No dia 30/03/2024, em razão de dores intensas decorrentes de minha condição osteoarticular crônica, procurei atendimento de urgência no Pronto-Socorro Ortopédico do Hospital Santa Catarina. Fui prontamente atendido pelo Dr. Caio, que demonstrou grande empatia, competência técnica e atenção. Após avaliação, decidiu-se pela minha internação para manejo adequado da dor. O Dr. Caio realizou analgesia eficaz e informou que a internação ficaria sob responsabilidade do ortopedista de retaguarda, Dr. Ramadan, pois ele estaria encerrando o plantão.
Até esse momento, o atendimento foi ético e humanizado. No entanto, após cerca de quatro horas de espera e em intenso sofrimento, percebi que a médica do plantão seguinte, Dra. Amabile, sequer se apresentou, tampouco prestou qualquer esclarecimento sobre a internação. Fui informado, de maneira ríspida e sem qualquer empatia, que a internação só ocorreria mediante contato direto com meu médico, que estava incomunicável. Ao relatar que o Dr. Caio havia deixado a internação sob os cuidados do Dr. Ramadan, fui confrontado com arrogância: a médica afirmou que qualquer conduta a partir daquele momento seria exclusivamente dela e que não faria nada sem o aval do meu especialista.
Mesmo sob dores incapacitantes, tive que me deslocar até a sala de atendimento da médica em busca de informações, já que ela afirmou não considerar sua obrigação dirigir-se até o paciente. Essa postura revela completo desprezo por princípios fundamentais da bioética, da medicina humanizada e dos padrões do Hospital Santa Catarina.
Insisti para que a situação fosse resolvida, mas a Dra. Amabile apenas ofereceu mais medicação paliativa e disse que aguardaria indefinidamente até conseguir falar com meu médico, desconsiderando por completo a conduta previamente determinada pelo Dr. Caio. Diante da negligência, solicitei apoio à equipe de enfermagem para registrar reclamação formal.
Compareceram, então, uma enfermeira e uma médica (cujos nomes infelizmente não anotei), que demonstraram empatia, sensibilidade e profissionalismo. Essas profissionais entenderam a urgência do caso, providenciaram meu encaminhamento ao setor de repouso e buscaram alternativas para viabilizar a internação, que ocorreu apenas na madrugada do dia seguinte — graças ao empenho de terceiros e não da médica plantonista.
Somente nesse momento, já tarde e após horas de descaso, a Dra. Amabile demonstrou interesse em realizar avaliação clínica, a qual recusei formalmente, por não me sentir mais seguro sob seus cuidados. Em resposta, a médica afirmou, em tom ameaçador e na presença da técnica Silvia e de outros, que registraria no sistema que eu havia me evadido, o que deixei claro que contestaria judicialmente, pois tal registro seria falso e representaria violação ética grave.
Aproveito para agradecer publicamente à técnica de enfermagem Silvia, que foi atenciosa, dedicada e cuidadosa durante todo o tempo, preocupando-se genuinamente com meu bem-estar. Também expresso minha gratidão à enfermeira e à médica jovem morena que, de forma empática e profissional, atuaram para garantir minha internação.
Repudio de forma veemente a conduta da Dra. Amabile Oficiati de Carnevale Galeti, cuja postura negligente, desrespeitosa e desprovida de empatia fere os princípios do juramento médico, do Código de Ética Médica e os valores esperados de uma instituição de referência como o Hospital Santa Catarina.
Profissionais que demonstram tamanho desprezo pela dor humana não estão à altura da medicina nem representam os valores que a sociedade espera de seus hospitais. Solicito que a Direção do Hospital Santa Catarina tome ciência formal dos fatos aqui relatados e adote providências cabíveis, a fim de evitar que outros pacientes sejam submetidos à mesma situação de desrespeito, sofrimento e violação de direitos em um momento de vulnerabilidade extrema. Não a profissionais péssimos, pois pagamos um absurdo de convênio médico para ser destratado ou tratado com um qualquer por uma médica que é paga atender os pacientes com cordialidade, empatia,...
