O primeiro registro escrito sobre a atual região ocupada pelo bairro é um mapa feito por exploradores franceses em 1558. No mapa, a região coincide com a aldeia tamoia de Kariané.[7] Nesse mesmo século, após a vitória dos portugueses sobre os franceses no conflito da França Antártica, o governador português Antônio Salema espalhou roupas infectadas com o vírus da varíola nas matas às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, com o propósito de exterminar os índios tamoios que habitavam a região e poder, assim, estabelecer engenhos de cana-de-açúcar na região.[8] Em 1603, Antônio Pacheco Calheiros obteve a posse por enfiteuse (empréstimo) da região, chamada na época de "Costa Brava" ou "Praia Brava". Em 1606, a posse das terras foi passada a Afonso Fernandes.
Em 1609, foi passada a Martim de Sá, governador do Rio de Janeiro. Em 1610, foi passada para Sebastião Fagundes Varela, que passou a utilizar a região como local de pastagem para seu gado e para retirada de madeira, que moviam o Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa. Em 1808, dom João VI desapropriou a região e a cedeu a dona Aldonsa da Silva Rosa. O português Manoel dos Santos Passos comprou-as em 1810. Ele passou-as em testamento ao sobrinho Antônio da Costa Passos. Após a morte deste, o terreno passou para os sobrinhos Francisco da Silva Melo e Francisco Nascimento de Almeida Gonzaga. Bernardino José Ribeiro comprou-as em 1844 e vendeu-as no ano seguinte ao empresário francês Carlos Leblon, que montou, na região, uma empresa de pesca de baleias. Na época, as baleias, em especial as cachalotes, eram muito importantes na economia, pois forneciam óleo usado na construção civil e na iluminação pública. Nesse período, as terras de Leblon passaram a ser conhecidas como Campo do Leblon. A partir de 1854, com a implantação da iluminação a gás pelo Barão de Mauá, o negócio de pesca de baleias entrou em decadência e Leblon vendeu seu terreno para o empresário Francisco Fialho.
Em 1878, Fialho vendeu as suas terras para vários compradores, entre os quais o português José de Seixas Magalhães (ou José de Guimarães Seixas),[9] que era simpatizante do movimento pela abolição da escravidão e que utilizou as terras para abrigar escravos fugitivos no chamado quilombo do Leblon.[10] No início do século XX, a Companhia Construtora Ipanema adquiriu os terrenos, dividiu-os em pequenos lotes com ruas oficiais e, em 26 de julho de 1919, começou a vendê-los a particulares, já com o nome de "Leblon". Em 1920, o prefeito Carlos Sampaio construiu os canais do Jardim de Alá e da Avenida Visconde de Albuquerque.[6]
Em 1969, após um incêndio, a favela da Praia do Pinto, que abrigava 15 000 moradores e se localizava no coração do bairro, se estendendo até as margens da lagoa Rodrigo de Freitas, foi destruída pelas autoridades do governo militar e do governo do estado da Guanabara e teve seus moradores transferidos para conjuntos habitacionais em Cordovil, Cidade de Deus e Cruzada São Sebastião e para abrigos da Fundação...
Read moreReally beautiful beach that is in the Leblon part of Rio. Seats, umbrella and caipirinhas are more expensive than the one in Ipanema. Try to negotiate 5R$ for a chair, 8R$ for an umbrella and 12R$ for...
Read moreO Posto 12, localizado na Praia do Leblon, é conhecido por seu ambiente mais tranquilo em comparação com outras partes da orla carioca. O local oferece boa infraestrutura de quiosques, segurança reforçada e uma vista deslumbrante para o Morro Dois Irmãos.
Ponto de Atenção:
Apesar do ambiente mais calmo, o mar no Leblon pode ter correntezas fortes, especialmente em dias de ressaca. É importante redobrar a atenção com crianças e banhistas menos experientes. Sinalizações de perigo devem ser...
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