas, ainda assim, demorou cerca de 10 minutos para virem nos atender. O que foi tempo suficiente para reparar em vários detalhes: 1) Lugar bagunçado, cadeiras e mesas amontoadas e junto de outros objetos, fazendo você pensar se pode ou não sentar ali. 2) Móveis (utilizados direta e indiretamente pelos clientes) com uma crosta de poeira e gordura clamando por uma esponja com água e sabão. E o mesmo vale para o chão fora do salão. 3) Não fosse o bastante, a experiência fica pior: Momento Joey e as baratas.
Enquanto conversava, reparei um movimento no chão. Bastou focar um pouco para ver que se tratava de uma barata andando no meio do salão. Busquei disfarçar, afinal, não sabia como o date reagiria. Também, por ser um bar de esquina, numa noite quente, às vezes rola de um inseto entrar no lugar. Embora a última coisa que você queira ver em um ambiente alimentar seja uma barata. E lá ficou a dona das 7 saias de filó passeando pelo salão até que, ao som de Lança Perfume, seu destino se encontrou com o impiedoso All Star azul da musicista que embalava a noite. E o que poderia ser o fim, foi apenas o começo.
Parecia que começou a sair barata pelo ladrão. Era barata vindo debaixo da geladeira de cerveja; barata subindo a parede; mais baratas flertando com a morte, andando sob o fio do solado branco da violonista. Havia até barata indo em direção aos banheiros, que ficam ao lado da cozinha. E eu temia estar vivendo uma adaptação brasileira live-action de Ratatouile. Não bastasse isso, vi também uma barata morta entre as caixas de cerveja. E tudo isso tendo que manter uma cara plena para não assustar o date e estragar a noite.
Embora com fome, por motivos óbvios, não pedi nada para comer. Também porque, em minha ida ao banheiro, olhando de relance para a cozinha, fiquei em dúvida se aquela seria a forma mais apropriada de conservar um mise en plais. Aliás, eu só pensava no Jacquin fazendo um dos seus episódios de o Pesadelo na Cozinha lá, e esbravejando pelo salão "você é o vergonha do profissión".
Por fim, terminei minha caipirinha, propus ao date irmos para um mais reservado, e termei comendo um executivo.
Enfim, o espaço tem potencial, mas precisa de uma melhor gestão. Algo que garanta um padrão melhor em todos os sentidos.
Vale ressaltar que este é apenas um relato da minha experiência pessoal e que não invalida ou põe em xeque a opinião e experiência relatada por outros...
Read moreBar até animado e com frequência legal, o que mata é o staff, zero amigável. A gente quer sair para se divertir, e não se estressar. No sábado estive aí, pedi 2 cervejas, o rapaz do caixa passou uma batata frita a mais sem avisar. Eu não vi a máquina e passei o cartão. Por sorte vi no app do banco e voltei pra perguntar, porem fui, sozinho, confrontado por todo o staff, eles foram completamente grosseiros e agressivos, mesmo eu estando calmo e respeitoso. No final me deram um resto de batata fria que estava no balcão. Não volto mais nesse lugar. Deveriam dar treinamento de atendimento ao público para quem trabalha lá. Experiência terrível, depóis disso tivemos que procurar outro lugar.
Resposta ao proprietário: Você tem razão quando diz que eu havia bebido um pouco (normal para quem está em um bar, certo?). E também reconheço que eu errei ao pegar UMA batata que estava no balcão. Justamente por ter bebido agi por impulso quando vi a batata e logo após pegar percebi que havia pego uma batata que não era minha (estávamos comendo batata frita na mesa com meus amigos), na mesma hora falei para a moça que estava ao lado que eu iria pagar pela batata. Mas a moça estava estérica, gritando desproporcionalmente. Eu, apesar de ter bebido, mantive a calma e apenas me afastei dela, pois ela estava muito nervosa e gritava muito, chamando a atenção dos outros clientes. Quando fui pegar a cerveja o caixa imputou o valor da batata frita sem nem me comunicar que o faria, foi isso que me chateou, pois eu fiquei de pagar à moça dona da batata frita, e não ao bar. Foi quando descobri que a tal descontrolada não era cliente, e sim a garçonete. Todo o staff se juntou para me confrontar, de forma super agressiva, contra uma pessoa que já havia admitido ter errado e que estava calmo, apesar de ter bebido. Não sei qual o treinamento que o bar passa ao staff, mas certamente gritar estericamente contra uma pessoa que não estava agindo agressivamente não é o correto quando se trata de tratamento ao público. Imagina se eu fosse uma pessoa nervosa, certamente só pioraria a situação. Então a minha reclamação com o bar foi unicamente com a experiência que eu tive, fico feliz por outras pessoas não terem tido a mesma experiência que eu e terem avaliado positivamente. Esse tipo de tratamento nunca havia acontecido comigo, justamente por eu ser sempre cordial com os outros, e quando eu estou errado admito o erro. Lendo os comentários vejo que o próprio proprietário não sabe lidar com feedbacks negativos, uma pena. Todos...
Read moreIt’s been a while since I heard such great samba with very few instruments. The quality of music was beyond incredible. The place is very easygoing and it is not fancy as other places around the area but it was worth every minute there and I’d defo get back there.
Their pastel and coxinhas were...
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