Pela primeira vez que lá entrei, tirei a senha 54 e sentei-me numa mesa em frente ao balcão a olhar para o ecrã de atendimento (que marcava a senha "52"). Às tantas dou-me conta de que outros clientes estão a ser atendidos conforme chegam, sem sequer retirarem uma senha. Quando um homem pergunta à empregada de balcão (uma mulher muito rude chamada "Fátima") se tem alguém à frente (ele tinha a senha 58, e o ecrã ainda anunciava a senha "52"), a Fátima começa a registar o pedido. Neste momento fui até ao balcão para lhe perguntar se o atendimento era por ordem de chegada ou por senha, mas ela nem me deixou terminar a frase, dizendo "Como não estava à frente do balcão não o atendi e segui em frente". Ora, estava sentado na mesa em frente ao balcão, à espera que a minha senha surgisse no ecrã, onde os números não estavam a passar, no entanto quando tento explicar isto à Fátima (pois tanto quanto eu sabia o ecrã podia ter encravado e ela nem ter dado conta), ela limita-se a olhar para mim e a repetir palavra por palavra a mesma frase: "Como não estava à frente do balcão não o atendi e segui em frente". Aí expliquei-lhe que a minha senha era a 54, o ecrã ainda estava no 52 e ela estava a atender um senhor com a senha 58, ao que ela prossegue a papaguear exactamente a mesma frase, com um irritante "Vou repetir novamente (...)". Aparentemente "desculpe" é uma palavra que não consta no vocabulário da Fátima. Tive então de retirar outra senha (61, porque subitamente o ecrã já está a funcionar, e a ordem das senhas a ser seguida, mas eu ainda não fui atendido) para pedir o livro de Reclamações, que a Fátima então se recusa a dar-me "porque tinha de consumir antes". Ora, a lei Portuguesa é clara e está ao alcance de qualquer um: "O fornecedor de bens ou prestador de serviços não pode recusar a disponibilização do livro de reclamações sob pena de incorrer na prática de uma contra-ordenação punível com coima até 30.000 euros". Ao apontar esta facto a Fátima recusa-se a admitir o erro e diz-me apenas "É preciso consumir, mas eu dou-lhe o livro", e prossegue finalmente a dar-me o dito. Acabei por sair sem ter sequer bebido um café, com a minha manhã de segunda-feira estragada. Obrigado Fátima, e obrigado Padaria Portuguesa, onde não voltarei...
Read moreWell, good coffee, good orange juice, good pastry like croissants, etc. On a Saturday it was a relaxed crowd there. On Sunday it was somehow different. A lot of people with big dogs, making a confusion at the entrance or at the tables outside. Even if you take numbers as a customer to serve the people in the sequence they arrive, some people where standing very close to us, pushing towards the counter, breathing down our neck. So, one day we liked it, on Sunday we didn't. Maybe we were just unlucky. (What I don't understand anyway is why people have a big dog in a narrow city with no bigger parks in the areas where they live. And then even taking those dogs to the small restaurants...
Read moreThe staff forgot almost immediatly what we ordered even when it were 2 simple menu's: both a sandwich with soup and an orange juice. We waited 20 minutes before we went to ask when we would be able to get our food. 5 minutes later one of the staff said it would take 2 more minutes (aka they just started making it). We got the sandwich first and they said the soup would be right there. 15 minutes later we went to ask again where our soup was. We were 1 of 4 customers...
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