Read moreGostaria de registrar minha profunda insatisfação com o atendimento prestado durante a internação do meu marido na unidade de vocês. O que deveria ser um momento de cuidado e segurança tornou-se uma experiência estressante, marcada por desorganização, falha de comunicação entre setores, descuido com prescrições médicas e negligência com orientações básicas de saúde. Meu marido deu entrada na quinta-feira com fraqueza acentuada, sendo diagnosticado com anemia severa, hemoglobina baixíssima e sangramento intestinal. O médico prescreveu, durante a madrugada, duas bolsas de sangue e soro, mas somente uma bolsa de sangue e soro foram administradas. Esse descuido impactou diretamente na programação da endoscopia, que era um exame urgente para identificar a causa do sangramento. Na manhã seguinte, o próprio médico afirmou que iria tentar agilizar o exame, visto que talvez fosse necessário realizar algum procedimento como clipagem. No entanto, pouco tempo depois, um enfermeiro apareceu no quarto informando que o exame não seria mais realizado naquele dia, e que o paciente poderia se alimentar. Ao buscar esclarecimentos, recebemos duas justificativas completamente diferentes de setores distintos. Um afirmou que o exame não foi feito porque o médico não havia sinalizado urgência na solicitação, o que é inaceitável diante do quadro grave: o paciente estava recebendo transfusão de sangue e tinha hemoglobina extremamente baixa. Já outro setor afirmou que o exame não seria feito porque o paciente não recebeu as duas bolsas de sangue prescritas, e que seria necessário um nível mínimo de hemoglobina para realizá-lo com segurança. Ou seja, por conta da desorganização interna e da falta de comunicação entre as equipes, o exame foi postergado sem justificativa clara. Enquanto isso, o paciente seguiu em jejum por horas, já em estado de fraqueza e desidratação, sem receber sequer soro por iniciativa da equipe médica. A omissão foi tão grande que eu mesma precisei sugerir a administração de soro — algo básico diante do quadro —, o que é inaceitável, especialmente em um hospital de grande porte. A comunicação entre os setores é caótica, e cada profissional com quem falávamos dava uma informação diferente, o que aumentava a insegurança em relação ao tratamento. A supervisora das enfermeiras foi a única exceção, demonstrando eficiência e agilidade, sendo decisiva para que a endoscopia finalmente fosse realizada, apenas as 16h, lembrando que ele estava em jejum desde as 21h. Após o exame, o diagnóstico foi de úlcera gástrica — e, para nossa surpresa, foi servido café com cafeína na ceia. A nutricionista não visitou o paciente em nenhum momento, tampouco passou recomendações alimentares. Todas as dúvidas que tínhamos sobre a alimentação tivemos que levar ao médico, o que demonstra total descaso do setor de nutrição com a segurança alimentar dos pacientes. Isso, em casos mais sensíveis (como diabetes, por exemplo), pode ter consequências gravíssimas. No sábado, somente às 17h foi administrado ferro, sem qualquer movimentação anterior. Diante de todos esses fatos, deixo aqui meu total descontentamento com a estrutura e o funcionamento do hospital, que claramente não está preparado para oferecer um atendimento de excelência nem mesmo em casos que exigem agilidade e organização básica. Infelizmente, essa foi a pior experiência que já tive em um hospital particular. E, por tudo isso, afirmo que não pretendo retornar ao Hospital Santa Catarina, além de alertar outras pessoas sobre os riscos de um atendimento tão desorganizado. Espero que esta reclamação seja recebida com a seriedade que o caso exige. A saúde dos pacientes não pode ser colocada em risco pela falta de estrutura e comunicação...
Read moreDia 28/08 deste ano fiz uma cirurgia aberta no retroperitónio de urgência. A Cirurgia ocorreu sem problemas, mas o problema vem no depois, passei 3 dias internado, do dia 28 até dia 30, não vieram trocar o lençol nenhuma vez, passei 3 dias com o mesmo lençol. Não fizeram troca da capa do travesseiro, não trouxeram nem mesmo travesseiro e cobertor para minha acompanhante. A cirurgia como disse foi aberta, ou seja, estava com um corte de 25 centímetros desde embaixo do umbigo até o inicio do peito, não podia fazer força com o abdomen ou com qualquer parte do corpo. No banheiro para sentar na privada não tem apoio. +/- na metade do dia 29 passou um médico que dizia ser do "Grupo contra dor" e me deixou um encaminhamento para eles e disseram que qualquer coisa era só passar no PS e dizer "Vim para o grupo da dor". As enfermeiras totalmente sem preparo para este tipo de cirurgia, já que elas não sabiam nem sequer me fazer levantar sem eu fazer força, algo que meu cirurgião me explicou e é tão simples... Dia 1° Tive alta e fui para casa, mas no dia 4 fiquei com muita dor no dreno (Já que foi uma cirurgia grande, precisei do dreno) e eles disseram que qualquer coisa era para voltar no PS deles, voltei para lá (Detalhe, moro a 50 minutos de carro da paulista). O atendimento de triagem foi rápido, mas o pior foi com os médicos, a 1° que me recebeu depois da triagem pediu para eu levantar da CADEIRA DE RODAS e deitar na cama para me examinar, ressaltei que não conseguia me levantar facilmente e muito menos deitar, ela fez uma cara de "Pq não?" e deu meia duzia de apertadinhas na minha barriga, depois disso me encaminhou para o ultrassom. No ultrassom nenhuma das enfermeiras apareceu para me ajudar a deitar na cama (Ressaltando a cirurgia de 25cm transversalmente na barriga), bom, me virei para deitar e começou o exame. Cerca de 10 minutos depois terminou a ultrassonografia e a médica saiu da sala, novamente ninguém apareceu para me ajudar (Eu, homem, 1,85 de altura e pesando 84 quilos, e minha acompanhante, mulher, 1,62 de altura e pesando cerca de 60kg). Enquanto junto a minha acompanhante tentávamos levantar da cama tinha uma das enfermeiras já trocando os lençois e tudo enquanto eu ainda deitado e tentando me levantar e secar ao mesmo tempo. Voltei a médica depois do exame, me passou receita de tramal para dor e disse que estava tudo certo e me mandou para casa. Lembram dos tais "médicos da dor" que fui encaminhado ainda internado? Então, NINGUÉM do PS soube dizer o que eram eles ou aonde ficavam, minha acompanhante teve que fazer um escândalo para conseguir um número de alguém que saberia, ligou para a tal pessoa e nos disseram que os médicos da dor só aceitavam particular, com horário marcado e não ficavam nem no prédio do PS, eu e minha acompanhante largamos tudo lá e simplesmente fomos embora comigo com dor. Parece que ninguém no PS tem treinamento algum para retorno pós cirúrgico e muito menos para uma cirurgia dessa magnitude. Enfim, nunca mais volto no Santa Catarina, na recepção deles está escrito "Entre os 5 melhores hospitais do Brasil", sendo que na verdade estão muito piores do que o hospital de bairro de minha cidade.
Bem, aqui esta meu descontentamento com o atendimento integral deles e recomendo fortemente que se esta lendo esta reclamação, reconsidere passar no...
Read more