O bar deve ter sido bom quando era 'Britain', pois o tal do Zé é grosseiro toda vida. Fui ao bar pra passar tempo até embarcar em viagem de volta pra casa. Alguém deve ter indicado e eu salvei a sugestão no Maps. Cheguei lá, tinha uma senhora bebendo sua cerveja e um casal em outra mesa apenas. Disse 'boa noite' a todos e o seu Zé ignorou legal. Pensei que ele estava resolvendo algo urgente e esperei no balcão. Depois pedi uma cerveja e fui acomodar minha bagagem próximo a uma mesa. Enquanto isso, um casal recém chegado pegou a cerveja em cima do balcão que eu tinha pedido, acho que foi um mal entendido, pois escutei um deles perguntando como que o cara tinha adivinhado. Não fiz caso, e esperei a minha. O dono percebeu que a cerveja tinha ido pra outra mesa e ao invés de pegar outra e de forma amistosa dizer que eu estava servido preferiu cochichar com outro senhor que estava presente de que iria levar a cerveja até a mim, mas que ali não tinha garçom etc... Eu não tenho problema algum de pegar a cerveja no balcão desde que saiba que a casa é assim. Bastava dar um sinal e eu iria pegar. Mas o senhor preferiu dar uma enquadrada e pra quê? Pra eu dizer exatamente o que estou expondo: posso pegar a cerveja no balcão, ñ é problema. Só ñ pensava que um marinheiro de primeira viagem iria ser visto de forma tão agressiva para esse senhor. Saudades das ilhas britânicas, a propósito....
Read moreO Bar do Zé, como é comumente conhecido, é um raro exemplar de um típico bar carioca. O ambiente não é muito grande, umas seis mesas de quatro cadeiras, o que faz que o ambiente fique cheio em dias de maior movimento. Isso não impede que as pessoas bebam e comam do lado de fora, sentadas no meio-fio da rua em frente ao bar. O bar está localizado na Glória, numa rua transversal à rua do Catete, numa ladeira que lembra o Rio antigo e também contribui para o charme do local. O cardápio é relativamente variado, sendo um dos carros-chefe o sanduíche de linguiça com queijo minas. A carta de cervejas está coerente com o conceito de bar, tendo os rótulos tradicionais, sem muitas sofisticações. Os preços estão dentro dos valores que se pagam em ambientes similares. O sanduíche de linguiça sai por R$ 10,00 e a cerveja de 600 ml entre R$ 8,00 e R$ 12,00 (Ago/18). A cerveja é servida bem gelada e o dono, o seu Zé, é que faz todo o atendimento. O som ambiente é muito bom, com uma seleção de músicas da MPB. Ótima pedida para se jogar uma conversa fora no...
Read moreBar tradicional sem frescura... Quem está dizendo que o dono é mal educado está exagerando. O Zé apenas faz o trabalho dele sem maiores firulas, sem sorriso fake no rosto. Você pede e ele entrega. Outro comentário nada a ver foi de que seria um local que a esquerda festiva vai fingir que é pobre... Primeiro que o local não é pobre... É sim simples, tradicional, autêntico. O charme é que está numa ruazinha escondida de paralelepípedo, longe do barulho da cidade.. e tem aquela cara de botequinho de antigamente.. a galera que frequenta é alto astral.. o bar tem espaço dentro ou para quem quer ficar sentado no meio-fio batendo papo descontraido.. Minha única crítica é que da última vez que fui ainda não aceitava cartão de crédito.. não sei se hoje já aceita.. num tempo em que o dinheiro de papel está...
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